Bras Zilian Gay

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tributo à Michael Jackson

domingo, 1 de novembro de 2009

Gari

Ontem eu estava indo trabalhar, e quando estava passando pelo av. Atlântica, aqui em sampa, percebi que o pneu do meu carro estava furado. Dei seta, e parei na primeira vaga que vi. Fiquei meio puto da vida, iria me sujar todo, mas já que não tinha outro jeito...Fui abrindo a porta malas e tirei macaco, a chave, e o estepe. Nisso reparo num gari que vinha varrendo a calçada. Não pude deixar de reparar naquele mulato, e mesmo debaixo daquele macacão laranja, dava pra perceber um corpo muito gostoso, e de rosto ele também era muito bens. Comecei a desapertar os parafusos da roda, e ele percebendo alguma dificuldade minha aproximou-se e ofereceu ajuda me chamando de doutor. Disse-lhe que toda ajuda seria bem vinda e ele já veio pegando a chave das minhas mãos. Dei uma sacada no tamanho das mãos dele, e pensei será que o resto é do mesmo tamanho? sou tarado em mãos. Enquanto ele acabava de desapertar os parafusos, ficou perguntando onde eu trabalhava, o que fazia, e eu respondendo e perguntando também algumas coisas sobre ele, onde morava, etc... Coloquei o macaco e levantei o carro. Ele acabou de tirar os parafusos, a roda, e terminou a troca. Abaixei o carro, ele acabou de atarraxar a roda, e guardei tudo. Daí ele me disse que a casa ao lado estava a venda, e que o corretor sempre o deixava entrar lá pra se aliviar, e me falou que se eu quisesse poderíamos entrar lá pra lavar as mãos. Agradeci dizendo que seria uma boa. Ele me levou para os fundos, na dependência de empregados, e fomos ao banheiro. Comecei a lavar minhas mãos, e ele foi dar uma mijada. Quando vi o tamanho daquele pau, mole, não acreditei. Meu pau ficou duraço na hora. Não sei se fui indiscreto na olhada, e ele percebeu algo que até então nem tinha desconfiado. Ele acabou de mijar, mas ficou alisando o pau, dizendo que estava na seca há um bom tempo, e que já que estávamos ali, poderíamos brincar um pouco. Isto me pegou completamente de surpresa, e ele se aproximou pegando minha mão e levando pra eu segurar o pau dele. Acabei fazendo meio no automático, e ele já veio fungando no meu pescoço, no meu ouvido. Aquele pau começou a crescer, e ele foi abaixando minha cabeça em direção ao seu pau. Fui chupando, e aquela pica crescendo cada vez mais. Mal conseguia enfiar aquilo tudo na minha boca, e ele forçando até minha garganta. O cheiro dele era delicioso, de macho no cio, e paguei um boquete muito bom, e quando menos espero, ele respira fundo e enche minha garganta com sua porra. Gozou feito gente grande, e suguei até a última gota, deixando seu pau lustroso. Ele me levantou e deu um beijo super gostoso, dizendo que nunca tinha sentido nada igual, que eu era demais. Nisso sinto suas mãos tirando meu cinto, e desabotoando minhas calças. Ele me virou de costas, abaixou minha cueca, e começou a lamber minha bunda, meu cu. Enfiava a língua e eu gemia de prazer. Salivou bastante, e levantou-se. Atracou-se em mim, e colocou a cabeça da pica enorme bem na entrada do meu rabo. Sussurrou pra eu relaxar, e foi forçando. Poucas vezes eu tinha sido passivo, e eu não estava acostumado a dar. Comecei a sentir muita dor, e pedi pra ele parar um pouco. Ele falou pra eu agüentar, e que iria conhecer o que é realmente o prazer. Foi quando aquela cabeçona rasga meu anel e entra. Soltei um urro abafado de dor, e ele parou de forçar. Pedi pra ele tirar, mas ele disse que se tirasse eu não deixaria ele colocar de novo. Alguns minutos se passaram, e a dor cedeu. Ele percebeu e começou a botar o resto. Senti cada centímetro daquele pau me rasgando, entrando, até que seu abdômen encostou em mim, e senti aquele sacão nas minhas coxas. Nunca tinha me sentido tão cheio no rabo, tão completo, quanto com aquele pau. Ele começou um vai-e-vem frenético, me deixando maluco. Senti tudo queimar, escurecer e estourei num gozo fantástico. Ele enfiou as mãos por debaixo da minha camisa, apertou meus mamilos, e fungou forte. Deu umas seis estocadas que me deixaram mais zonzo ainda, e também gozou muito, enchendo meu rabo de porra. Ele tirou o pau devagar de dentro de mim, e pediu pra que todos os dias parasse por ali. Hoje eu parei de novo, e aconteceu a mesma loucura, mas alguma coisa mais aconteceu, fomos flagrados, e foi muito bom, mas esta eu conto depois!!!!!! tauruszap69@hotmail.Com

Infância III

Quando criança, morei com minha mãe num casarão do interior de Pernambuco. Ela era empregada doméstica do dono e eu morava com ela num quartinho destinado a esse tipo de trabalhador, nos fundos da casa.
Eu tinha de sete a oito anos de idade, e os filhos do vizinho do patrão da minha mãe sempre quiseram me usar como mulher. E conseguiram por umas quatro vezes. Como era pequeno, não me lembro como tudo começou, só me vem a memória nitidamente (depois de duas que me recordo vagamente) duas ocasiões em que dei prazer para dois deles (o vizinho tinha vários filhos).
Só consigo me lembrar das feições de um deles: um loiro, mais ou menos da minha idade na época, e o irmão, que devia ter no máximo dez anos de idade.
Combinamos nos encontrar na cocheira dos animais da casa deles um dia, pelas dezessete horas, porque o lugar ficava deserto. Quando cheguei lá no dia marcado, os dois estavam lá, com olhar de desejo e formando volume nas bermudas.
Deitei de bruços no lugar onde se colocava comida para gado que estava vazio, com o rosto para o fundo do compartimento e baixei a bermuda revelando apenas a bunda. O menino loiro veio primeiro, descendo a sua e revelando o pequeno pênis branco duro com sua vermelha glande infantil ainda não totalmente descoberta. Ele cuspiu nos três dedos da mão e passou no meu ânus e depois subiu em cima de mim. O pênis deslizou pelo meu reto com facilidade, sem nenhuma dor. O vai-e-vem do menino me excitou mais ainda e eu levei a mão ao meu pênis. O outro ficava só olhando de pé, se masturbando e esperando a sua vez.
Cheguei ao orgasmo antes, e depois disso, de me satisfazer, egoisticamente quis me levantar e ir embora. O menino gemeu, pedindo para que eu deixasse ele terminar, com o rosto enterrado na minha nuca. Permiti, e depois que ele terminou, deixei que o seu irmão tivesse sua vez. Fiquei imóvel, esperando que ele subisse em mim, e depois que o seu pênis entrou, fiquei quieto esperando por quinze minutos que ele acabasse. Quando ele se levantou, a pele ao redor mostrava uma espuma, provocada pelo atrito com a mucosa do meu reto.
Dois dias depois, nos encontramos novamente. Dessa vez na casa deles.
Os irmãos tinham saído, e os pais estavam se aprontando para fazer o mesmo e deixar nós três sozinhos, com a desculpa de assistir televisão. Esperava na sala e notei um quadro pendurado na parede. O quadro era de um jovem, de mais ou menos vinte e cinco anos, amarrado a uma árvore e crivado de flechas. A mãe deles notou meu interesse pela figura e me disse que se tratava de São Sebastião, fazendo um rápido resumo do motivo que o fez estar naquela situação.
O que me chamou a atenção foi seu jeito, parecia que ao invés de sentir dor das setas que furavam sua carne, o santo sentia prazer.
E sua figura seminua, vestida apenas com um pedaço de pano, com a cabeça inclinada para trás, os olhos semicerrados, a boca aberta como se desse voz a cada um dos orgamos produzidos pelas flechas me fez ter uma ereção e uma vontade de ter cada um dos pênis dos dois irmãos no
meu ânus.
Quando sairam, fomos para o quarto dos pais. Diante da cama tinha um espelho. Tirei totalmente a minha roupa e deitei de bruços na beira da cama, separando as minhas nádegas e olhando para o reflexo do meu rosto no espelho. Dessa vez o irmão do menino loiro veio antes, com o pênis lambuzado de saliva e penetrando pelo meu ânus.
Me lembrei da pintura de São Sebastião, a pele branca do mártir cristão parecia ter a maciez da nossa pele infantil, que suava uma em contato com a outra. O calor do vai-e-vem do pênis no meu ânus havia secado a saliva e agora o pouco de muco que descia do reto mal lubrificava a região, produzindo uma pequena dor, que me fez pensar que seria a mesma dor que o sentiu o santo.
Olhei novamente para o espelho e a visão do raivoso e barulhento vai-e-vem nas nádegas, me fez segurar o meu gozo enquanto ele, sem se aguentar mais, forçava mais e mais o pênis dentro
de mim.
Quando chegou a vez do menino loiro, os nervos do meu reto estavam ansiosos pelo pênis dele, o ânus entreaberto, como a boca faminta de um esfomeado prestes a abocanhar um pedaço de comida.
O pênis dele entrou novamente com facilidade, e a rapidez dos movimentos dele dentro de mim me fez lembra novamente de São Sebastião, até que não suportei mais e gozei e me contorci do mesmo prazer que o santo parecia sentir quando as setas rasgavam sua carne. O meu reto se contraindo e apertando o pênis do menino, como se o meu ânus fosse cortar ele fora fez o menino gozar rápido. Quando ele tirou, o cheiro do muco do meu cú me fez no pênis dele me fez ter outra ereção. Pedi para o outro me penetrar, mas ele estava mole e tive que me satisfazer praticamente sozinho.

Meu Tio com Manteiga

Olá,o conto que vou relatar aqui é verídico e o que aconteceu já faz uns 6 meses(NOV/2005),moro em RECIFE/PE,não sou afeminado,gosto de mulheres mas sempre tive um sonho de um dia ser enrabado,queria me sentir possuido nas mãos de um homem,experimentar essa sensação.Acontece que realizei meu desejo,tenho 19 anos ,sou moreno,em forma e tenho uma bundinha bem carnuda,bom tive que fazer um trabalho de faculdade e o meu computador
tava com defeito,fui até a casa do meu tio André que mora sozinho num apartamento que fica um pouco longe de casa,ao chegar lá ele não tava mas eu tinha a chave e entrei,tinha muita coisa para digitar e liguei pra casa avisando que só voltaria pela noite,meu tio André tem uns 50 anos,barrigudo porque toma muita cerveja eu ficava imaginando com seria ser enrabado por aquele macho,deliciava-me só de pensar nisso,ele chegou no apartamento e falou comigo,trouxe algumas fitas,eram por volta das 10 da manhã,não olhei o conteúdo das fitas e perguntei o que iamos almoçar,ele disse que tinha uma lasanha congelada e era só colocar no microondas(mal eu imaginava que minha bunda seria o prato do dia),fui para o computador fazer o trabalho e passei um bom tempo lá,eu tava com um short curto e apertado que mostrava bem minha bundinha carnuda,depois de 1 hora no computador fui a cozinha para tomar água,meu tio tava assistindo um filme pornô onde uma mulher era enrabada por um negão,aquela cena de enrabada deixava meu tio excitado,ele notou que eu olhei para seu pau e percebi que ele não parava de olhar pra minha bundinha carnuda,rebolei quando passei perto dele que já tava um pouco embriagado com umas cervejas que tomava,percebi que ele se excitou ainda mais com minha bunda,resolvi provocar,abri a geladeira e deixei cair a garrafa de água empinando minha bundinha e rebolando ela,pronto ele se levantou e me abraçou por trás alisando minha bunda e roçando com seu pau, aquilo me arrepiou ele disse:\'\'que bundinha macia!!!quero ela pra mim!!!deixa eu te enrabar deixa!!!quero te devorar!!!\'\',eu bem safado disse “ela é toda sua!!!\'\',o cara enlouqueceu começou a me morder as orelhas e a roçar mais na minha bundinha,decidi que a partir dali eu me entregaria ao desejo,ajoelhei-me diante dele e abri seu zíper peguei naquela broca imensa e quente,caí de boca mordiscando e lambendo seus ovões,ele gemeu muito,nunca eu tinha feito um boquete antes,meio desajeitado avancei na sua cabeçona tentando engolir tudo,quase me engasgei,lambi e mordi aquela cabeça viçosa,meu tio gemia e se contorcia de prazer,comandou um boquete alucinado,quase eu não podia respirar,de repente sinto que ele ia gozar,tentei tirar meu rosto da linha de tiro,ele forçou e acabou lambuzando minha cara com seu leitinho cremoso e pegajoso,era bem quentinho,não tive nojo e engoli o máximo que pude,meu tio queria me enrabar,eu disse a ele pra botar devagar que esta era minha 1ª vez,ele bem safado falou:\'\'sua bundinha será bem enrabada,ela me pertence agora,é minha propriedade!!!\'\',tremi quando ele disse aquilo,seu rosto era de total prazer,eu não iria desistir agora,ele voltou a fita pornô onde a mulher era enrabada,disse que queria fazer na minha bunda tudo que visse no filme, começei a me preocupar mas não tinha volta,ele pegou cerveja e derramou na minha bundinha,mrdeu e lambeu ela toda,a cerveja refrescava meu anelzinho, me arrepiei,chegou a hora ser enrabado,pedi a ele que usasse creme no pau pra lubrificar e facilitar a penetração,pra minha surpresa ele foi a cozinha e pegou manteiga,lambuzou seu pau e meu buraquinho de manteiga,preparou eu de quatro, encostou a cabeça, eu gemi,ele forçou,peguei uma almofada e
coloquei na minha boca para não gritar,ele forçou,doeu muito mas entrou, a manteiga ajudou a entrar melhor,ele forçou o resto,já estava entrando o corpo em pouco tempo ele tava todo enterrado em mim,gemi feito uma cadela no cio agora ele começava a bombar levemente,penetrava sem pressa aumentando meu sofrimento,minha bundinha ex-virgem era saborosamente devorada por meu tio,começou a bombar mas forte,eu me sentia entupido,bombava com gosto e babava muito,como salivava,o prazer do filme pornô estava sendo realizado alí,suas bolas batiam na minha bunda com força,começei a gemer safado”Ahhhh!!!Ohhh!!!mete!!!!!mete!!!Ah!!Oh!!Ah!!Oh!!mete!!!\'\',ele estava euforico,se deliciava com minhas nádegas gulosas,no filme a mulher fez um frango assado,meu tio então tirou seu pinto que devia ter uns 25cm,me colocou em cima da mesa na posição de frango assado e meteu mais,eu me esforçava para levantar minhas pernas,minha vontade era só da prazer aquele macho,gemi\'\'Ahhh!!!arranhe meu cuzinho!!!Ahhh!!!que bom!!!\'\'ele metia mais forte,parecia que não ia gozar,então ele tirou a sua rola e sentou no sofá, sem trégua pra minha bundinha pediu que eu sentasse na sua pica,me apoiei para sentar,ele segurava minhas nádegas e eu me apoiava com a mão,tentava bombar mas não conseguia porque sua barrigona não facilitava a posição da trepada,insaciável passou mas manteiga no seu pau e me colocou de quatro no chão novamente,novamente me enrabava com força, era incrível como apesar dos 50 anos ele tinha folego para o sexo,me enrabou com prazer dando tapas e beijos na minha bundinha,já fazia 20 de foda,não aguentando começei a rebolar e a latir feito uma cadela para ver se ele gozava,não deu outra,ele começou a gemer diferente,babou muito e gozou,senti seu primeiro jato de gala no meu reto,ele tentou controlar para fuder mais,mas não resistiu e gozou muito,parecia uma mangueira de jardim dentro do meu cuzinho, sentia aquele líquido quente escorrendo nas minhas vísceras,caímos no chão cansados e terminamos de assistir o filme pornô engatadinhos,ele elogiou muito minha bundinha,disse que ela tinha um sabor especial,que foi o melhor rabo que ele já comeu,disse que nunca tinha comido um rabo sabor manteiga,rimos
muito,fiquei orgulhoso por escutar aquilo. Se vc gostou do conto vota nele, eu nunca mais fui enrabado,queria fazer tudo que fiz de novo,que alguém me enrabasse de novo!SE VC É DO RECIFE/PE OU REGIÃO E QUER COMER UMA BUNDINHA CARNUDA E \'\'AMANTEIGADA\'\' ME CONTACTA,QUERO SER ENRABADO POR VC!meu e-mail é: querodar1987@yahoo.com.br ,me responde urgente !!!

Parrudinho

Mais uma tarde de férias sem absolutamente nada pra fazer, como eu odiava as férias até ontem, he he he. Resolvi dar um pulo no shopping fazer o que melhor faço, gastar o dinheiro que não tenho fazendo prestações e crediários, fala a verdade isso é muito bom, risos... Bem, tomei um banho daqueles, como não tinha hora nem nada resolvi ir de ônibus e apreciar a vista da cidade de São Paulo que é minha paixão. Entrei no ônibus e a vista que eu apreciei foi outra, e pra minha surpresa a vista também me notou. Um carinha lindo demais, exatamente meu número, nanico, menos de 1,65, parrudinho mas não gordo, com barriguinha deliciosamente peluda como todo o resto do corpo, muitos pelos, muuuuuuitos mesmo, e o melhor, todos douradinhos como os seus cabelos, loirinhos, bem lisinhos, quase que como de um bebê, olhos azuis quase cinzas. Um tesão de homem, com seus 40, ou 45 anos bem conservados. Demorei uma eternidade na passagem da catraca até sentarme no único lugar disponível, em atraz dele, ele me fitando de canto de olho enquanto eu passava por ele. O caminho todo eu que sou bem mais alto que ele, tenho 1,88, ficava a analizar todos os pelos que saíam por sua camisa, os braços bem fortes como os do popey, estou exagerando um pouco é claro, mas eram braços também deliciosos. Enfim, era uma visão que estava ali na minha frente, até o cheiro pude sentir, o perfume que usava, o mesmo que o meu, sei lá, fiquei completamente doido pelo cara e resolvi arriscar, fucei na carteira e achei um pedaço de papel, por sorte uma garota ao meu lado com um estojo me emprestou uma caneta e no balanço do ônibus escrevi meu telefone, meu nome e a seguinte frase: Ligue se quiser bater um papo, ou se eu estiver enganado, me desculpe pela ousadia. Fiquei com o papel a viagem inteira com um puta receio de entregar e o cara ser mais um hetero machão e fazer um escândalo, se bem que ele era tão gato que eu ia achar bem legal ver a cara dele de furioso, he he he. Minha viagem chegando ao fim e minha coragem indo embora, levantei, fiquei bem ao lado dele, dei mais uma olhada, ele também olhou com uma cara meio carrancuda e me fez desistir da idéia, desci do ônibus sem deixar o bilhete, assim que olhei para a janela de onde ele estava ele me encarou, deu uma piscadinha e jogou um cartão pela janela. Fui aos céus nesta hora e rí muito, ele também riu e na mesma hora peguei o meu celular e liguei para o dele. Foi o "oi" mais gostoso que já ouvi, e nem esperou eu falar algo e já emendou: Porque não me deu o bilhete que escreveu atraz de mim com a caneta da menina ao seu lado seu bobo? Gargalhei e contei que pensei que ele não era de bons amigos, e ele disse que de mau só tem a cara, então eu disse, se puder desça no próximo ponto e eu vou te encontrar, e ele disse, já desci e estou indo aí no shopping pra ver se tem algum ursão como você pra me alegrar, e riu. Em menos de 5 minutos nos encontramos, ele me abraçou como se eu fosse um velho amigo e aquele abraço foi como uma eternidade. Demos uma volta, comemos, nos conhecemos, falamos muito de como somos apaixonados pelos nossos namorados, e parecíamos mesmo velhos amigos, mas com uma pequena diferença, amigos ficam de pau duro pensando na gente? risos... Aí ele faz o convite, moro aqui perto, quer ir ver minha coleção de borboletas ou meu álbum de fotografias da infância? risos... claaaaaaaro que sim, risos... Fomos, nem mesmo acabou de fechar a porta e já me agarrou, abraçou, beijou, que beijo. Quando agente namora, acostuma com aquele beijo, mesmo que seja muito bom, você acostuma, e quando você dá uma pulada de cerca, risos... Que beijo! Lábios muito macios, língua extremamente ágil, percorria todos os espaços vagos da minha boca, os que não estavam vazios eles achava um jeito de colocá-la também. Eu o apertava com minhas mão enormes perto das dele, mão fortes, tenho 24 anos, faço academia desde os 16, não sou malhado por opção, gosto de manter minha forma de ursão, mas sou muito forte, sou do tipo Brutos, grande, parrudão, peludo mas não tanto quanto o meu gatinho que me agarrava alí naquele instante, sou branco com cabelos castanhos claros, barbado, voz bem grave, mansa, baixa mas bem grave. E ele pedia pra eu falar no ouvido dele, queria me ouvir falar e eu falava, dizia que ele era meu ursinho, meu ursinho lindo, gostosinho, lambia as orelhas dele, que é uma das minhas taras, orelhas pequenas, bem formadas, eu lambia vagarosamente, sem pressa, descobrindo cada dobra, cada curva, vez por outra eu falava algo que fazia com que os pelos dele se arrepiassem todos, mordiscava o pescoço dele, roçava minha barba no cangote, apalpava todo o corpinho dele, até que peguei-o no colo e levei-o até o sofá ainda á beijos. Coloquei-o no sofá, fui desabotoando sua camisa tortuosamente devagar, queria me torturar, cada botão que eu abria fazia com que meu pau ficasse mais duro e maior com a visão daqueles pelos perfeitos. Depois de tirar a camisa dele fiquei a contemplar, que delícia, mamilos quase invisíveis naquele monte de pelos, mamilos pequenos, bem clarinhos quase da mesma cor da pele, lambi apenas com a ponta da língua, ele se contorcia, apertava minha cabeça contra o seu peito, eu torturava, lambia um pouco, chupava devagar e depois engolia com voracidade, sugava, chupava, mordiscava, o mesmo fiz com aquela barriguinha maravilhosa, lamber o umbigo dele quase o fez desfalecer, mordidinhas pela barriga toda, parando apenas para tirar os pelos da boca, e percorrendo minhas mãos pelas costas peludíssimas dele, que eram meu próximo alvo. Ele se levantou e eu sentei, de costas pra mim eu acariciava o tapete de pelos nas costas definidas dele, esfregava meu queixo nas costas dele, pelo com pelo, beijava. Levantei-me e grudei meu peito já sem camisa nas costas dele, apertava, abraçava forte, uma mão na barriga dele, outra no rosto virando-o para encontrar nossas bocas. Ele se virou e retribuiu o carinho, nunca achei ninguém que soubesse lamber, chupar e morder mamilos como este cara, que tesão, só aquilo já teria me deixado satisfeito, mas ele foi além, ajoelhado, lambia e mordia minha barriga enquanto desabotuava e tirava minha calça. Me ví só de cueca com um macho peludo tesudo delicioso apertando minha bunda e colocando as mão dentro da cueca pra sentir minha pele enquanto brincava com meu pau que estava explodindo dentro da cueca com a boca. Brincou um bom tempo assim, até que com os dentes foi tirando o pedaço de pano que separava a felicidade, pegou meu pau que não é de deixar a desejar, tenho 22 cm de pau bem grosso, pegou no meu pau, olhando para mim, beijou a cabeça, levantou o brinquedo e lambeu minhas bolas. Chupou, colocou as duas dentro da boca que de pequena só tem a aparência e brincou bastante com elas enquanto me punhetava vagarosamente com uma mão e apalpava minha bunda com a outra. Cansou de me torturar e foi subindo pelo cacete, lambendo, beijando, subia e descia com a língua em toda sua extenção, até que uma hora fez sumir metade do cacete em sua boca, sugava com muita vontade e força, exatamente como eu gosto, enquanto meu pau estava na garganta dele, ele brincava com a língua na ponta do cacete, lambia a cabeça toda com ele na boca, agora com as duas mãos na minha bunda me puxando de encontro a ele, segurei a cabeça dele e fodi aquela boca deliciosa, com as mãos ele segurava meu saco, apertava puxava e procurava outra coisa com os dedos, quando achou ficou também brincando na portinha, até que foi entrando um dedo e se mexendo lá dentro com meu pau ainda na boca dele, depois se levantou, me beijou novamente me virou de costas e foi beijando e lambendo minhas costas, descendo, abriu minha bunda com calma e cuidado, colocou minhas bolas na boca denovo, soltou-as e foi subindo com a língua, quando passou com a língua quente e úmida pelo meu cu minhas pernas quase me traíram, era a primeira vez que eu tinha o prazer de ter o rabo lambido, sempre fui ativo e tinha um puta preconceito contra isso, mas ví que não me deixa menos macho, e sim muito mais tesudo, aquele cara sabe muito bem como lamber um rabo, ele lambia ao redor, beijava, chupava, mordiscava e me fodia com a língua enquanto eu delirava, me virei e fodi a boca dele mais um pouco, deitei-o no chão e tirei-lhe calças e cuecas. Que espetáculo, o saco imenso dele era depilado, á região pubiana rosada, pelos baixinhos, faziam com que o pau dele parecesse maior, era grande também, uns 19 cm, muito grosso também, quase não cabia na minha boca, mas o que me deixava louco eram as bolas enormes, imensas, pesadas, penduradonas num sacão cheiroso, passei muito tempo com elas na boca, sou tarado por bolas, e as dele eram perfeitas. Olhei pro pau dele que dava pulos de tesão e ví uma gotinha de porra na ponta, lambí esta gotinha e tentei tirar mais, suguei, chupei com força, engoli até fazer cóssegas nas amídalas, até que ele pediu que parasse senão iria gozar, virei-o e coloquei-o de quatro, abri bem as bandas da bunda dele e dardeei certeiramente o rabinho dele, que coisa viciante era aquilo, ele se contorcia e rebolava na minha linguona, chupei tanto aquele cu que parecia que eu o viraria pelo avesso, ele vez por outra dava piscadas com o cuzinho rozinha dele na minha língua que me faziam ir ao delírio, não aguentando mais ele pediu que eu o fodesse, mas que o fodesse sem dó nem piedade, com força, de uma só vez, sem parar, com estocadas fortes, isso me deixava louco, ouvir aquela voz de macho pedir pra ser fodido sem dó me deixava louco. O rabinho dele estava molhadinho já das minhas linguadas, meu pau melado, babando de tanto tesão, fiquei pincelando meu pau na portinha do cuzinho dele e ele empurrando a bunda pra traz cada vez que eu passava no meu alvo, encaixei direitinho minha cabeçona que latejava no cu dele, ele deu uma piscadinha, coloquei minhas mãos nos ombros dele pra segurá-lo, outra piscadinha, e ele pedindo pra eu meter forte e de uma vez só, na terceira ao mesmo tempo que eu joguei meu pau contra ele puxei-o pelos ombros de encontro a mim, meu pau entrou todo de uma vez só, naquele cuzinho super apertado que me fez sentir uma dor bem forte no pau. Ele caiu sobre o chão pedindo pra que eu o fodesse, que acabasse com ele, quero sua rola me rasgando dizia ele, mete este pauzão todo em mim, acaba comigo, nisso eu bombava tão forte que minhas bolas doíam quando batiam nas bolonas dele. Depois de um tempo bombando forte levantei, peguei-o no colo e encaixei minha vara no rabo dele que laçara meu corpo com suas pernas, beijamo-nos mais um pouco enquanto eu pulsava meu pau estático dentro dele e fomos pro chão novamente agora com ele de frango assado com as pernas nos meus ombros, olhos nos olhos, a cada estocada minha ele forçava a feição como se sentisse dor, mas assim que eu recuava e tomava caminho para nova violenta bombada ele sorria e pedia mais e mais forte. Agora eu deitado com ele me cavalgando, isso sim foi uma delícia, ele subia e descia sem parar, quando parava dava mordidas no meu pau com o cu, rebolava e subia e descia denovo, eu não aguentava mais e pulamos para um 69. Não sei quem estava mais desesperado por porra, nós parecíamos numa luta, numa guerra, quanto mais eu chupava, mais ele me chupava, uma competição, quem chupasse mais rápido, mais forte e enfiasse mais fundo o pau na goela do outro ganharia o prêmio, e que prêmio, eu ganhei, fiz ele gozar um milésimo de segundo antes que eu, era tanta porra, tão quente e tão grossa, eu apertava as bolas dele querendo espremer para sair mais porra quente na minha boca que não comportava tanta porra e deixava jatos escorrerem pelos cantos da boca, deixando rastros na minha barba escura contrastando com a porra dele, as bolas dele pareciam murchar de tanta porra que saiu dele na minha cara boca e barba, e o pau pulsava e inchava. Quando ele percebeu que eu iria gozar ele afastou um pouco a cabeça, abriu bem a boca e mirou meu pau na boca aberta dele, ele queria ver a porra jorrar boca a dentro, e jorrou, muito, e muito forte, fazia até um leve barulho a cada esguixada, era uma esguixada dentro da boca, aí ele fechava a boca pra engolir a porra e a seguinte era na boca fechada deixando melar todo aquele cavanhaque perfeito, delicioso cheio da minha porra que a parte que não era engolida servia para embelezar aquela cara de macho esporrado. Sacos vazios, bocas grudando, barbas meladas, atracamo-nos num beijo inesquecível, misturamos o que restou de nossas esguixadas, trocamos saliva, porra, beijos, afagos, que tesão, que macho, que foda, que dia, que férias perfeitas. Mas como nem tudo é pra sempre, ele depois me contou que voltaria pra sua terra, estava aqui de férias, e não sei se teremos oportunidade de nos encontrarmos denovo, mas esta foi a melhor foda da minha vida, e foi real, foi ontem, mas nunca vou esquecer. Mas nem por isso deixarei de trepar, gostou? Faz melhor? Quer tentar? Escreva... bruttus_sp@hotmail.com

sábado, 31 de outubro de 2009

O Capitão

O capitão tirou meu cabaço

Meu rabo era o mais cobiçado da rua. Os rapazes mais velhos me beliscavam: \"Que bundinha gostosa você tem garoto! Dá pra mim, dá...\" Mas eu fugia, tinha medo. Trancado no banheiro eu subia no vaso pra olhar minha bunda no espelho. Que lordo! Nenhuma bunda de mulher que eu via nas revistas era tão empinada, carnuda, larga, cheia, redonda, com duas covinhas na cintura, lisa e branca que nem bunda de anjinho. Mas eu não era nenhum anjo... Sonhava com o dia em que um macho ia meter o caralho no meu cuzinho e gozar. Batia punheta e gozava me imaginando de quatro na rua dando pra todos os homens. Mas eu tinha medo. Era órfão de pai e me sentia tão desprotegido. Minha mãe me criava com dificuldade. Ela cozinhava pra fora. Mas nossa situação melhorou quando o quartel da PM a contratou pra fazer as quentinhas de lá. Um dia um cara me falou: \"ô lindinho, a turma aqui da rua ia te pegar e te currar. Tava tudo planejado. Mas o capitão soube e proibiu. Disse que tu vai ser dele. É o capitão quem vai tirar o teu cabaço, quando ele quiser. Mas depois eu vou querer comer esse bumbum gostoso viu?\". O capitão era o pai do Fabio, meu colega de sala. Eu tinha pavor dele. Era bruto, batia no Fabio, o menino chegava todo roxo no colégio. E ninguém dizia nada porque todo mundo morria de medo do capitão. Era da PM, comandava o quartel e ficou amigo da minha mãe depois que ela começou a cozinhar pra lá. Mas eu não gostava dele. Lá na rua diziam que ele era matador. Além do que era um negão enorme, feições grosseiras, e até fedia. Mas depois que o vizinho me falou aquilo eu passei a prestar atenção no capitão. Ele me olhava de um jeito... Me comia com os olhos! Um dia o Fabio me chamou pra estudar com ele. Minha mãe deixou eu passar o fim de semana na casa dele. Toda hora o capitão passava pela sala e ia pegar alguma coisa na geladeira. E ficava me olhando de longe, coçando os culhões. Aproveitei que o Fabio estava distraído com o problema de matemática e espiei. Ele tinha posto o pau pra fora do calção, só deu pra ver que era uma coisa preta enorme! Fiquei todo tonto... Aí fui pegar um refrigerante na geladeira e ele encostou atrás. Senti o corpo quente dele se colar em mim, aquela coisa grande e dura se esfregar no meu bumbum macio. \"Fica quieto Jorginho, quietinho...\" Eu obedeci. Ele enfiou o mãozão no meu shortinho, os dedos grossos desceram pelo reguinho e senti a ponta de um dedo roçar minha rosquinha.\"Mmmmm, que bundinha gostosa você tem. Adoro esse teu cabelo louro todo anelado, teus olhinhos azuis, esse teu jeitinho de príncipe. Você é cabacinho?\" \"Sou\". \"Quer dar pra mim?\" \"Quero!\" \"Então quando for de madrugada e todo mundo estiver dormindo você vem me encontrar na garagem. Vou estar esperando você no banco de trás do meu carro\". Não sei como aguentei esperar. Assim que a casa ficou em silêncio saí do quarto do Fabio de mansinho e fui até a garagem. Estava tudo tão escuro, eu tremia de medo. Cheguei no carro e olhei pela janela. Não vi ninguém lá dentro. Que susto! Ele me abraçou por trás, rindo baixinho. \"Seu putinho, achou que eu ia te deixar escapar? Não... Essa noite esse cuzinho vai ser meu!\" O capitão abriu a porta e me jogou no banco de trás. Veio por cima de mim já tirando meu pijaminha. Ele tava peladão. Me acostumei ao escuro e vi pela primeira vez aquela maravilha. O maior caralho do mundo! (ou pelo menos parecia aos meus olhos de menino virgem). O capitão montou na minha cabeça e levantou-me as pernas, enfiando a cara na minha bundinha enquanto me esfregava os culhões no rosto. Lembrei que chamavam aquilo de 69. Quase perdi a consciência, me entregando ao cheiro poderoso daquele macho. A sensação da linguona dele entrando no meu cu me deixou louco. Ele enfiava em mim o queixo forte, me arranhando com a barba por fazer, mordendo. Parecia que ia me devorar inteiro, começando pela bunda. Enquanto isso o cacete, três vezes mais longo que a minha cabeça e mais grosso que um braço, me lambuzava de mel desde os cabelos até os peitinhos, indo e vindo, batendo os culhões pesados na minha testa. Eu tentava abocanhá-lo mas era grande demais para a minha boquinha. Só pude beijar e lamber aquela tora larga, negra e dura, coberta de veias latejantes. Eu estava completamente entregue àquele macho! Sempre mordendo minhas nádegas, o capitão enfiou um dedo, dois, três, quatro, abrindo pelos lados o meu cuzinho virgem. Meteu a língua cada vez mais fundo, cuspindo dentro e me arrancando gritinhos de prazer. De repente senti o caralhão crescer ainda mais, vibrando, e cobri a ponta do cabeção com os lábios pra mamar a porra que esguichou quente e grossa, deliciosa... Bebi cinco jatos de porra, tão grandes que me escorreram pelos cantos da boca, me melando todo. Era a primeira vez que eu provava o sabor do macho. Aí ele virou meu corpo de um só golpe, me pondo de quatro, encaixou o cabeção no cuzinho babado e acabou de me lubrificar com seu último jato de porra. Apavorado, fechei com força o buraquinho pra não deixar ele entrar. \"Não! Vai doer!\" \"Te entrega que dói menos. Eu vou meter de qualquer jeito, então é melhor você colaborar, seu putinho.\" Cedi, respirei fundo e os lábios do meu ânus se abriram em volta do cacete gigante. A dor foi terrível. Ele tapou minha boca para abafar o grito. Mas o cabeção entrou, triunfante. \"De quem é esse cuzinho? Hein Jorginho?\" \"Ele é teu, capitão, todinho teu. Pode meter!\" Quando eu acabei de falar ele já tava todo dentro, os pentelhos duros arranhando a pele lisa do meu bumbum. A dor foi tão forte que se transformou em prazer, um êxtase louco de submissão total ao macho. Ele me mordeu a nuca, as orelhas, doeu, mas gostei de ver como eu deixava aquele macho louco. \"Há muito tempo eu tô de olho em você garoto. Nunca comi uma bunda tão tesuda. Nem a do Fabinho, e olha que ele é bem bundudo. Mas teu cu é mais apertado que o dele, e mais quente. Tá gostando do meu cacetão todinho dentro de você?\" \"Ai, tá bom demais. Então o senhor come o seu próprio filho?\" \"Claro, e ele gosta muito. Mas agora tu vai ser meu novo garoto, vou te ensinar tudo. Quer aprender a fazer teu macho gozar?\" \"Quero! Vem, me fode com esse caralhão maravilhoso!\" \"Joga as cadeiras pra frente, rebola, assim... Tu aprende depressa. Aperta ele lá dentro, não deixa sair. Ah menino, que buceta gostosa você tem... Agora segura firme o cabeção com o teu cu, não deixa escorregar pra fora. Isso... Você me deixa louco! Beija a chapeleta com o teu biquinho, beija. Assim... Agora joga os quadris pra trás que eu vou meter tudo de novo... viu... enfiei tudo até o talo. Tá bom?\" Eu quase desmaiei, foi como um raio me rachando por dentro, uma explosão de estrelas, e quando eu vi tava gozando, a porra esguichando do meu piruzinho e melando todo o estofado do carro, eu nunca tinha gozado tanto. Ele continuou tirando e botando tudo, devagar, tão grande que levava um tempão pra sair, aí ele girava o cabeção dentro da rosquinha em parafuso e metia de novo, devagarinho, cada veia saltada se fazendo sentir ao passar pelo meu anel arrombado, deliciosamente esticado, tremendo de tesão por aquele macho, meu dono, amo e senhor. Meu capitão... \"Ai capitão, eu sempre quis dar o cu mas nunca imaginei que fosse ser tão bom. Não tá doendo mais nada. Mete fundo, vem. Isso. Mais forte. AI! assim dói... Ai que bom! Mais depressa. Ai fode esse cú! Come a tua femeazinha...\" Eu gemi gostoso feito cadela enquanto ele batia os culhões nas minhas coxas, plaf! plaf!, a cada estocada metendo mais fundo, me fazendo gozar de novo, de novo, eu não parava de corcovear e esporrar feito um potrinho no cio. Plaf! ele me dava palmadas fortes nas nádegas, Ui!, me torcia os bicos dos peitos, Aaaaai!, o carro todo balançava no ritmo louco da nossa foda. De repente o capitão tirou o cacetão e me virou de barrriga pra cima. Me senti terrivelmente vazio, um ar frio entrou pelo meu buraco arrombado. \"Bota de novo! Quero sentir teu caralhão dentro de mim!\" Ele puxou minhas pernas pra cima e apontou a vara para a meu cu faminto. \"Quer que eu te coma no espeto, meu galetinho. quer?\" Ele ficou me olhando, sacana, passando a lingua nos dentes enormes e muito brancos, como o lobo mau diante do cordeirinho. \"Quero! Me come meu lobo!\" Ele ficou tirando sarro, esfregando o cabeção na entrada, sem meter, deixando minha xotinha completamente ouriçada e louca. \"Tu quer, neném? Quer?\" E eu jogava o corpinho pra frente pra tentar abocanhar a pica com o meu cu. E ele negaceava, curtindo com a minha cara. \"Quer pica? Então vem pegar...\" Aí de repente quando eu menos esperava ele meteu tudo de uma vez, entrou arrebentando. Gritei de dor e de prazer, meu ânus rasgado e triunfante, de novo entalado até a alma com o caralho do meu macho. Gozei infinitos jatinhos de porra que deixaram o peito dele todo melado. Isso o deixou ainda mais indômito! Desfechou uma saraivada de estocadas profundas no meu rabo, e o cabeção batia cá dentro no meu coraçãozinho disparado de menino enrabado pela primeira vez. Meteu o linguão na minha boca, torceu os bicos dos meus peitos, mordeu-me o pescoço, os pés, as orelhas, e aí parou, lá no fundo, e começou a gozar. Senti o caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia saiu da base da pica, subindo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. Foram tantos jatos que perdi a conta, ainda mais que comecei a gozar também, os dois juntos, eu guinchando feito cadela, ele urrando como um leão. \"Ah Jorginho\", ele disse no meu ouvido quando se recuperou, \"vou mandar sua mãe dar você pra mim. Vou dar uma grana legal pra ela e tu vai ser meu. Vou te adotar e tu vai ser meu novo filho. Vou te criar junto com o Fabinho pra ser minha fêmea. Olha, só de resolver isso já tô de pau duro de novo...\" \"Então fode o teu filhinho, papai, fode!\"

Meu primo

Trepei com meu primo de 13 anos, depois da Punheta

Sou adolscente, tenho 14 anos, bato punheta desde os 9. Sempre gostei de meninas e talz, mas depois de 4 anos, batendo punheta todo dia, e sabendo que não ia comer algum amor tão cedo, vi uma hispotese perto de mim. Eu e meus amigos sempre nos masturbamos lado a lado na boa... Nunca nen demos bola pro outro, só ficavamos juntos conversando, vendo fotos, resolvi que isso podia dar mais prazer...

O que eu vou contar aconteceu quando eu tinha 13, meu primo 12.

Tenho muitos amigos que se masturbam junto comigo, uns 7 tipo agente senta um do lado do outro, ligamos em algum site de mulher pelada e começamos a bater punheta. Mas tem um cara que eu vi que ia ser perfeito, meu Primo, o Marcos, o cara é loirinho, olho castanho claro, tem 1,70 eu tenho 1,85, é muito gente fina, tem 13 anos. O momento ideal foi na nossa casa de praia em São Sebastião, a casa tem 5 suites individuais e cada quarto tem uma porta que dá pro jardim, eu e o Marcos ficamos em um quarto sozinho. Eu como sempre levei meu Lap Top, cheio de arquivos pornôs. Ai agnt foi \"durmir\" e começamos né, a bater punheta, sem calça, mais de camiseta, e ficamos numa boa na mesma cama, com o Lap Top no criado mudo, batendo devagar pra curtir, ai ele tava contando que pego umas minas em BH onde ele mora... e eu falei que precisava perguntar uma coisa, falei assim: \"Marcos, é um segredo, eu quero saber c vc axa que tá errado... Eu bati punheta com um amigo\" ele flow \"ah isso é normal\", eu falei \"não eu bati pro meu amigo, e ele pra mim\" ai ele parou de bater olhou pra mim, pensou um pouco e flow fingindo ser espontaneo \"que bom que vc tmb faz isso, é claro que é normal\"

Ai eu começei a tremer, nunca tinha feito aquilo.. fikei muito nervoso, mais com muita vontade de, sabe, ir além de mim no meu pau. eu flei \"vamo faze então\" ele tmb ficou um pouco nervos, era mentira a história de que ele ja tinha feito com amigos... ai ele flow \"tá, tá bom.... como agente faz?\" e ai ele me pegou! fingi naturalidade \"ahh, como agente faz com nossos amigos, deita na cama\" ele deitou super sem geito, eu ajoelhei do lado do cama, tirei a mão do pau dele e começei o vai e vem, de mão fechada... ele fechou o olho, e ficou queto, vi que ele tremia um pouqinho. Depois de um minuto perguntei, \"tá bom\", ele fez que sim, ele gemia, e fazi uma cara e eu achei que ele fosse gozar, \"Marcos tira a camiseta, pra c nun sujar a barriga, e me avisa quando c fôr...\" ele tirou rapido a camiseta e ficou pelado, ele é surfista, então tem barriga tanquinho, admito que pela primeira vez me vi sintindo tesão por um H. Ai ele ficou fazendo akela cara, segurou por mais uns 30 segundos e flow \"vou gozar\" e molhou minha mão e a barriga dele mesmo... se recuperou, deu um sorriso e falou \"que tal hoje ao invez de fazermos maratona de punheta, fazermos um no outro vairas vezes?\" eu ri e deitei no lugar dele, o lap top tava sozinho e ficava trocando de filme, ele começou, super sem geito, no começo nen achei tão bom, mas ai eu mostrei como eu queria... e ele começou a me masturbar, com a mão indo e vindo, e eu reparei que ele não tirava o olho do meu pau, e pau dele já tava duro de novo, feito uma rocha, tirei minha camiseta também, eu sou magro, tenho musculos até, mas o maximo em mim é meu pau, nakela época tinha 15cm por 14cm de espessura, um Mostro perto do do meu primo, e a cabeça do meu pau é uma gigante, e ele ia e vinha até que eu gozei, mas gozei tanto que respingou na minha testa! Juro!

Ai ficou aquele clima... ele ficou lé parado, fui no banheiro me limpar com papel higienico, e ele ficou lá assistindo filminho.... adivinha o que aconteceu? meu Lap Top troca os filmes sozinhos, e eu ja que tava com vontade de exprimentar com H, tinha baixado varios filmes de mulekes batendo punheta, fazendo sexo.... eu chego lá tá passando filminho Gay, ele olhou pra mim e falou \"você vai além da punheta com seus amigos\" eu fiquei parado e falei \"sim\" joguei, qualquer coisa eu falava \"tava sendo ironico, porque é óbviu que não\" mas aí ele, olhou pra mim arregalou o olho, e ficou 5 segundos parado, sem nenhuma firmeza falou \"que legal, você é que nen eu, curte as mesmas coisa\".

Estava estabelecido o panico! os dois mintindo! ai eu falei, \"quer fazer isso também\" ele tava com o pau na mão, e eu vi o pau dele almentar, \"é eu tenho pensado nisso\". ai apagamos a luz, só tinha a luz do DVD no quarto, e eu peguei o pau dele e dei uma lambida, o combinado era, um faz o outro também faz. então ele foi lá e também me lambeu, e ficou olhando meu pau, não aguentou e botou tudo na boca, e tirou, eu fiz o mesmo. Começou ao pouco o vai e vem, que nen agente vê nos filmes.. e assim foi indo, até que gozamos um na boca do outro.... depois resolvemos

E foi uma noite longa.... vai ter mais!!!

Dê um 10 pra mim... muitas outras experiencias vem ai, obrigado

Ensinando a dar a bundinha

(DEPOIS DESTE CONTO JAMAIS SERA O MESMO)

Sempre fui fissurado nas sensações que me causam mexer e enfiar dedos, objetos no meu cu. Mas nem por isso sou viado, tenho atração por mulheres e por bunda. Sou simplesmente um cara que não tem medo de experimentar as sensações alucinantes que posso ter ao explorar essa possibilidade.
Acho que vc deve ser parecido, não é?
Por isso, às vezes me sinto como se fosse um expert no assunto. Sei muito bem brincar na entradinha, com os dedos bem lambuzados com KY, sentindo o cuzinho relaxando, mas curtindo muito o toque nele, além de estar muito ligado para saber a hora que dá para penetrar com o primeiro dedo.
O primeiro dedo de outra pessoa entrando em vc, só é um pouco estranho no começo. O dedo vai parecer uma coisa estranha, mais frio que o seu cuzinho quente, úmido e escorregadio por dentro... Mas em 1 minuto vc vai começar a relaxar e se ligar mais nas sensações que o meu dedo vai causar em vc.
Aí o seu cuzinho vai relaxar rapidamente e vou poder enfiar mais um, daqui amais um pouco, dois, três dedos... Com cuidado, massageando as paredes internas do seu rabo, sentindo a sua umidade, as paredes escorregadias. Para mim também vai ser gostoso. É o máximo da passividade.
Vc pode ficar como se fosse no meu colo, debruçado. Com uma mão eu seguro a sua bunda bem aberta. De vez em quando, se você pedir, eu dou umas palmadinhas, enquanto te penetro com os dedos da outra mão, com uma bela visão do seu cuzinho escancarado para mim... Quando vc estiver bem relaxado, querendo mais que os meus dedos, aí eu tenho certeza que não vai se importar em chupar meu pau.
Não tenho um pau muito grande (16 x 5), e isso só deve tornar ainda mais gostosa a penetração. Imagine sentindo os meus dedos entrando e saindo do teu cuzinho, e o meu pau entrando e saindo da tua boquinha ao mesmo tempo. Alucinante. O meu pau na tua boca só vai tornar mais forte ainda a sensação da penetração dos dedos no seu rabinho! Com a massagem que faço na sua próstata, posso te fazer chegar a um orgasmo sem tocar no teu pau. Mas não sei se vc vai querer gozar ainda, antes de sentir o meu pau no teu rabinho. Porque não tem nada como sentir a coisa de verdade: - Um pau pulsante, quente e duro no cu. Parece que é difícil no começo. Não é muito fácil, mas aos poucos, esfregando ele na entradinha, lambuzando com bastante lubrificante, vc muito excitado, sentido o seu cheiro que de tanto brincar entrando e saindo do teu cu, misturando o lubrificante com os seus líquidos quentes, nessa altura já vai estar no ar, misturado com o cheiro do meu pau misturado com a sua saliva. Vc vai querer, vai pedir muito a penetração. Te posiciono de 4 na cama.
Você com a cabeça enterrada no co travesseiro, empinando o bumbum. Assim posso ter uma vista total do teu rabo tesudo todo escancarado para mim. Vou começar esfregando a cabeça do pau na entradinha, que vai estar toda escorregadia, como uma vagina molhada...
Vou te penetrando aos poucos, entrando e saindo, entrando cada vez mais profundamente.
Aos poucos, vc vai poder diferenciar a sensação do meu pau lá dentro de vc. No começo, é só no cuzinho, a entradinha pode arder um pouquinho porque vai esticar. Com o tempo, passa a sentir a fricção nas paredes internas do seu rabo. Vai perceber como vc é molhadinho por dentro, o que vai ajudar meu pau a escorregar cada vez mais fundo. Vai perceber quando a cabeça do meu bate numas áreas mais sensíveis suas, o que vai te dar um tesão cada vez maior, que te provocará impulsos de empinar o rabinho cada vez mais, de escancarar tua bunda cada vez mais...
Finalmente vou entrar todo em vc. Aí o barato é sentir os meus pêlos na tua bunda. O meu saco batendo no teu. Você fica pensando no que está acontecendo, um pouco assustado, mas com muito tesão, olhando para trás, um macho todo enterrado em vc... Ao mesmo tempo, lá dentro vc vai sentir meu pau mexendo nas suas entranhas, batendo na sua barriguinha, por dentro. Dá uma sensação de entrega... Uma sensação de estar todo preenchido, por uma coisa grande, enterrada em vc. Aí eu tiro tudo, e vc vai piscar muito o cuzinho quando eu fizer esse movimento. E de repente, enfio tudo de novo. E às vezes vou enfiar de uma vez, até o fundo, e vc vai sentir aquela onda de sensações na bunda, sendo socada. Às vezes, enfio devagarzinho, para sentir o seu cuzinho piscando pelo seu tesão em sentir cada centímetro do meu pau entrando em vc, esfregando em vc, te preenchendo por dentro... Aí de repente vc goza comigo lá dentro. Eu, com certeza vou querer gozar dentro do teu rabinho quente (de camisinha, claro). Nessa hora vc vai sentir tudo, o meu pau pulsando com a chegada do meu gozo, a minha pélvis se jogando contra a sua bunda com mais força... Se a gente tiver sorte, se meu pau tiver esfregando na parede da tua próstata nessa hora, tenho certeza que vc goza comigo... Se não tiver gozado ainda, podemos combinar de usar um brinquedinho, como aquelas bolas tailandesas, sabe como é? Vc vai estar para lá de excitado, e eu enfio elas todas dentro do teu rabinho, e enquanto bato uma punheta para vc, vou puxando, uma a uma, enquanto vc chupa o meu pau... Aí vc não vai conseguir segurar e vai gozar muito. Quando eu sentir que vc vai gozar, vou enfiar um dedo no teu rabinho, para sentir cada piscadinha do teu cuzinho... Um beijo de língua no teu cuzinho. Se gostou e é do Rio de Janeiro me escreva, quem sabe nao teremos um encontro desses.
gabrielgomes29@ig.com.br

Estuprado na Escola

A mais de 3 anos que leio os contos deste site e finalmente resolvi relatar uma experiência que me aconteceu. Esse conto é o primeiro, de uma série de muitos que irei escrever a partir de hoje. Ele ficou um pouco longo mas, peço a quem estiver lendo que tenha um pouco de paciência pois esse é o primeiro, eu estou me apresentando, mostrando o meu perfil e como sou. A partir do 2º as histórias serão menores. É importante que você leia até o final. Os meus contos sempre vão ter esses 3 asterísticos (***) antecedendo ao título para facilitar a identificação dos contos que eu irei escrever. Em breve, quando tiver muitos, reunirei todos os meus contos em um site e convidarei vocês. Quero ressaltar que todos eles serão absolutamente verídicos pois não gosto de ficar imaginando coisas.
Bem, vamos ao que interessa. Sou viado mas, não curto ficar com viados. Gosto de ficar com homens mas, homens mesmo, daqueles que só gostam de mulheres, sejam sarados, tenham uma boa aparência e seja de boa índole. Não sou afeminado e aliás ninguém percebe que sou viado conversando comigo, só se eu falar e isso me ajuda a ficar com carinhas pois assim posso fazer amizade com eles mais facilmente, tanto que sou muito conhecido onde moro por ser um bom jogador de futebol e sem contar o número de cantadas que levo de viados. Já fiquei com alguns viados mas, foram poucos e eu, com eles, só meto e não deixo eles perceberem que sou viado. Quero frizar que não sou bi, não gosto de mulheres e nunca fiquei com nenhuma. Vou relatar uma das experiências que tive. Tenho muitas amizades, converso com muitos homens, a maioria não sabe que sou viado e vocês sabem como são os jovens hoje em dia, fazem tudo por dinheiro. Eu não faço isso com qualquer um, já houve muitos casos de homens que deram idéia em mim e eu não quis por não me agradarem mas, claro que eu não falo isso com eles para eles não ficarem com raiva pois não gosto de desrespeitar ninguém. Me chamo Rodrigo, tenho 21 anos, moro em Belo Horizonte e vou lhes contar agora o que me aconteceu quando eu estava na escola. Estava no 4º horário e resolvi ir ao banheiro mijar e fui usar o mictório. Chegando lá estava o Felipe, 17 anos, estava mijando também. Sempre fui doido para “dar idéia nele” mas, a aparecia uma oportunidade. Ele é muito bonito, faz até hoje muito sucesso como as meninas, eu conhecia pelo menos umas duas que eram completamente apaixonadas por ele. Ele estava mijando e eu disfarçadamente ficava olhando para sua rola que, aliás, estava mole e já era grande mesmo assim. Não deixei ele perceber. Quando ele acabou ele olhou pra mim e disse:
Ele: “Ô Rodrigo, me ajuda a procurar minha carteira que eu perdi lá no Ginásio, eu fui lá mas, não achei”;
Eu: “Claro, vamos lá”;
O ginásio naquela hora não tinha aulas de Educação Física e depois de procurar bastante nos fomos procurar no vestiário. Chegando lá eu entrei primeiro e logo que ele entrou ele fechou a porta e trancou e eu perguntei:
Eu: “Porque você trancou a porta?”
Ele: “Você já vai saber, chega aqui.”
Nisso ele me puxou pelo braço e me levou na salinha onde se guardam as mochilas que fica lá dentro do vestiário mesmo.
Ele: “Senta aí na cadeira e não faça mais perguntas.”
Nesse momento ele abriu a parte da frente do short e colocou a rola pra fora. Estava duríssima, era muito grande e grossa.
Ele: “Você pensa que eu não sei que você pagou um boquete pro Léo? Agora você vai ver. Abre a boca”
Ele se aproximou mais e enfiou a metade do seu pau na minha boca. Era um cheiro de rola mesmo, daquelas perfeitas, com uma cabeça bem grande.
Ele: “Isso sua bichinha, chupa direito!”
Fiquei ali uns 10 minutos chupando aquela pica e aí ele falou.
Ele: “Fica de bruços ali na mesa”.
Eu: “Pra que?”
Ele: “Vou te comer, vou arregaçar esse cuzinho seu.”
Eu: “Ô Felipe, por favor, deixa pra depois, eu não vou agüentar seu pau”.
Ele: “Você deu pro Léo, para de chorar”
Eu: “Não, eu só chupei a pau dele e o dele eram pequeno, não era do tamanho do seu.”
Ele: “Não interessa, cala sua boca, deita aí, fica calado que eu já to ficando nervoso.”
Ele abaixou minha bermuda e colocou a camisinha no pau e em seguida passou muita saliva no seu pau e falou:
Ele: “Passa cuspi no seu cu!”
Ele encostou o pau no meu cu e enfiou a cabeça, e eu gritei de dor e disse:
Eu: “Por favor Felipe, tira aí ta doendo!”
Ele: “Cala sua boca, não ta doendo não é em mim, você vai agora tomar uma pistola de verdade.”
Nisso ele começou a enfiar o resto e mesmo eu gritando, “ai, ai, ai”; “tira por favor”, ele não tirou e ficou uns vinte minutos dando pistolada em mim. Depois de satisfeito e antes de gozar ele tirou o pau da minha bunda, tirou a camisinha e manou chupar de novo. Não demorou mundo e ele segurou minha boca com uma das mãos pressionando meu maxilar para que a minha boca se abrisse um pouco, segurou minha cabeça, apontou a cabeça do seu pau na direção dos meus lábios e começou a gozar. A pontaria dele era certeira, foram umas 7 golfadas de porra dentro da minha boca, alguma direto dentro da minha garganta e outras em cima da minha língua e no céu da boca. Eu nunca tinha visto tanta porra na minha vida e depois que ele começou a apertar seu pau para sair as últimas gotinhas de porra como todos os homens fazem ele disse:
Ele: “Agora engole tudo, sua bicha, bebe o leitinho do seu macho e se cupir você vai levar um soco na boca”.
Ele não sabia que eu estava gostando da porra e bebi. Nunca tinha chupando tanta porra e tão gostosa. Ele então guardou seu pau na cueca e me disse espraguejando:
Ele: “Agora some daqui, dá no pé”.
Depois desse dia eu continuei conversando com ele como se nada tivesse acontecido e também não gosto de chamar os carinhas que já ficaram comigo pois espero eles me chamarem, quando estão na seca ou precisam de algum dinheiro. É até por isso que muitos confiam em mim pois eu não fico na cola de nenhum.
Essa foi a primeira, de muitas história que irei contar pra vocês, colorei em alguns sites. Abaixo está o meu email. Quem quiser pode me escrever, gosto de trocar idéias e fazer amizades. Até mais. rodrigo-bh-mg@ig.com.br

Flaguei meu filho dando o cu

Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 17 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: “Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai...” E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: “Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra...”. Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: “Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado...” Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: “Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou!” Então Caio respondeu: “É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido”. Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia acontecido.

15 Aninhos com outro homem

Tenho 17 anos. O que conto agora ocorreu há dois anos, ou seja, eu tinha 15 anos. Na época: 1,70m, 60kg, cabelos castanhos lisos, poucos pêlos, branco, uma bunda pequena, mas empinadinha, rosto angelical. Havia, até então, apenas tido experiências com mulheres, sexo, só com uma.
Hoje, não mudei muito, estou um pouco mais alto e um pouco mais encorpado.
Costumava, há um tempo, me masturbar com um amigo do prédio, assistíamos filmes pornográficos, víamos revistas de mulheres peladas, mas cada um na sua, era algo hetero, desde que havíamos descoberto a masturbação. Esse meu amigo, chamado André, era um pouco mais velho, uma diferença por volta de 1 ano. Ele era mais alto, mais forte, tinha um pau bonito, grande e grosso. Nos últimos tempos, começava a perceber que sentia algo diferente quando via o pau de André duro na minha frente. Me parecia mais interessante que as revistas ou filmes, desejava tocar nele e fazer outras coisas com ele. Em casa, quando me masturbava, pensava no André, me excitava muito e gozava rápido. Quando nos encontrávamos, já sentia dificuldade de esconder minha atração por ele. Eu queria sentir ele dentro de mim. Planejava agir, mas quando estava frente a frente com aquele pauzão, não conseguia fazer nada.
Um dia, eu estava muito excitado, em casa, quando o André me ligou me convidando para assistir um filme pornô novo que ele havia comprado, muita putaria e blá, blá, blá. Fui determinado, era a hora de agir, matar aquela vontade que me perseguia. André ligou o filme, tirou o pau duro das calças. Ao ver a cena, já me excitei bastante. Tomei coragem e perguntei se podia tocar no pau dele. Ele, meio assustado, respondeu que achava que não tinha problema algum. Peguei meio sem jeito, acariciei um pouco. Comecei, então, a masturba-lo. Ele, ofegante, ainda meio assustado, pedia para eu não parar porque estava bom. Fui com a boca até o pênis dele e dei uma lambidela na cabeça. Lambi seu pau todo, até o talo, enquanto, com a mão acariciava entre suas coxas e seu saco. Abocanhei, então, seu pau todo. Ele parecia não acreditar, mas assim como eu, estava nas nuvens. Eu parecia sonhar, finalmente podia sentir aquele pau. Comecei a chupar com vontade, olhava bem nos olhos de André, ele se contorcia, até que inundou minha boca com sua porra. Era a primeira vez que eu sentia aquilo, achei muito bom, engoli o máximo que pude, mas ainda vazou um pouco pelo canto a boca, ele gozava em grande quantidade, vários jatos. Eu não havia gozado, mas me sentia muito bem. Quando ele terminou de gozar, o clima ficou meio chato, ele não acreditava que havia deixado aquilo ocorrer e achava melhor nunca mais repetirmos. Fingi concordar e pedi pra ele se acalmar, dizendo que se ele não quisesse, não ia se repetir. Ele deitou, eu deitei do lado, um pouco afastado esperando que as coisas melhorassem. Ele ligou o som, ficamos calados por um tempo, sérios. Eu ainda estava excitado, tinha vontade de terminar o que havíamos começado. Me aproximei e perguntei no ouvido dele se ele ia perder a chance de experimentar meu cuzinho. No momento, vi o volume subindo em sua calça, ele me olhou com uma cara meio indecisa. Pensou. Repentinamente, me puxou e me deu um beijo. Adorei, nunca havia beijado outro homem. Nos abraçávamos, nos beijávamos, ele me dava beijinhos no pescoço. Tirei a camiseta dele, ele tirou a minha. Levei a minha mão ao pau dele, coloquei pra fora da calça, abaixei a calça dele. Enquanto nos beijávamos, eu masturbava ele. Foi quando ele falou no meu ouvido pra eu ficar de quatro porque ele queria entrar em mim e que naquele dia eu seria só dele. Me posicionei como ele pediu. Ele tirou minhas calças, me deixou peladinho. Empinei a bundinha. Ele passou saliva nos dedos e passou no meu cuzinho, ficou penetrando o dedo no meu anelzinho, um, depois dois. Eu estava adorando, dava gemidinhos e rebolava nos dedos dele. Ele veio ao meu ouvidinho e disse que achava que eu já estava preparado. Foi quando senti sua cabeça encostando na portinha. Ele começou a forçar, eu empinei a bunda pra trás. Pedi para ele penetrar. Começou a entrar, doía um pouco, mas eu resistia e queria mais. Ele foi enfiando aos poucos, eu gemia e pedia para que não parasse. Depois de um bom tempo, envolvido pela dor e pelo prazer de finalmente sentir aquele pau me penetrando, André veio ao meu ouvido disse que já estava todinho dentro de mim. Olhei pra trás e não acreditei. Realmente, havia entrado até o talo. Pedi, então, para que fudesse meu cuzinho, bem gostoso. Ele começou a movimentar-se dentro de mim, a princípio, lentamente. Já não sentia tanta dor. Rebolava em seu pau e gemia, pedindo que não parasse. Começou a dar estocadas mais fortes e mais rápidas. Fui às nuvens. Gemia muito alto, rebolava muito e queria aproveitar ao máximo aquela pica dentro de mim. Ele pedia para que eu gemesse mais. “Não era isso que você queria? Então tome! Geme gostoso. Sua bundinha é deliciosa”. “Vai, André, não pare, vai, assim...isso...vai...”. Então, ele avisou que ia gozar. Eu pedi para que enchesse meu cu com sua porra. Em meio estocadas rápidas e meus altos gemidos: “Ahhhh...”. André inundou meu cuzinho com sua porra, eu, rebolando, ao sentir sua porra adentrando meu ânus gozei junto, muito. Caímos os dois, deitados, apoiei minha cabeça em seu peito e ele me envolveu com seu braços. Ele me elogiou, falando ao meu ouvido, disse que minha atuação havia sido muito boa e que não imaginava que meu cuzinho era tão bom. Eu agradeci e disse que parecia estar em um sonho. Ele disse que a partir de então eu seria a putinha dele. Eu adorei a idéia e aprovei com um sorrisinho. Foi o que realmente aconteceu, mas deixemos outras histórias para contos futuros.
Espero que tenham gostado e que votem nesse conto, me incentivando a escrever mais. Meu e-mail é: gunegri@bol.com.br

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Amigo da Net

essa história é veridica e aconteceu com um amigo da net, ai eu pedi para relatar e ele deixou...
na realidade qdo ele me escreveu o e-mail contando a hostória dele de incesto eu fiquei foi de pau duro, mais é uma linda história...

Meu nome é Wagner, bem desde de criança sempre fui afeminado, na escola sempre riram de mim e eu sei que seria um viadinho, mais enfim qdo garoto sempre fazia troca-troca com meu primo, mais eu nunca queria fuder, queria apenas ser fudido, na realidade isso entre os 7 anos nem tem influencia pq não havia penetração, mais um dia meu pai me pegou dando la pelos 8 anos e me deu uma surra e outra em meu primo, ele me chamava de viadinho pra lá...
enfim ele nunca gostou de ter um filho afeminado e tinha certeza que qdo grande seria gay, minha mãe que me protegia dele...
a parte triste aconteceu aos 13 anos, minha mãe morreu e ficou apenas eu e meu pai, tres meses depois que ela se foi ele parou e sentou comigo e disse que estava me preparando uma surpresa... o fim de semana estava chegando, ele disse para eu entrar no carro que ia me levar num lugar legal, fomos para um hotel, fiquei tão feliz, um fim de semana em hotel bacana com piscina e tudo...
mais chegando lá no quarto ele me disse que eu ia ser a puta dele e que eu ia aprender, ele era forte, 46 anos era caminhoneiro, tinha 1,81m bem gosrdinho com uma barriguinha e usava barba, me pegou e me bateu na cara...
disse que eu ia fuder com ele, tentei lutar mais apanhei, tomei um soco na barriga e outro na boca e começou a sangrar, eu chorava e ele não queria nem pensar em parar, estava de shorts e camiseta, ai foi facil me deixar pelado, disse que eu ia ser um viadinho e que ele ia começar a me fuder, me jogou na cama de bundinha par cima, o filho da puta nem cuspiu no meu cu, colocou a cabeça e logo deu uma estocada, por um instante eu desmaie, mais para meu azar eu logo recobrei o juizo, e qdo acordei tinha uma tora enfiado no emu rabo, no ele gemia, batia em minha nunca, me chamava de puta e viado, nossa como doia, parecia que tinha um pedaço de madeira com areia na minha bunda, entrando e saindo rapidamente, a minha sorte era que ele tinha ejaculação precoce, gozou dentro de mim que eu senti o jato no meu cu, depois saiu e eu senti a porra dele escorrer junto com um pouco de sangue nas minhas pernas, fiquei deitado e ele me mandou tomar banho que a surpresa não parava por ai, ele pegou o celular e foi ligar e começou a falar baixinho no cel, fui tomar banho me arrastando, meu cu ardia e qdo estava me enchugando ainda saia um melado do meu rabinho, mais qdo sai do banheiro tinha mais 4 homens homens amigo do meu pai me esperando naquel quarto de hotel para me fuderr, um era meu tio irmão da minha mãe, outro era nosso vizinho, seu geraldo um senhor alto de 1,90m, tinha uns 55 anos, era farmaceutico, ele era branco de olhos claros, tinha um pinto enorme, mais de 23 cm e o pior era grosso, os outros dois era ajudante do meu pai...
seu geraldo era um homem experiente, me deu 4 comprimidos de dorflex, disse que era relaxante muscular e ia doer menos, e me trouxe ky para passar em meu rabo, primeiro meu tio, fudeu um monte, eu apenas chorava e meu pai estava bebendo e rindo, disse que adorava me ver como uma puta, sendo fudido, e qdo eu chorava ele vinha e me batia, meu tio saiu e depois foi o seu geraldo, nossa como aquilo me rasgava, ele bombava e bombava e não parava, o ele não gozava nunca, nossa quele velho me arrombou tanto que qdo ele acabou meu cu ja estava anestesiado, depois foi os outrs dois ajudantes rapido e sem graça, meu tio repetiu a dose e o seu meu pai queria tb, mais o seu geraldo não deixou, disse que poideria me dar uma emorragia e se me levassem para o médico descobririam tudo, ai eu fiquei o fim da sexta, sabado e o domingo sem poder sentar direito, todos foram embora, apenas ficou eu e meu pai, no domingo ele me comeu duas vezes...
vou adiantar um pouco, fiquei servindo sexualmente meu pai por mais 3 anos, e nesse tempo de vez em quando ele levava os amigos para uma festinha, aos 16 sai de ksa, seu geraldo alugou uma ksa para mim e agora eu so fodo com ele, ele virou meu macho, claro que dou minhas escapadas, mais tenho que aguentar aquela tora, e tem o filho dele tb que me fode, eles são casados e as mulheres dele não sabe...
o filho da puta do meu pai nem sei, caiu no munmdo viajando de caminhão, e eu sou do seu Geraldo até hoje aos 19 anos...

Flagra III

olá leitores, voltei pra contar a vcs a continuação da brincadeira.
quem leu peguei no flagra dois ja sabe da história.
estava eu saindo da suite onde paulo e joão ficaram na banheira, e fui eaguardar o boy da farmácia, não demorou muito ele apareceu.
peguei o ky que ele trouxe e fui me juntar aos meus lindos e gostosos filhos, brincamos muito um com o outro, ficvamos bem limpinhos e exitados, então falei pra irmos pra cama.
focamos nos alizando e carariciando um ao outro, não conseguia resistir aquelas duas picas lindas desse garotos lindos, peguei as duas e fiquei alternando as chupadas, joão vei me chupar enquanto paulo chupava joão.
levantei as pernas de paulo e comecei a acariciar seu anus.
era rosadinho, bem fechadinho, sem pelos, uma delícia, metia a lingua levemente arrancando arrepios e gemidos dele.
então disse.
- bem meus amores, vamos começar a iniciação desses cusinhos virgens, mas eu gostaria que vcs dois se iniciassem.
peguei o gel, e paulo tomou de mim, colocando joaõ de bruços na cama, coloquei dois travesseiros em baixo pra ele ficar mais empinadinho, e ajudei paulo na lubrificação.
como os dois ainda são virgens e saudáveis, não usamos camisinha, pois estavamos em família, então paulo começou a forçar a entrada do cusinho de joão.
falei pra ele ir bem devagar e com calma, pois não tinhamos pressa nenhuma.
- aii paulo, devagar, deixa eu ir pra trás, assim eu sei quando dá pra meter mais.
- paulo?, disse eu, deita de costas e seu irmão senta em cima de seu cacete, assim fica mais fácil pra seu irmão.
ele ficou e joão veio sentar em cima .
gente, a cena era dislumbrante, meu pau tava explodindo, e em poucos minutos joão estava com o pau do paulo todinho atolado no cusinho, e já começava a cavalgar, aproveitei e coloquei o pau de joão que estava duro como pedra na boca e comecei a chupar com vontade.
joão gemia de prazer, perguntei se estava doendo, ele disse que não, , estava uma delícia, e que iria gozar, não aguentava mais, e não aguentou mesmo, foi porra pra tudo que é lado.
então pedi pra ele sair de cima e eu fui me sentar na pica de meu querido filho, e que pica.
tive certa dificuldade pra meter tudo, pois fazia muitos anos, desde minha infancia que não levava mais nada no cu.
cavalguei com gosto, joão veio me chupar, e gozei fartamente no seu rosto e no peito de paulo.
paulo ainda não tinha gozado, e joão ja estava de pau duro novamente.
então foi a vez de joão comer seu irmão, ficou de 4 e joão fez desaparecer seu pau no cú do irmão mais velho.
que coisa deliciosa ver aquela cena, me coloquei por baixo de paulo e chupei seu pau e ele gozou na minha boca, depois foi a minha vez de comer os dois, coloquei joão de frango assado, como ele já estava bem aberto pelo pau do paulo, meu pau entrou suavemente arrancando um gemido de prazer intenso de meu lindo caçulinha, e paulo vendo a cena me enrrabou gostosamente me fazendo de recheio de um belo sanduiche em família.
gozamos os tres quase juntos, meu cú piscava de tesão, o lençol, estava todo molhado de tanta porra que saltamos.
depois dessa maratona sexual deliciosa, fomos todos pra banheira, nos lavamos , trocamos a roupa de cama e dormimos os tres abraçados.
acordei no dia seguinte, com duas bocas gulosas me chupando, foi delicioso, e foi só o começo do fim de semana.
abraços a todos, e boas punhetas.
quem quizer entrar em contato, claudio1960@hotmail.com

O Flagra

olá, meu nome é claudio, sou divorciado, meus dois filhos moram comigo joão pedro 16 e paulo augusto 17 anos, ambos lindos tipo gatões, daqueles que a mulherada não larga do pé.
primeiramente, gostaria de dizer que sou um coroa de 46 anos inteiraço com tudo no seu devido lugar, me considero bonito e atraente e já tive no passado algumas experiencias bi-sexuais.
esta história, começa exatamente em 02 de março de 2007, agora, recente.
estava voltando de um seminário de medicina, onde fiquei 4 dias fora de casa, sou médico urologista, não via a hora de chegar ao nosso apto, afim de tomar um banho refrescante, e dar uma boa relaxada, depois de 6 horas de estrada, é, estrada sim, pois voar nesses tempos é mais difícil que menina de 18 anos virgem.
cheguei em casa por volta de 17:00,entrei no apto como de costume, fui em direção a minha suite, quando ao passar pelo quarto de meu filho, me deparo com uma cena linda e ao mesmo tempo constrangedora, paulo e joão, estavam num 69, maravilhoso, bem descontraídos, e que belas picas.
o que me chamou a atenção era o dote de joão, grosso, cabeça vermelha, um sacão grande, fazia muito tempo que não os via pelados, aquilo me deixou com muito tesão, me veio um filme em minha mente, das poucas vezes que estive em situação semelhante, não sabia se continuava olhando ou se saía dali.
resolvi entrar em meu quarto de deixar os dois em paz, como se nada tivesse visto, tranquei a porta de meu quarto, enchi a banheira e fui me relaxar, onde mati uma punheta deliciosa, gozei umas tres vezes.
claro que eles ficaram sabendo de minha chegada, e tb. com certeza, ficaram apreensivos e na dúvida, se eu vi ou não alguma coisa.
meia hora depois, saí do quarto de roupão, e fui até a sala, paulo ficou surpreso com minha aparição, e me perguntou.
- pai?, voce em casa já!
- oi filho, é que voltei de carro, tive que alugar um pra voltar, os aeroportos estão um verdadeiro inferno, onde está seu irmão?
- ta na casa de um amigo, não voltou ainda, porque?
- nada, só queria saber onde andam meus amores.
nisso seitei ao lado de paulo e dei-lhe um abraço, no qual fui correspondido.
joão chegou em seguida e tb. nos abraçamos, pedimos um pizza, tomamos um vinho, e fomos assistir a um dvd.
o fime tinha algumas cenas picantes, e eu percebia que os dois ficavam arrumando os cacetes, quando eu dei uma pausa no filme, e deu uma de louco.
- eu precisava falar uma coisa pra vcs, espero que não haja constrangimento de nenhuma das partes, mas hoje quando cheguei em casa, eu ví vcs, dois transando lindamente, fiquei doido de tesão, e quero dizer que não sou contra ao que vcs, fazem, e que se houver possibilidade, eu tb. gostaria de participar de uma transa com ambos.
paulo e joão me olharam assustados, e nada responderam, apenas me agarraram e me abraçaram, dizendo.
-pai, vc. sempre foi minha inspiração em minhas punhetas, eu e o paulo, qdo batiamos nossas punhetas em conjunto, sempre comentavamos, sobre o quanto vc. é gostoso, seu pau, sua bunda, seu corpo todo, vc. é nosso rei, e é o que nós mais queremos.
nisso, nos entrelaçamos em um beijo triplo de lingua, desfizemo-nos de nossas roupas, paulo foi direto pro meu pau, que estava duro como pedra, peguei joão e comecei a chupar seu cacete, era lindo, uma textura gostosa, quente e vibrante, estava nas nuvens, meu dois filhos lindos alí na minha frente, e nos deliciando da melhor forma que podíamos.
não deu 5 min, e joão avisou que iria gozar, e eu continuei a chupeta no seu pau, e ele despejou toda porra quentinha na minha garganta me lambuzando todo.
paulo vendo a gozada de seu irmão, levantou-se, e veio meter seu pau tb. na minha boca, eu estava sentado sofá, ele veio ficar em pé sobra o sofá na minha cara, metendo seu pau com vontade, fudendo minha boca, joão continuou a chupeta em meu pau, tomando lugar irmão que gemia na minha lingua, não resisti e gozei forte na boca de joão, que continuou a me chupar não deixando meu pau amolecer, qdo paulo tb. goza na minha boca, esfregando seu pau em meu rosto todo lambuzado de porra.
nos juntamos e nos beijamos mutuamente, um sentindo o gosto do outro.
passado os espasmos, sentamos um ao lado do outro, e comentamos o ocorrido.
disse a eles que nunca tinha tido uma expereriencia tão maravilhosa em toda minha vida, e contei que qdo era garoto tb. tive algumas experiencias com amigos, e que depois de tê-los visto naquele 69 em seu quarto, fiquei maluco, e por isso cheguei de frente pra encara-los, e acho que foi a melhor coisa que ja fiz em minha vida.
nossos corpos cheiravam a sexo, estavamos todos de novo de pau duro.
perguntei a eles se eles faziam anal tb., e pra minha surpresa, eles disseram que estavam tentando iniciar, mas que ainda não tinham consumado o fato.
perguntei a eles se gostariam de começar naquele momento, com bastante calma e paciencia.
eles disseram que gostariam sim, mas que nunca conseguiram lubrificar bem o anus um do outro e que sem um lubrificante era difícil.
peguei o telefone, liguei pra farmácia e mandei trazerem um tubo de ky gel.
fomos pra minha suite, entramos todos na banheira, relaxamos, brincamos os três animadamente, falei pra eles continuarem a brincadeira que eu ia aguardar o boy com o gel.
continuo a história em peguei no flagra e adorei ii

O Flagra II


a partir daquele dia minha relação com meu irmão obviamente mudou, não se tratava mais de um segredo meu que ele sabia, agora eramos cumplices do mesmo crime, mas não ficavamos nos ameaçando. muito pelo contrário, nos tornamos parceiros.
eu já havia confessado a meu irmão que queria dar pro nosso pai, inclusive pedi a ele várias vezes que usasse uma cueca dele enquanto me comia, certa vez meu pai chegou em casa antes da hora, nós tentamos disfarçar mas quando meu pai viu a cueca. eu já havia reparado que nosso pai começou a fazer marcação na gente, quase não nos deixava sozinhos e quando via que um ia pro quarto do outro ou entravamos no banheiro juntos ele vinha atras.
no começo isso me assustou, não sabia qual era a intenção dele caso descobrisse alguma coisa. comecei a ficar mais calmo quando percebi que as brincadeiras de nosso pai começaram a ficar extremamente maliciosas e homosexuais, sempre queria apostar alguma coisa valendo uma chupeta ou uma gulosa, quando estavamos só nos em casa ele sempre dava um jeito de ficar só de cueca, ou se sujava, ou estava com calor. bem, o fato é que isso me acalmou.
aos sábados meu irmão sempre saia com seus amigos e eu ficava em casa com meus pais, meu pai começou a se aproximar mais de mum nesses momentos assistiamos tv, tomavamos cerveja e até jogavamos playstation.
até que por acasião de trabalho minha mãe teve que viajar, era a oportunidade de meu pai.
no fim de semana a mesma coisa meu irmão iria sair e u ficaria em casa só que dessa vez só com meu pai.
ele me chamou pra ir a locadora e disse que a noite pediriamos pizza por telefone e pronto.
quando chegamos em casa meu irmão não estava mais, meu pai já foi logo ficando a vontade, quando eu percebi ele já estava de cueca, era azul com elástico branco, parecia bem confortável, ele foi vagarosamente acariciando os pelos perto do umbigo e foi descendo, bem devagar, ele falava sobre algum filme ou a pizza não sei, tudo ficou em camera lenta, e a mão ia descendo, entrando devagar sob a cueca, deixando os pelos a mostra, ele segurou seu pau com mão e o massageou, quando voltei a realidade era tarde demais para disfarçar, me virei todo desconcertado e disse que ia tomar banho, ele sugeriu que fosse gelado, voltei a experimentar sensação de gravidade zero, foi horrível.
no chuveiro estava com ânsia, pensei em dizer que estava mal e queria dormir, de repente ele abre a porta do banheiro, eu estava nu me virei, com vergonha, ele disse que eu estava demorando, e continuou: -não precisa ter vergonha.
pedi a ele que pegasse uma cueca pra mim, ele brincou, porque vc não fica peladinho, papai ta gostando de olhar pra sua bundinha - deu uma leve risadinha - ta bom, mas vou pegar uma bem pequena.
ele havia acabado de começar a beber, quanto mais ele bebia mais quente ficava a conversa. ele começou a falar da relação dele com minha mão, disse que ela não praticava sero oral e que ele nem se lembrava o que era isso. e eu, idiota ficando com vergonha, ele dando diretas que queria me comer e eu me esquivando, até que num momento de inspiração resolvi acordar pra vida e ver até onde isso ia.
ha, mas o senhor tem um corpão de homem, não acredito que ela não lhe de esse tipo de atenção.
è sabe - ele começou a se aproximar - eu tenho muita inveja do seu irmão.
eu fui diminuindo, aquele corpão chegando perto, me envolvento e eu sem entender nada: como assim inveja, inveja do que?
- você sabe muito bem, vc da um tratamento vip no seu irmão, eu já vi ele te comendo, vc não quer cuidar do seu pai, hein, põe a mão aqui - levando minha mão até seu pau - olha só o meu estado, vc não tem dó do seu pai?.
meu, duro aquilo era enorme e ...
bem terei que fazer mistério pois meu irmão chegou e não quero que ele saiba que meu pai já sabe, assim quando um não estiver disposto tenho o outro.
muito obrigado a todos que votaram no meu conto e assim que possivel irei continuar este conto.

Amor paterno

pai e amante me levando pela mão, meu pai me guiou até sua cama. a pouca luz vinda do corredor apenas permitia que nossas silhuetas ficassem aparentes. sua mão desceu até minha pica, todinha dura, e ele começou a me alisar em toda a região. eu sentia o calor, a delicadeza e o prazer que ele sentia em pegar no meu pau, nas bolas, debaixo do saco, nas dobrinhas das nádegas.
novamente ele me deu um longo beijo na boca, no qual ficamos mamando um a língua do outro. sua mão, agora, não só me alisava, mas apertava: as coxas, a bunda, os flancos. minha mão também desceu até sua pica super dura e comecei a dar a ele o mesmo tratamento, mexendo nela toda e sentindo como era peludo e sacudo. ao chegar na cabeça notei que estava molhada e perguntei se já era o líquido. ele disse que ainda não, mas se eu quisesse faria sair pra mim ver. acendeu um abajur e eu, como se já soubesse o que tinha de fazer, comecei a punhetá-lo. estávamos deitados ao contrário, de modo que eu facilmente alcançava sua rola e ele a minha.
ele apenas me alisava de leve, mas eu o socava com gosto, de modo firme, seguindo seus pequenos gemidos de tesão. ele começou a rebolar, a ficar um pouco agitado e percebi o pau crescer ainda mais entre meus dedos, antes de lançar uma espessa coluna de creme branco no ar. tão forte foi seu orgasmo que seus jatos atingiram seu peito e barriga, respingando em meu cabelo também. minha mão ficou totalmente envolvida naquele sêmen e eu, ao continuar a punheta, fazia o esperma espalhar-se em todo seu membro.
meu pai dava urros, se contorcia e eu sabia que aquilo era puro prazer.
novamente ele me puxou contra ele num abraço generoso e nossos corpos, enredados, rolaram pela cama.
novos beijos se sucederam e, aos poucos, ficamos colados, um adormecido nos braços do outro.
não sei quanto tempo se passou. lembro que despertei com ele atrás de mim, seu pau entre minhas coxas, ele sugando meu mamilo e sua mão gostosa, mais uma vez, brincando com meu pau. ao perceber que eu havia despertado ele me virou um pouco e desceu sua boca, me lambendo as costas, as nádegas, abrindo minhas polpas e lambendo meu cuzinho. apertava minhas nádegas entre os dedos e enfiava, bem durinha, sua língua no meu loló. um raio subiu pela minha espinha.
achei aquilo o máximo e queria mais. me virei e ficando por cima dele deitado, dei de cara com sua jeba novamente quente, grossa e totalmente ereta bem na minha cara. guiado não sei por que instinto, lambi a cabeça de sua pica.
desci a mão para suas bolas e meus lábios, ávidos daquele gosto delicioso que seu pau possuía, se prenderam mais fortemente na cabeça da pica. ele deu um tapa na minha bunda e exclamou: "safadinho...assim não...vai me fazer gozar de novo!".
aquilo quebrou todo o clima. virei-me, ainda por cima dele, e fiz minha rola ficar exatamente em cima da dele. com alguns movimentos de quadril eu fazia os dois membros se friccionarem. segurava seus pulsos na cama e, aproximando minha boca da sua, um novo beijo se seguiu. falei depois: "quer que eu lamba sua cabeça de novo?" ele olhou-me fascinado e disse: "gostou dela?" eu balancei a cabeça afirmativamente. ele recostou-se nos travesseiros, semi deitado, me permitindo agir livremente entre suas pernas. suguei mais um pouco e sua pica, cada vez mais grossa e pulsante, expulsou fortes jatos de esperma. um pouco veio na minha boca, no pescoço, no peito.
meu pai espalhou seu esperma com o dedo nos meus lábios, no peito e me trouxe para si, num abraço cheio de amor e carinho. após um novo beijo ele disse: "agora vou dar minha porra pra você sempre que você quiser, ok?" e adormecemos, abraçados, até o dia seguinte.
na noite seguinte eu aprendi, detalhadamente, como ele gostava de ter sua rola sugada. ele me chupou, mostrando como deveria fazer na dele, e gozou duas vezes, nesta aula prática, no fundo de minha garganta. ao voltarmos pra são paulo passamos a ter encontros noturnos, sempre que possível, quando minha mãe não estava por perto.
uns cinco meses depois daquelas noites na praia, num novo sábado sozinhos, as coisas tomaram outro rumo. eu estava sugando seu pau e ele alisando minha bundinha, procurando acariciar meu cuzinho com a ponta do dedo. estremeci de prazer e devo, em decorrência, ter piscado o cu. o fato foi que ele colocou uma generosa porção de saliva nos dedos e voltou a dedar meu reguinho. em pouco tempo a ponta de seu dedo estava alojada em mim. aquilo me deixou louco de tesão e eu, rebolando em seu dedo, caprichei na chupetinha, levando-o a um gozo delirante.
em retribuição ele passou a chupar minha pica, mas dessa vez colocando um dedo todo no meu cuzinho. conforme me chupava, seu dedo trabalhava meu ânus, entrando e saindo bem gostoso. era muito tesão. eu nunca havia sentido algo tão forte e, rebolando desesperadamente, gozei na punheta que ele me fazia.
após algum tempo de descanso ele perguntou se eu queria experimentar a cabeça de sua pica na minha bundinha. deitei de barriga pra baixo e ele ficou a cavalo sobre mim. passou bastante saliva tanto no seu pau quanto no meu cuzinho e começou a forçar, muito de leve, a entrada.
sua pica era cabeçuda e, visilmente, muito maior que meu buraquinho. após muitas tentativas frustradas ele, finalmente, teve outra idéia. colocou uma camisinha e espalhou grande quantidade de lubrificante em toda a extensão de sua rola dura, fazendo o mesmo em minha bunda. fiquei de quatro e ele, após colocar a cabeça de sua pica na direção certa, passou a manipular meu pau. adorei me sentir punhetado, bem como as palavras dele no meu ouvido, me pedindo pra ficar gostosinho pra ele.
com alguns movimentos e requebros nos quadris, finalmente, após um urro de minha parte, senti a cabeça de sua rola dentro de mim. ele parou imediatamente os movimentos, me deixando arfar e degustar as sensações que sua mão provocavam no meu pau. apesar da dor que eu sentia no cu, não queria parar de jeito nenhum. estava bom demais. ele quis tirar, mas eu pedi que não. agüentei firme e, após alguns momentos, já tinha me acostumado com o intruso.
sua mão ainda manipulava minha rola durinha e eu, aos poucos, fui sentindo sensações do mais selvagem tesão, que começavam no pau, passavam pelo cu e explodiam na minha cabeça. seguindo uma ordem biológica qualquer meu quadril, pouco a pouco começou a balançar, a remexer. ele me punhetava bem de leve e eu, empurrando minha pica em sua mão fazia, ao recuar, meu cuzinho se distender, se abrindo pra receber sua caceta dura e tesuda, semi alojada na minha bunda.
e assim, pouco a pouco, fui inteiramente invadido. percebi isso ao sentir os pentelhos de meu velho colados em minhas nádegas e ele, com um urro de tesão, explodir dentro de mim. ajudou-me a deitar e, ainda de joelhos, retirou o preservativo cheio de porra. desabou sobre meu corpo, me apertando e acariciando e, enquanto eu sentia sua respiração pesada, também ejaculei fartamente com apenas alguns toques na minha pica totalmente tesa.
após esse dia repetimos essas brincadeiras muitas vezes, mas mantendo nosso segredo por muitos anos. eu o sentia preso a mim através de um amor muito maior do que aquele que une pais e filhos. eu era, e sabia disso, a mais verdadeira fonte de prazer e tesão na cama.

A grande família

...relutei um tempo para escrever esta experiência porque tudo aqui é fato.hoje estou casado,,mas na época eu estava com doze,quase treze anos,era um garoto muito bonito e com um corpinho entrando na adolescência;meu corpo era todo lisinho com uns pequenos músculos se formando,meu pênis em formação estava com uns 12cm e minha bundinha era lisa e bem gordinha.eu me considerava um garoto tesão e as garotas me adoravam e eu nunca tinha olhado pra homens com olhar de sexo ou desejo;de vez em quando, em casa, eu tomava banho junto com meu pai mas nunca aconteceu nada a não ser os conselhos que ele me dava e os ensinamentos de higiene que ele me falava em relação ao pênis e de como lava´-lo.e,meu pai,era na época uma homem maduro,bem conservado com seus 46 anos.seu corpo era bem torneado, coxas fortes, peitos peludos,era um pouco calvo e com um bigode sempre bem feito.ele tinha uma kombi e as vezes viajávamos pro interior pra tomarmos banho de bicas que ele sempre achava em algum lugar.nesse dia fomos eu,,meu pai,meu cunhado e minha irmã e também minha mãe.chegando lá,fomos fazer umas visitas na casa de amigos.minha mãe ,irmã e cunhado ficaram na casa de nossos amigos e fui com meu pai tomar banho de bica que fica próximo dali.fomos apenas de calção de banho;meu pai de sungão e eu com uma tanguinha.levamos um sabonete,pois meu pai gostava de se ensaboar durante o banho na bica.o local onde abica ficava era tipo um banheirão com porta e tudo,só que a porta não tinha tranca e ficava apenas encostada.quando estávamos molhados, meu pai tirou a sunga ficando pelado e me pediu pra ensaboar suas costas e senti meu pequeno pênis crescer dentro da minha tanguinha de menino.depois que ele tirou o sabão do corpo,me ordenou a tirar a tanguinha e falou:---vou te ensaboar também.na hora fiquei de costas para que ele não notasse minha excitação de menino e começou a passar o sabonete nas minhas costas e foi descendo a mão passou o sabonete entre as minhas nádegas limpando bem fundo o meu cuzinho.comecei a sentir algo gostoso dentro de mim e empinei a bundinha e acho que el notou que eu tava gostando e demorou mais tempo nessa limpeza.nesse momento,a porta se abre e entra meu cunhado com minha irmã.meu cunhado vestia um sungão branco bem colado e minha irmã com um fio dental;quando ,irmão nos viu pelados,queria sair da bica,mas meu pai disse:--pode entrar,filha,não se preocupe,estamos em família!ela voltou!continuamos pelados mas minha irmã não olhava pra meu pai pelado.meu cunhado é um cara de 34 anos,corpo bem conservado pelos jogos de futebol que pratica e com um cavanhaque bem tratado que dá um charme a ele, e uma coxas bem fortes e peludas.minha irmã é um pouco baixinha e com uma bunda grande que dava pra ver pelo fio dental que ela usava.eu e meu pai ficamos nos ensaboando,mas eu já não estava excitado por minha irmã e cunhado estarem ali conosco.eles começaram a se banhar e de repente,meu cunhado começou a ensaboar minha irmã e foi sarrando nela até que estavam abraçados e ele alisando ela todinha e ela começou a gemer baixinho e quando começou a passar o sabonete nos seios dela o sutiã do biquine saiu e ela não se importou com isso e ele foi alisando os peitos dela que já estavam durinhos.eu e meu pai fazíamos que não estávamos vendo nada até que quando olhei meu pai estava com o cacete duro.meu pai pegou o sabonete e passou no pau fazendo movimento de masturbação e o imitei.ficamos os dois de frente pra meu cunhado e minha irmã na maior punheta,mas eu queria imitar meu pai e sempre olhava o pau dele e como eu era pequeno ,seu pau ficava perto da minha mão, e comecei a passar o sabonete no pau dele sem dar mais atenção a nada.nesse momento,meu cunhado já estava pelado de cacete duro e tirando o fio dental da minha irmã.meu pai me pegou e me levou pra debaixo da bica e começamos a passar o sabonete uma no outro.meu corpo bem junto ao dele e nossos paus batiam um no outro e minha irmã e meu cunhado olhavam parados aquela sacanagem entre pai e filho.meu pai não perdeu tempo e botou a mão na minha cabeça e forçou baixá-la para eu chupar seu pau e foi me orientando de como chupá-lo pois tudo aquilo era novo pra mim.mas consegui por o pau dele na boca e chupei como um sorvete;nesse momento cunhado e irmã se aproximaram e minha irmã começou a alisar os peitos de nosso pais e meu cunhado meteu o pau na minha boca e chupei os paus,um tempo mamava um e depois o outro.estávamos loucos de tesão!minha irmã se ajoelhou e resolveu me ajudar a chupar aquele 2 paus( o do meu pai tinha uns 18cm,do meu cunhado uns 19cm).enquanto eu chupava meu pai,olhei pra cima e para minha surpresa vi meu pai e meu cunhado no maior beijo e mostrei a minha irmã.ela se levantou ficou de quatro e pediu a nosso pai pra penetra´la.ele veio na direção dela,meu cunhado abriu a buceta dela e ele a penetrou forte e ela gemia e pensei que ela tava sentindo alguma dor mas pelo rosto dela vi que era de tesão e eu também queria sentir aquilo.meu cunhado ensaboou o pau veio até mim,abriu minha bundinha e passou sabão ,me mandou ficar de quatro também e foi enfiando e fiquei gemendo mas minha irmã não deixou e me beijou na boca sufocando meus gritos e comecei a sentir prazer e pedia mais .eu tava descobrindo o prazer do sexo e ainda mais em família.sai do pau do meu cunhado,meu pai ditou no chão e minha irmã sentou no pau dele e meu cunhado a penetrou no cuzinho e eu fiquei olhando aquela cena excitante do meu pai dando prazer a própria filha diante do marido dela.meu cunhado fodia o cú dela,e meu pai a buceta,mas eles não deixavam de se beijar.meu pai gozou dentro dela e saiu pra se banhar,meu cunhado a fodia de quatro,meu pai se aproximou de novo e meu cunhado começou a chupar o pau do meu pai e meu pau cresceu de novo.meu cunhado gozou no cú dela.tomamos uma banho juntos e fizemos um pacto de não falar pra ninguém.quando olhamos, notamos que o cacete do meu pai estava duro de novo e ele perguntou:--quem vai dar um jeito nisso?vão me deixar assim de tesão?e minha irmã mandou meu cunhado mamar ele e meu cunhado o fez.minha irmã passou sabonete na bunda dele e pediu a nosso pai pra foder o cú do marido na frente dela.meu cunhado falou que nunca tinha feito isso mas que ia tentar, e ficou de quatro facilitando o trabalho de meu pai.quando meu pai enfiou ,meu cunhado tentou escapar mas meu pai o segurou pela cintura e cravou direto no cú dele e minha irmã beijou a boca do marido.me aproximei deles,também fiquei de quatro e meu pai entendeu e meteu em mim também.ele fodia a mim e meu cunhado;e quando foi gozar gozou nos peitos da minha irmã e nos mandou lamber e deixamos os seios dela limpos e lambemos a porra gostosa de meu pai.
tomamos mais um banho,vestimos nossas roupas e meu pai nos prometeu dar aquele prazer a gente todo final de semana e nos pediu pra trazermos mais membros da família para nossos banhos de bica.

O amigo de mamãe

eu tinha uns 10 anos quando tive minha primeira experiência sexual. minha mãe é viúva e certa vez levou um amigo dela em nossa casa para jantar, tinha meia idade, usava óculos, ou seja, acima de qualquer suspeita. ele começou a puxar papo comigo enquanto minha mãe, na cozinha, preparava a janta e com as suas conversas disse que gostou muito de mim e me convidou pra sentar em seu colo. fiquei conversando com ele alguns instantes quando depois de alguns minutos ele colocou sua mão por dentro do meu calção e começou a acariciar meu pintinho que não demorou a endurecer. enquanto me acariciava ele fazia perguntas como: _fica duro né? e eu muito tímido apenas balançava a cabeça confirmando. eu não tinha a menor noção de sexo e por isso fiquei muito intimidado com a situação e, na primeira oportunidade que tive, ao chamado de minha mãe, consegui sair de seu colo. à mesa, na hora de servir o jantar, o amigo da minha mãe me chamou novamente para seu colo e depois dos pedidos dela acabei indo. por debaixo da mesa ele voltava a me acariciar e conversava normalmente conosco como se nada tivesse acontecendo. logo após o jantar minha mãe foi tomar banho e eu permaneci com ele “fazendo sala” em seu colo como ela pedira. ele começou a me excitar e, me masturbando com suavidade e delicadeza, dizendo que eu era bonitinho e etc, esse novo amigo conseguiu o que queria, melar toda a sua mão.
logo que a minha mãe saiu do banho ele se despediu alegando estar tarde e nunca mais voltou.
ao passar dos anos essa cena não saía de minha cabeça e era constantemente homenageada nos mais diversos lugares onde eu podia bater uma e sempre quando o tema da punheta era esse gozava com muito mais prazer. depois de quase 10 anos, em casa, a minha querida mãe chega com a boa nova de que encontrara um velho amigo que nunca mais tinha visto e me lembrou daquele personagem que não saía da minha cabeça. fiquei agitado com a idéia de que ele voltaria e comecei a planejar um jeito de ficarmos sozinhos novamente. quando ele chegou, logo me olhou de cima à baixo e eu olhei seco para seu pênis que desejava há anos. acho que ele notou e a minha grande sorte foi a de que minha mãe resolveu sair para comprar os produtos para outra janta e nos deixou sozinhos. logo que ela partiu, sentei sem hesitar em seu colo e comecei a lembrá-lo de 9 anos atrás com perguntas como: lembra quando você pegava no meu pauzinho e começava bater uma? e ele dizia: claro que lembro, como poderia me esquecer!! e dizendo isso enfiou sua mão por dentro da minha calça já aberta e começou novamente bater uma punheta muito gostosa com habilidade me deixando louco. eu dizia: isso tio, isso, não para... eu esperei por isso a minha vida inteira. não para. comecei a rebolar em seu colo e senti uma coisa dura me cutucando. com muita felicidade pedi pra ver o pau dele que sempre esteve em meus pensamentos. então ele levantou-se e abriu sua calça. eu prontamente me ajoelhei e comecei chupá-lo com muita vontade e nem me acreditava que o meu sonho tornara realidade. chupei até ele gozar na minha cara. depois sentei novamente em seu colo e ele continuou a punheta. pedi pra ele começar com carinho a colocar seus dedos em meu cu e fui prontamente atendido. com a delicadeza de sempre, o tio começou a introduzir um, depois dois e três dedos em meu cu me levando às estrelas de prazer. gemia alto pedindo uma pica e foi quando senti aquele pau enorme rígido novamente. ele deitou-se no chão e, chupando-o bem gostoso lubrifiquei bastante pra entrar do jeito que eu gosto. ele dizia: esse cuzinho não é mais virgem é? eu respondi: de pica ele ainda é, estava me guardando pro tio, sempre me masturbo pensando nisso que está acontecendo agora com um socador de alho envernizado da minha mãe e comecei a descer aquele mastro até o fim deixando-o impressionado com a profundidade de meu cu. com ele deitado, sentei em sua pica de frente pra ele que continuou a punheta pra mim. subia e descia como um profissional e babava de prazer, aumentei o ritmo e quando percebi que iria gozar avisei-o e ele começou a socar forte me deixando com um ardido gostoso. gozamos maravilhosamente juntos e posso garantir que foi a melhor trepada da minha vida. não sou gay mas essa fantasia está em meus pensamentos desde que esse conhecido entrou em minha casa. a primeira parte dessa história é verídica, já a segunda é a manifestação dessa vontade de dar pro meu amigo.

Amigo do orfanato

meu pai era diretor de um orfanato e as vezes trazia algum menino para passar o final de semana em casa como premio de bom comportamento. tudo bem até o dia que trouxe o carminho. uns dois anos mais velho que eu, era muito legal, fazia tudo para agradar, achei que era meio pegajoso, vivia tentando me pegar mas achei que era demosntraçao de amizade. sabado a tarde iamos para o clube mas chovia muito, meus pais foram para a reuniao do conselho e nos deixou sós eu, meu irmão mais novo e o carminho. estavamos brincando de esconde, eu e ele fomos para o guarda roupa nos escondermos do meu irmao. fechamos a porta e ai foi que na penumbra senti o carminho atras de mim me atracando agarrando pela cintura, ja com o pinto duro. ficamos assim um tempinho, eu sentindo aquela ponta me tocando, mas para não fazer barulho e chamar atencao do meu irmao. tentei escapar mas ele num lance baixou meu short até o pé e me engatou encaixando o pinto durissimo na minha bunda virgem dizendo que se eu nao gostasse ou doesse ele parava... foi fulminante, ao sentir aquela coisa quentinha pela primeira vez, tocando meu cuzinho que piscava intermitente me encochando firme para nao deixar escapar, não resisti e me entreguei logo a troco daquele prazer, deixei ele pincelar gostosinho... me ajeitando na pica...nisso chegou meu irmao batendo na porta e saino correndo ainda nos viu levantando a roupa... fiquei no maior tesao. adorei a surpresa... brincamos mais um pouco mas estava aceso e insisti para meu irmao ir ver tv sozinho na sala. chamei o carminho para o meu quarto e desta vez ele trancou a porta e disse que ia me comer de verdade... falou que ia me ensinar tudo que acontecia no orfanato e meu pai não sabia... já pelado eu pedi para dar para ele se não contasse nada para ninguem. ele riu, abaixou a calça, me mostrou o pinto e foi me montando em cima de mim na cama. senti o peso todo dele e mandou abrir minhas pernas, obedeci logo, e ajoelhado abriu minhas nadegas, apontou o pinto no meu cuzinho e foi primeiro tocando, massageando, penetrando devagar, entrando e saindo, doia um pouco mais relaxei e me entreguei para aquele moleque safadinho... curti cada minuto daquele. metou gostosinho, me xuxava. gozou rápido na minha bunda toda, me deixando meladinho...tomei banho e fomos para a sala até meus pais chegarem. ficamos vendo tv nos tres, estava frio, ficamos debaixo da coberta, e o carminho puxou minha mao para ficar acariciando o pinto gostoso dele. meu irmao dormiu e o carminho me sentou no colinho... a noite eu dormia no quarto com meu irmao e ele no quartinho dos fundos da casa. mas no meio da noite, não tirava o carminho da minha cabeça...não aguentei e sai e fui para lá. fui andando pelo escuro, entrei no quarto e quietinho levantei a coberta já peladinho. o carminho ja estava ereto me aguardando. falei que não estava aguentando de vontade de dar a bunda para ele. me chamou de viadinho gostoso e que eu teria que convidar ele toda semana. me abraçou pelas costas, puxou minha mao para segurar o cacete dele, estava latejando uma delicia e depois de me lubrificar me meteu novamente até me sangraando, mas eu queria tudo, longamente, e entao gozar gozar dentro do meu cuzinho carente. tomamos outro banho e fui dormir para sonhar com este dia lindo.

É chato ser inocente


quando criança é foda...como a gente é inocente.e ainda por cima os meus pais não me ensinaram nada sobre sexo.o que aprendi foi escutando os outros colegas da minha idade e vendo revistinha pornô.
lembrando que sempre fui muito tímido!!! e fui criado para não dizer não!!!
por causa na minha inocência muitos se aproveitaram de mim sem eu saber o significado dos seus atos.
onde eu morava quando criança era um bairro novo, cheio de construções e tal...
então vou começar quando eu era bem novo e de tudo que me lembro...
* quando eu tinha uns 6 anos 3 amigos de mais ou menos 12 a 14 anos me levaram para a casa de um deles.chegando no quarto eles simplesmente tiraram a calça e começaram a bater punheta dando risada.
o que eu me lembro eu já estava de bruços na cama e sem o meu shorts e cueca. sempre era um que tentava de qualquer jeito enfiar a vara em mim mas não conseguia ( se conseguisse com certeza eu estaria no hospital mais tarde!!! ). depois que brincaram bastante com a minha bunda o mais velho me levou para o banheiro e se trancou comigo lá. ele tirou o pau pra fora e me fez abocanhar.nem a pau aquilo entrava na minha boca, somente a cabeça entrava e eu tinha que escancarar bem a boca. os outros batiam na porta e falava para ele me deixar ir embora. depois de esfolar o céu da minha boca me liberou. fui embora sem ter noção do que tinha acontecido e nunca falei nada para ninguém.
* aos 7 anos estava com um grupo de colegas atrás de uma construção,uns 4, que depois foram embora e ficou somente um que sentou no chão e tirou o pau pra fora e estava bem duro. me pediu para sentar no colo dele e fiz sem saber o porque. ele começou a se esfregar bastante na minha bunda até que pediu para eu tirar o meu shorts para fazer algo a mais. mas não fiz por vergonha de estar no mato e de aparecer alguém e me vir pelado. se fosse em outro lugar ficaria sem mais nem menos e ele teria me fodido o meu botão.
* nessa idade, eu estava voltando por uma estrada de terra quando um colega me alcançou. era um neginho de uns 13 anos. ele simplesmente pegou a minha mão e pos dentro do seu shorts e pediu para ficar segurando. colocou a sua camiseta na frente fomos andando por uns 600 metros até que chegando perto da minha casa ele tirou a minha mão e seguiu o seu caminho. cheirei a minha mão estava fedendo a suor e algo mais.
* aos 8 anos estava brincando de pega-pega na ultima rua no bairro quando eu caí e comecei a chorar. apareceu um colega de uns 13 anos da mesma rua de minha casa e me colocou na garupa da sua bicicleta e falou que iria me levar pra minha casa. mas ele passou reto e eu perguntei onde estava me levando e ele falou que era para eu uma coisa. como era começo da noite ele me levou para uma matagal perto de minha casa. tirou a minha roupa com tudo me pos de bruço e abriu a minha bunda. senti ele colocar algo na porta do meu botão e ficar forçando. mas forçando mesmo!!! ele jogava todo o seu peso em cima de mim e comecei a sentir uma dor no cú. ficou ali se esfregando por uns 5 minutos até que se levantou, colocou a roupa e me levou pra casa. me disse que se fizéssemos isso de novo me daria doces. passei a mão no meu botão e estava meio melado e dolorido. passei a noite sentindo aquela dorzinha.
* pouco tempo de depois estava eu, ele ( o mesmo que me pos de bruço ) e mais um colega nos fundos de uma construção. ele falou para o outro colega da minha idade ficar espiando pra ver se não vinha “ ladrão “ . quando esse colega saiu eu reparei no ato o tamanho da vara que se formava no shorts dele. nem deu tempo para eu pensar ele me agarrou com tudo e começou a se esfregar em mim. no mesmo instante lembrei da dor que ele me provocou quando forçou a entrada no meu cú e comecei a debater com tudo. ele me soltou e sai correndo para minha casa. nunca mais me procurou...
* aos 9 anso eu estava mais esperto com esse tipo de atitude mas continuava muito tímido. um dia estava na casa de um colega de uns 15 anos e uns mais velhos do que eu. esse de 15 tirou uma puta pica dura no shorts e começou a balança na minha frente. fiquei parado e não sabia o que fazer. os outros começaram a dar risadas e falavam que queriam escutar eu gritar sentando na vara dele. isso me deu medo pelo tamanho da vara. ele pediu para sentar e eu gesticulei não com a cabeça... me ofereceu umas bolas de tênis para eu sentar e novamente gesticulei não. os outros queriam me agarrar e fazer eu sentar a força naquela coisa mas ele disse para não fazerem isso. graças s deus.
* aos 10 anos eu arranjei um colega da mesma idade e começamos a fazer troca-troca sem saber.mas o cara era esperto!!! quando era para folgar com ele era acabava rápido e quando era comigo ele demorava uns 3 minutos.vale lembrar que a pica dele era o dobro do meu!!! ele queria que eu colocasse o máximo do pau dele dentro da minha boca e ficasse passando a língua na cabeça. a cabeça era única...até hoje não vi nada igual...era do formato normal mas só que mais comprida, também o dobro do meu.
um dia ele me colocou de pé e me fez ficar bem encurvado quase colocando as mãos no chão. ele colocou o pau na entrada e ficou forçando.pra mim estava normal achando que aquilo não ia entrar.mas entrou...e enfiou fundo. e ficou me perguntando se doía. respondia que não mas sentia ele no fundo do meu reto...forçava mais ainda e perguntava de novo...eu disse que não mas isso incomodava lá dentro.
uma vez o viado enfiou lá dentro e mijou pra caraio dentro de mim...fiquei uns 2 minutos mijando pelo cú!!!
por causa de uma coisa que ele fez fiquei apavorado de continuar fazendo troca-troca.
isso quando tínhamos mais de 11 anos.
estávamos numa pedreira no fim do bairro e começamos a brincadeira...um chupa...depois o outro chupa. até que ele falou que não queria mais e queria somente por na bunda. tudo bem...
uma hora ele tentava enfiar depois eu tentava...até que...ele conseguiu encaixar direito em enfiou de uma vez...meu deus...aquilo parece que atingiu lá no fundo do estomago.
a dor foi terrível. empurrei ele com tudo, mal subi o shorts e sai correndo. enquanto corria ficava passando a mão no cú com medo dele ter me machucado no fundo e ficar sangrando.
ele me alcançou e me disse que mais tarde passaria em casa para continuarmos a brincadeira.
e ele passou mesmo e quando eu vi ele estava no meu quarto. falei que estava doente e não iria sair, mas na verdade estava apavorado de ficar perto dele com aquela pica enorme querendo me comer...
depois disso inventei a desculpa de que eu estava fazendo primeira comunhão e que era pecado fazer isso nesse tempo. nunca mais me procurou de novo.
até o dia em que ele apareceu em casa. eu tinha uns 18 anos e ele perguntou se ele podia usar o meu isqueiro. dei o meu isqueiro mas ele falou que era o outro olhando para a minha bunda. respondi brincando que já tinha dono e ele não falou mais nada e nunca mais tocou no assunto.
mas... se tivesse falado que poderia usar???

No Cavalete

estuprado quando criança eu tinha cerca de 11 anos, luizão e alemão (como eram conhecidos), deviam ter cerca de 17 e 18 anos, morávamos no mesmo bairro, luizão era muito conhecido por empinar pipa e ser muito bom “relo”, era mais ou menos umas 6 h da tarde, estávamos os três assistindo os pipas (ou papagaios, sei lá com vocês conhecem), lançando no céu, quando luiz resmungou ao no ouvido de alemão e logo pintou o convite, disse que iriam fazer diversos pipas para empinarem no dia seguinte, e propuseram que se eu fizesse a rabiola destes, me dariam um e um pouco de cerol ( cortante a base de cola e vidro para cortarem pipas ), topei imediatamente, o local indicado era um curral, escolhido sob a alegação de que não queriam que outras pessoas descobrissem como faziam cerol, quando chegamos ao local indicado, alemão se ausentou, por alguns minutos e em seguida voltou com uma corda na mão, assim que eu o avistei, luiz me agarrou pela costas e eu perguntei o que estava acontecendo, e disseram que eu seria a mulher deles, alemão amarrou minhas mãos e pés de forma que minha barriga encostasse no cavalete (onde se amarra cavalos), meus pés ainda soltos, luiz arriou meu short, e assim amarraram agora em direção ao joelho, fiquei como se estivesse dobrado o corpo sobre o cavalete encostando minhas mãos no joelho, não tenho noção do tamanho do pau deles, mas sei dizer que doeu muito, luiz pegou sua rola, acredito que tenha cuspido nela, pelo barulho que fez, fiquei com medo, não esperava aquela reação deles, comecei a chorar e até urinei, mas sem qualquer piedade, luiz encostou sua rola na entrada de meu anus, e forçava a passagem, novamente parava, cuspia novamente e voltava a tentar empurrar, eu fazia força com as pregas para que ele não conseguisse, nesse mesmo tempo, alemão começou a bater sua rola em minha cara, e dizia que se eu resolvesse contar para alguém os meninos de minha idade iriam tirar o sarro meu, senti uma dor mais forte, era o luiz que conseguira colocar a cabeça de seu pinto, a dor foi indescritível, parecia que quando ele forçava o corpo para dentro a região de meu anus acompanhava seu pinto para frente e para trás, ele forçou mais um pouco e eu soltei um grito, onde alemão me deu um murro na nunca, foi quando alemão pegou dois ganchos que estavam no chão, sujos de terra, e segurando com uma das mãos colocou em minha boca, impedindo que eu a fechasse, e assim colocou sua pica em minha boca, forcei os lábios para tentar impedir que ele fizesse isso, mas foi inútil, senti sua pica encostar em minha língua, abri minha boca o máximo que pude e sacudia minha cabeça, na tentativa de evitar que sua glande encostasse nas paredes de minha boca ou língua, ele segurava na base de seu pinto e o girava em minha boca, sentia um nojo desgraçado daquilo, e medida que luiz fazia o vai e vem inclinou-se sobre minhas e gozou, ao tirar seu pau de dentro de mim, senti um alivio tremendo, mas foi por pouco tempo, só deu tempo de ouvir o alemão dizer: - agora é a minha vez, e seguindo o mesmo ritual do outro, encostou seu pinto na entrada de meu cu, e segurando a base, começou a socar em mim não sei se é por ter sido comido por luiz, mas a verdade, apesar de dolorida foi mais fácil, queria que aquilo terminasse logo, queria poder matá-los naquele momento, me lavar, sei lá, queria tanta coisa, sei que não ficamos tanto tempo ali, mas pareciam horas, alemão dizia para o luiz queria enfiar até que suas bolas batessem em meu saco, luiz disse que tentara mas parecia que a posição em que eu estava ou meu corpo, impedia que tal feito acontece-se, e assim forçou o meio de minhas costas para baixo como se eu estivesse empinando minhas ancas, e estocou com força, minhas pregas ardiam, e ainda mais esta, não resisti e soltei um novo grito, que foi contido com um novo murro na nuca, voltei a chorar, luiz, excitado com a sena que via, pergunta a alemão como fizera para colocar seu pinto em minha boca, e assim vem ele, recolhe novamente o gancho do chão (agora mais sujo do que antes, porque molhado anteriormente com minha saliva, recolhera mais areia do chão), desajeitado, inicia um movimento de vai vem e minha boca, que por diversas vezes, tive ânsia de vômito, por que a medida em que ia para trás e para frente seu pinto atingia o céu da minha boca, língua, e a parte dos fundos, provocando esta ânsia de vômito, alemão agora conseguira colocar todo o seu pau em mim, e passa bater sua virilha em minha bunda, dando a entender que conseguira realizar suas intenções, sentia meu cu todo preenchido, não sentia prazer, só dor, ardia demais, alemão como querendo aproveitar o máximo aqueles momentos, quando acho que ia gozar, ele parava, ora com seu pinto enfiado em mim, outra com ele do lado de fora, quando deixava do lado de fora para mim era um tormento, porque assim novamente viria aquele ritual de encostar a glande na entrada do cu e enfiá-lo novamente, apesar de relaxado ou sei lá..., acostumado com fato de que não tinha como sair, não resistia mais, minha barriga agora também começa a doer devido ao tempo que fiquei com meu peso sobre o cavalete e a permanência na mesma posição, luiz acelera os movimentos e goza em minha boca, tentei cuspir mas o gancho impedia esta ação por instantes, instintamente luiz força minha cabeça para trás e fecha minha boca, assim acabei engolindo, não sei dizer a quantidade, mas foi o suficiente para saber que é meio viscoso e quente, ao passo que alemão acaba gozando e fica por alguns instantes com sua rola enterrada em mim, que aos poucos vai murchando, pedi a eles que me soltassem pois já haviam se realizado. luiz e alemão voltam a falar que se eu contassem alguém, meus amigos e amigas me olhariam com outros olhos, e gozação seria tremenda, não os ameacei, fiquei em silencio por alguns instantes, e disse que eu não seria besta de contar a alguém, assim que me soltaram tentei olhar se tinha algum objeto para jogar neles, que acabei jogando o gancho, nas costas de luiz, ambos saíram correndo, eu fui pra casa, mal tive tempo de chegar, corri para o banheiro, porque me bateu uma vontade forte de evacuar, tive medo de olhar para o vaso sanitário e descobrir que eles me machucaram, posso dizer que ardeu muito para evacuar, ou melhor, ardeu demais. tive vontade de matar aqueles dois, mas aos poucos esta raiva acomodou, as raras vezes em que os vi, não estavam tão próximos de mim e evitei qualquer amizade, aliás, já se passaram 27 anos, e somente hoje criei coragem para desabafar...
fui estuprado, não tive qualquer prazer, psicologicamente falando, acho que é por isso que tenho vontade de comer cuzinho de homens....
abraços...
alemeteranca@bol.com.br

Servente de pedreiro

bem, tudo aconteceu quando tinha apenas 12 anos; hoje tenho 32. era um garoto pequeno pela idade mas muito jeitoso, nunca tinha imaginado transar com meninas e muito menos com meninos e além de tudo era muito inocente, na verdade não sabia muito sobre sexo. meu pai estava construindo o que hoje é um supermercado e quando chegava do colégio, pois estudava de manhã, chegava no horário de almoço dos pedreiros. nos fundos da construção havia uma parte que era bastante escondida e onde havia ali areia para a construção e sempre ia lá na hora do almoço para conversar com um rapaz de uns 17 anos que trabalhava como servente. gostava da amizade dele e não fazia idéia que o que ele queria era outra coisa. certo dia quando cheguei só estava ele os demais pedreiros haviam saído e ido para suas casas e ele ficára para arrumar as coisas e depois ir embora também. sentamos e começamos a conversar daí a pouco começamos a brincar um com o outro e a dar empurrões para que o outro caísse na areia, ele caía e me puxava pra cima dele, eu levava tudo na brincadeira até que em um momento ele caiu e me prendeu com suas pernas e senti que seu pinto estava meio duro, sai meio sem graça e ele perguntou o que foi, não respondi nada e levei na brincadeira, achei que era por causa de sua idade, que seu pau era maior, etc. ele percebendo que eu diminuíra na brincadeira me empurrou e meio que sem querer caí com a barriga no chão e ele se jogou por cima já precionando o pau na minha bunda. não gostei e pedi pra parar, ele se fez de desentendido e segurou minhas mãos. eu disse que iria gritar e ele imediatemente segurou minha boca e disse que eu iria gostar. apoiado sobre mim com uma mão na minha boca levou a outra mão e puxou a rola por uma das pernas do short e em seguida abaixou o meu até revelar minha bundinha inocente. naquele lugar deserto e todo escondido ainda que eu gritasse ninguém me ouviria. ele, voltando para mim disse pra não reagir muito porque senão iria doer mais era só ficar calmo; emudeci e fiquei esperando o que iria acontecer. percebendo ele que eu não reagia levantou-se um pouco e colocou a cabeça de sua rola na minha bunda, bem na porta do meu cuzinho ainda virgem e foi logo forçando. aquilo ia cada vez doendo mais, eu achava que não iria aguentar até que então de uma só vez ele enfiou tudo. não sei ao certo quanto ele tinha de rola, mas a julgar pelo seu porte e pelo negro que era, seu pau era enorme e me rasgou todo. ele metia e me dizia no ouvido: tá gostando de se tornar um viadinho, eu to te fazendo o viado da rua e se não ficar quieto todo mundo vai saber. como não queria ficar difamado, me calei e deixei ele fazer o que quizesse. após uns 15 minutos de estupro, ele gozou, tirou seu pau da minha bunda e me disse que estaria ali até ao final da construção e quando eu quizesse era só procurá-lo. saí dali quase chorando e nunca mais voltei lá até ao final da construção; mas pra ser sincero, continuei tendo o desejo cruel de ser estuprado por ele de novo.

Fui pegar uma pipa e encontrei uma pica

ola, essa historia e veridica e aconteceu quando eu tinha 8 anos.bem sempre gostei de jogar bola e soltar pipas e sentia que alguma coisa estranha havia comigo pois os garotos mais velhos estavam sempre me agarrando me chamando de gostozinho , eles elogiavam minha bundinha e eu sempre houvia que um dia eles iriam me comer.eu nao entendia nada pois com 8 anos aquilo nao era familiar para mim e um dia um garoto chamado rubens disse que tinha uma pipa muito bonita em sua casa e me daria se eu fosse la, ingenuo fui todo contente e chegando a sua casa me pois para dentro rapidamente dizendo que me daria a pipa se eu fosse bem bonzinho, perguntei se era grande ele com cara de safado disse bem grande quer ver? eu bobo disse que sim e ele mandou eu fechar os olhos.eu abedeci e rubens sem eu esperar pegou minha mao e colocou em sua pica ja bem dura e quente, abri os olhos tentei correr mas era inutil estavamos sozinhos e ele com seus 18 anos era muito forte me agarrou e mandou eu ficar quietinho que seria so uma brincadeirinha pois a muito tempo ele queria comer minha bundinha.nao sei porque deixei ela me dominar facilmente ainda mais quando baixou meu short e passou a enfiar um dedo em meu cuzinho,estava gostoso e rubens notando isso me deixou peladinho me levando para sua cama dizendo que eu seria sua menininha e que eu nao poderia contar a niguem senao ele diria a todos que eu era um viadinho.em sua cama deitou se ao meu lado e colocou novamente sua pica em minha mao me ensinando a mexer nela ,sua cara era estranha mas eu sabia que ele estava gostando e me pediu novamente p/ eu fechar os olhos e abrir minha boquinha e eu como uma putinha fiz e recebi aquele pintao em minha boca ,nao cabia mas ele segurava minha cabeca e mexia p/ frente e p/ traz dizendo que eu era uma menininha obediente e que ele me daria um presentao, mal sabia eu que presente quando me colocou de 4 na cama e comecou a lamber meu cuzinho, uma sensacao gostosa tomou conta de mim e nao me dei conta quando ele posicionou aquela pica no meu buraquinho e sem me avisar enfiou de uma forma muito rude me fazendo sentir uma dor horrivel que eu pedia p/ ele tira,tira ,tira esta me machucando mas ele louco com aquilo nem ligava e enfiava mais.ele ficou um pouco quieto sem se mexer e a dor aos poucos foi passando e vendo que eu nao reclamava mais comecou a mexer e aos poucos foi aumentando quando eu sinto sua pica pulsando dentro do meu cuzinho ja todo tomado comecei a gostar daquilo e ele sentindo que eu ja estava gostando comecou a me chamar de putinha e dizer que me comeria sempre ate gozar toda aquela porra quente dentro de mim.fui p/ casa com meu cuzinho queimando e sem a pipa mas com uma descoberta muito gostosa que depois contarei a todos voces.

Chantageado pelo pai do Luiz









foi assim que tudo começou, num dia qualquer o luís tinha me chamado pra ir na sua casa ver uns filminhos pornôs e revistas do seu pai, claro que ele queria me comer também e assim foi chegamos lá ele colocou o filme separou umas revistas e já foi me mandando chupar seu pau, depois abriu minha bunda e começou a me comer muito gostoso, não demorou muito e ele tava gozando e como sempre dava uma no meu cu e outra na minha boca, depois disso nos vestimos, terminamos de ver o filme, guardamos tudo e ficamos vendo tv, nisso seu pai chegou em casa e foi pro escritório, enquanto isso, o júnior ligou e o luís, claro, disse pra ele que eu tava lá e ele disse que ia pra lá e o luís respondeu que não que não tava rolando mais nada porque seu pai tinha chegado, ia ficar pra outro dia, mas ele começou a contar pro júnior o que a gente tinha feito, sem saber que o seu pai tava ouvindo tudo, foi aí que ele teve a idéia de me foder também, na hora ele não falou nada, como se não tivesse ouvido nada. os dias foram passando e as férias de julho chegaram o luís tinha ido pra praia com a sua mãe e a irmã, deixando o sacana do pai dele sozinho na casa, era tudo que ele queria. ele ficou na espreita à minha espera e num dia quando eu passava em frente a sua casa ele me chamou dizendo que o luís tinha deixado uns discos no quarto dele pra eu pegar e gravar e me mandou entrar e subir no quarto dele pra pegar, no que eu entrei e subi no quarto ele trancou aporta e subiu atrás de mim, lá em cima no quarto do luís não tinha nada, nenhum disco, mas no quarto ao lado, dezenas de revistas e filmes pornôs sobre a cama e no projetor já rolava um dos filmes, quando me virei pra descer dei de cara com o pilantra me enquadrando, dizendo que sabia que todo mundo me comia, que eu era viado, que tinha ouvido o luís falando com o júnior e que contaria pra todo mundo se eu não desse pra ele também, assim, eu não tinha muita escolha a não ser foder com o safado que já foi tirando o pau pra fora e que rola deliciosa me deu um puta tesão só de olhar pra ela ainda meio mole e o pilantra percebeu isso e disse: viu você gostou né viado, sabia que você ia gostar, anda chupa logo, engole tudo, eu quis sair mas ele não me deixou e ameaçou contar pros meus pais, então pedi umas revistas e um filme e ele me deu e eu então comecei a chupá-lo, ele queria me foder mesmo, punha e tirava tudo da minha boca como se não fosse nada, me sufocando e fazendo eu me engasgar porque eu ainda não era acostumado a chupar rolas, mesmo assim ele não quis saber e continuou me fazendo engolir aquela rola deliciosa, de repente, me mandou deitar na cama, abriu minha bunda, cuspiu, passou cuspi no seu pau e deu uma estocada no meu cu que me fez urrar de dor, mordendo o travesseiro porque eu não podia gritar, mas não conseguiu meter porque sua rola era muito grossa, mas isso só deu mais tesão no safado e ele começou a foder com mais força e eu quase não agüentava mais, daí ele passou vaselina no meu cu, deu outra cuspida e meteu de novo, nada na primeira, nada na segunda, mas na terceira estocada sua rola entrou e ele nem esperou meu cu se acostumar e começou a meter e a tirar tudo, me dizendo que eu ia aprender o que era levar rola de verdade e isso ele fez, me fodeu em várias posições de quatro, de lado, deitado, me fez sentar na sua rola sempre com força, pra foder mesmo, às vezes tirava sua rola do meu cu e me fazia chupar seu cacete e metia de novo, me chamando de viado e dizendo que ia arregaçar minhas pregas, nisso o filme ia rolando e eu vendo tudo aquilo enquanto levava rola e olhava o resto das revistas, quando ele via alguma foto legal ele dizia que era pra eu fazer igual sempre ameaçando contar pros meus pais caso eu me recusasse, mas o que ele não sabia é que eu tava adorando aquilo tudo, pela primeira vez uma rola de verdade, um homem me fodendo, de repente, ele começa a meter mais rápido e enfiando tudo encheu meu cu com porra, me fazendo chupar sua rola em seguida e paramos pra descansar, nisso começamos a ver melhor o filme e as revistas e ele dizendo que iria fazer tudo aquilo comigo, que era assim que ele queria e gostava e que eu de agora em diante era o seu viadinho e que aquele seria o nosso segredo, desde que eu fizesse tudo que ele mandasse, do contrário meus pais ficariam sabendo, eu agora estava nas mãos do pai do luís, do luís e do resto da minha turma. fodemos o dia todo, ele me mandou chupar seu pau, seu saco, enfiava os dedos no meu cu enquanto isso, até um vibrador da sua mulher ele meteu no meu cu e me mandou continuar chupando que dessa vez ele iria esporrar na minha cara, fiquei com medo disso, eu não tinha chupado muitas rolas ainda, muito menos levado uma gozada na boca, mas ele não tava nem aí, me chamando de viado, dizia que viado era pra isso mesmo dar o cu e chupar rola sem reclamar, o safado sabia o que tava fazendo e me fez demorar uma meia hora pra esporrar, sem me avisar tirou o pau da minha boca e começou a gozar na minha cara e boca que tava bem aberta, como ele tinha mandado, quase vomitei, era a minha primeira esporrada na boca e era grossa, branca, pegajosa, quando ele viu que eu ia cuspir me segurou e me mandou engolir eu não queria, mas ele me obrigou a força, com o tempo eu fui gostando, fiquei viciado em engolir o seu gozo, mas eu não deixava ele saber, sempre fiz ele pensar que me pegava a força e ele adorava me ver sentindo dor, sendo arregaçado, ele abria meu cu com os dedos, enfiava coisas lá dentro só pra me ver sentir dor e gemer, ele dizia que eu era viado e que era pra isso mesmo, que eu tinha mais é que agüentar gostoso e sem reclamar, as vezes me chamava de puta e gritava toma vagabunda, agüenta, geme seu safado, geme que eu gosto. nesse dia ele me fodeu muito, até um pepino ele meteu no meu cu, era a primeira vez que eu levava rola de um homem e não de um garoto, apesar de que o toninho e o marcelo tinham rolas enormes e duras não era mesma coisa e foi muito mais dolorido e gostoso. depois que ele esporrou na minha boca pela última vez me mandou ficar ali deitado no meio das suas pernas só brincando com a rola dele enquanto ele me dizia que ainda iria me foder muito, que eu não poderia me recusar a nada que ele mandasse ou meus pais ficariam sabendo de tudo e que era pra eu voltar lá na casa dele todo dia durante as férias ou ele ligaria pra casa, eu é claro obedeci, nunca tinha dado tanto, nem tão gostoso na minha vida ainda e depois disso as coisas só melhoraram porque depois de algum tempo ele começou a me foder junto com os meus amigos e com alguns amigos dele também, e foi assim a primeira vez que fodi com o pai do luís, depois disso, vocês já leram algumas das outras vezes e ainda tem muito mais, essa foi só a primeira delas. foi assim que o pai do luís me fodeu pela primeira vez, na marra e eu adorei, adorava rolas grandes, grossas, duras e que esporrassem muito, só não dizia pra ninguém prefiria que eles achassem que eu não queria e que eu tava fodendo porque era obrigado.

Fui abusado e gostei

vou contar de uma vez que estava voltando para casa e tive uma experiencia muito gostosa. na epoca eu tinha 15 anos, tinha 1,70, sempre tive um corpo de atleta por participar de muitos esportes, moreno, cabelos espetados, olhos castanhos.
voltava de metro e depois pegava um onibus ate chegar em casa.
desde que aprendi a me masturbar quando tinha 11 anos, sempre fui muito de querer fazer sexo, mas nunca tinha tido oportunidade.
ate que um dia eu estava voltando pra casa de metro e notei que tinha um cara de oculos me olhando. ele tinha uns 30 anos, era moreno, magro. disfarcei e nem dei muita bola...ate q desci na minha estacao e o cara me seguiu...
quando eu estava indo pras escadas rolantes, ele derrepente correu um pouco e ficou na minha frente. nao tinha dado mta bola pra isso ate que no meio das escadas ele colocou a mao pra tras como se estivesse mexendo na mochila q tinha nas costas e no final da escada rolante, quando meu degrau subiu e ficou na mesma altura do degrau q ele estava, ele aproveitou e passou a mao no meu pau por cima da minha calça.
aquilo me deixou um pouco assustado, ele olhou pra mim e andou mais pra frente como se estivesse vendo oq eu iria fazer. disfarcei e fingi q nao tinha sentido, mas meu pau na hora ficou duro...aquilo me deixou com um tesao...

logo depois das catracas, tinha outra escada rolante pra sair do metro...ele estava um pouco na minha frente e ficava me olhando ate que quando eu cheguei na outra escada rolante ele conseguiu ficar na minha frente denovo. mas dessa vez ele colocou a mao pra tras e quando viu q o meu pau tava duro, ele deu um sorriso e começou a massagear meu pau por cima da calça ate acabar a escada.
la em cima eu ele veio pro meu lado e perguntou pra mim pra onde eu ia...falei meio sem graça q ia pra casa...ae ele perguntou se tinha alguem na minha casa...fiquei com um pouco de medo pq minha mae estava em casa...e tambem pq aonde nos estavamos era um shopping q eu frequentava muito (o shopping eh bem em cima da estacao do metro)...e nao queria ser visto com ele...
falei q meus pais estavam em casa e que eu tinha q ir embora...
ae ele disse q morava ali perto e q se eu fosse com ele la, ele me dava 50 reais...
falei q nao...tava querendo ir pra casa...ate q ele falou q iria começar a me seguir, que sabia aonde eu estudava e que nao iria parar ate q eu fosse com ele.
ae ele me mostrou os 50 reais e disse pra eu seguir ele...falei q nao queria denovo e pensei ir em direcao ao ponto de onibus, mas nessa hora vi alguns conhecidos vindo de dentro do shopping entao pra nao ser visto resolvi sair pelo outro lado...mas acho q ele pensou q eu estava seguindo ele e veio do meu lado.
ele disse q morava 2 ruas depois do shopping...ae eu com medo acabei seguindo ele...
duas ruas depois nós entramos num predio e subimos no elevador...notei q tinha camera entao o cara parecia disfarçar...
aproveitei e falei q nao podia ficar muito pq minha mae era super-protetora e se eu chegasse mto tarde ela iria ficar brava.
ele disse q tudo bem e entramos pra dentro do apartamento dele.
deixei a mala perto da porta e ele me levou ate o quarto dele.
chegando la ele me perguntou se eu era virgem, falei que sim.
ele sorriu e veio em minha direcao, passando a mao em mim, ate que me abracou e comecou a passar a mao na minha bunda. fiquei meio sem jeito, tentei fazer o mesmo mas estava muito nervoso.
ele entao disse pra eu nao ficar nervoso e veio me bjar. senti a lingua dele entrar na minha boca, primeiro achei meio nojento...a lingua dele era grande e ficava lambendo a minha de uma forma q eu nao conseguia mexer ela. pude sentir o pau dele duro na minha barriga.
entao ele tirou minha camiseta e me virou. ficou beijando a minha nuca e meu pescoço roçando o pau dele na minha bunda. eu estava com uma calça moleton do colegio e ele com uma calça esportiva de um jeito q dava pra sentir o pau dele passando no meu rego.
isso me deixou com muito tesao, meu pau tava muito duro. ele ficou passando a mao em mim, massagendo meu pau por cima da calça ate que ele me virou denovo e abaixou minha calça.
fiquei de cueca e com a calça arriada na frente dele, eu ia tirar minha cueca mas ele disse q não e ajoelhou na minha frente.
começou entao a me lamber por cima da minha cueca e como ela era branca, começou a ficar transparente. eu queria q ele me chupasse logo, mas ele ficou me lambendo...passando a mao na minha bunda e no meu corpo até que finalmente tirou minha cueca e começou a me chupar.
aquela lingua grande dele passou por todo o meu pau, lambeu todo o molhadinho q ja tava na cabecinha e foi ate minhas bolas. me lambeu todinho o saco e colocou as bolas na boca dele que couberam inteiro...ele ficava me olhando e eu estava adorando...

falei uma hora que eu queria chupar ele...ae ele me colocou sentado na cama e veio na minha frente abaixando a calça.
tirou pra fora um pau muito grande...era grosso demais...mas achei lindo! tentei colocar na minha boca mas quase nao consegui de tao grande...ae comecei a lamber a cabeça como ele tinha feito...lambi ate o talo..enquanto passava a mao no saco dele...o pau dele pulsava de tao duro....
tentei colocar o maximo q dava dentro da minha boca, mas engasguei na metade....
ele riu e disse pra eu chupar ate aonde dava e bater uma punheta pra ele ao mesmo tempo.
comecei então a bater uma pra ele ao mesmo tempo em que colocava a cabecinha na minha boca e massageava as bolas dele com minha outra mao.
olhei pra cima e vi que ele estava adorando....meu pau tambem nunca tinha estado tão duro...eu estava me sentindo usado, mas estava amando chupar aquele pau...
ele então disse pra eu ficar parado q ia fuder minha boca, colocou as duas maos na minha cabeça e começou a bombar pra dentro....senti aquele pau entrando ate a minha garganta e quase engasguei denovo...mas tentei ao maximo nao esgasgar e abrir ao maximo minha boquinha de menino pra ele nao sentir meus dentes....

ate que ele falou pra eu chupar mais que iria gozar na minha boca...eu nunca tinha experimentado gozo...mas na hora eu estava com tanto tesão q nem me importei e comecei a bater denovo pra ele enquanto chupava...
ate que ele gozou na minha boca...senti aquele jato quente indo na minha garganta e tentei engolir...mas o gosto era muito doce, era de um jeito que eu nao consegui engolir tudo e ele nao parava de gozar ate que minha boca encheu e quando ele tirou o pau pra fora eu estava com a boca cheia e um pouco estava escorrendo pela minha boca ate meu pescoço...
ele entao abaixou e me beijou denovo...
dessa vez eu adorei....senti aquele gozo entrando na boca dele e a lingua dele estava com um gosto muito melhor...dessa vez consegui mexer minha lingua e ficamos trocando o gozo entre nossas bocas ate que nos dois engolimos tudo. mas mesmo assim um pouco nós babamos e acabou caindo em cima da minha perna.
ele ajoelhou denovo e lambeu o gozo e depois começou a me chupar denovo.
eu pensei que ja iria gozar mas ele parou de me chupar logo depois e falou que antes de eu gozar queria me mostrar uma coisa.
do lado da cama tinha um computador que ja estava ligado e ele sentou na frente dele e falou pra eu ir sentar no colo dele.
eu levantei e tentei sentar de lado, mas ele fechou as pernas e me pegou de um jeito q eu tive q sentar de pernas abertas e as dele ficou no meio das minhas.
pude sentir o pau dele que estava meio mole subir denovo e ficar tocando minhas costas. as bolas dele tocavam minha bunda e os pentelhos encostando em mim me deixavam mais excitado ainda.
ele perguntou entao se eu gostava de garotos da minha idade...falei q sim meio que sem saber oq falar...ae ele entrou numa pasta no computador aonde tinha varios videos de garotos transando com outros garotos.
ele começou a passar os videos e a bater uma punheta pra mim enquanto eu assistia.
falei pra ele que nao estava aguentando mais e que iria gozar assim...ele entao disse que queria me ver gozar no colo dele...
entao ele colocou um video de um garoto de uns 13 anos sentando em cima do pau de um mais velho e gozando em cima do outro.

eu nao aguentei e falei q ia gozar...ele me colocou pra tras e me deitou em cima dele batendo mais forte pra mim.
gozei tanto que o primeiro jato bateu no meu queixo e os outros ja nao tao fortes foram me sujando inteiro...fiquei todo gozado e todo sujo.
ele nao acreditou e falou que eu gozava muito. ele entao me deitou na cama denovo e começou a me lamber inteiro. lambeu todo o gozo e enquanto isso começou a me bater um remorso...eu nao tava acreditando oq eu tinha feito e queria ir embora....ae ele depois de me lamber inteiro...veio me beijar denovo e eu tive que lamber meu proprio gozo...
fiz o mais rapido que eu pude e falei q tinha q ir embora...
subi minha calça o mais rapido que eu pude, coloquei a minha camiseta e disse q tinha q ir embora meio assustado...
peguei minha mochila na sala dele e abri a porta...ele ainda estava pelado entao quando abri a porta ele nao veio atras...sai correndo pelas escadas mesmo...sai do predio e fui correndo pra casa pensando no que eu tinha feito. sai com tanta pressa que nem pensei no dinheiro que ele tinha me oferecido.
na hora me senti muito mal...com medo de alguem descobrir...mas agora quando penso...sempre fico excitado e me masturbo ate gozar...
chegando em casa minha mae nem notou nada e eu fiquei mais aliviado...pensei em encontra-lo outras vezes depois disso mas nunca soube seu nome e nunca mais eu o vi...

tenho outros contos...outro dia eu conto...
quem gostou ou qq coisa me manda e-mail...
abraços

domingo, 18 de outubro de 2009

A Aposta

Somos seis caras machos,casados e amigos há mais de dez anos.Vou descrever todos.Eu(Rogério)também casado,2 filhos e hétero convicto;Carlos,28 anos,casado, 80kg,1.78m,másculo,com jeito de jogador de futebol;Marcos,30 anos,negro,casado há 6 meses,forte, e com um bigode sempre bem feito;João,24 anos,casado,baixinho e forte e muito machão com fama de comedor de bucetinhas novas;Wilson,25 anos,também casado e com um corpo perfeito de mecânico de peças pesadas e todo peludo e com jeito de macho rústico; e por fim Williams ,31 anos,o mais velho e o mais safado,e estava sempre com brincadeiras sobre sexo e sempre falando sacanagens e sempre falando que comia todo mundo.

Estávamos todos bem empregados,mas queríamos um emprego seguro e resolvemos nos inscrever em um concurso federal,nos matriculamos num cursinho todos juntos e alugamos um apartamento só para virarmos a noite estudando.Estudávamos todos os dias.Até que num sábado,resolvemos tirar um dia de folga e bebemos umas cervejas e no meio do pileque,Williams saiu com uma das suas e disse:---Quem acha que vai ser aprovado no concurso?Como ninguém respondeu,ele continuou:---Que tal,fazermos uma aposta ,tipo um pacto firmado?Quem não for aprovado no concurso vai pagar uma prenda forte ,tipo coisa que nunca fez.Quem topar,sem saber o que será bata em cima na mesa coma mão direita.Todos bateram e toparam a aposta.Então,eu questionei:--O que vamos apostar e que prenda seria essa?Aí ,Marcos,o negro,vamos apostar os rabinhos,falou isso rindo num tom de brincadeira.Foi quando o Williams falou:Porque não?É algo que ninguém aqui nunca fez.E o silêncio foi total na sala...Mas ele continuou: Quem topa bate de novo em cima da mesa.Cinco bateram,menos Wilson que foi contra e falou que aquilo era coisa de viados e que ele nunca ia fazer uma coisa dessas.Foi quando Marcos falou que se ele não topasse teria que sair do grupo.Ele saiu pra varanda e depois voltou que toparia mas não sabia se teria coragem na hora.E perguntei como seria a aposta. E Carlos foi direto,calando todos:---Quem não for aprovado no concurso dar o rabinho pra quem for aprovado.Mas seria algo que morreria conosco!Todos concordaram!

O dia do concurso chegou.Todos acharam que foram bem nas provas.Mas o resultado saiu na semana seguinte e Williams,Wilson e Marcos foram classificados;Eu,João e Carlos não conseguimos a classificação desejada.Nos reunimos para comemorar a vitória dos três e Williams como sempre safado,lembro da aposta e do pacto:---Quanto a aposta,como fica?Respondi que eu poderia providenciar o sítio do meu pai e poderíamos ir no próximo final de semana.Depois da minha sugestão,João nos lembrou que não era pra levarmos nossas esposas;só iria homens.João também sugeriu que cada um levasse seu pai.Concordância total.

Na sexta feira combinada,partimos para o sitio do meu pai.Todos fomos com nosso pais,homens.Todos os pais eram maduros de 45 a 55 anos e todos fortes e bem conservados e parecidos com seus filhos.Fomos em 2 carros e dentro dos carros,o papo só rolava em torno de sexo,sacanagem,em buceta,cú, gozadas;todos machos e bem resolvidos.Chegamos no sítio,arrumamos as bagagens e fomos arrumar os quartos para descansarmos.

Depois todos fomos pra piscina.Éramos 12 homens muito a vontade.Muita cerveja e tira gostos pra todos.Quando estávamos todos meio bêbados e alegres, Williams deu a idéia pra ficarmos todos pelados,pois éramos todos homens.Todos aceitaram e tiraram as sungas e foi uma festival de cacetes de todos os tamanhos e grossuras.No meio da noite,ninguém se importava com mais nada,as vezes um esbarrava com o pau no outro,outro ensinava o outro a nadar e sem querer tocava o membro do outro.Foi quando o Williams,já bêbado e bem alto falou:---Será que ninguém lembra da aposta? E olhamos uma pra o outro.E ,Wálter,pai de Carlos,sem entender,perguntou que aposta era essa?Que os pais queria saber...E Williams,falou que era algo entre nós filhos,mas ele insistiu e os outros pais nos pressionaram,então o Williams falou tudo.Houve um silêncio total.Foi quando ,Jarbas,pai de João um dos que não foi aprovado, falou que se tinha se firmado um pacto íamos ter que cumprir e que a coisa teria que ser entre nós 6 e que eles não se importariam.Eles se retiraram de perto de nós e sentaram pelados nas cadeiras da piscina em frente a nós esperando a nossa reação.E Williams entrou e voltou com uma bisnaga de creme e nos mostrou.E falou alto,quem tinha sido reprovado no concurso: Eu(Rogério),Carlos e João.Quando olhei pro Marcos,ele já estava pegando no pau e se masturbando pra o pau endurecer e isso me deu um certo tesão e fiquei meio excitado e foi notado pelo Williams que falou que eu tava gostando da putaria.E nos mandou subir nas mesas que ficavam a beira da piscina.Carlos subiu na mesa primeiro e ficou de lado, depois fui eu e depois João.Marcos ,Willams e Wilson,pegaram o creme foram passando em nossos ânus e notei nas expressões dos meus amigos que não estava nada confortável pra eles. Mas nossos comedores começaram a preparar nossos rabinhos.Eles passavam cremes e enfiavam os dedos dentro de nosso rabos.Quem estava passando o creme na minha bunda era o Marcos,o negro,o mais bem dotado,ele devia ter uns 20 cm de cacete.E u me irritei com aquela tortura e falei:---Vai logo cara,vamos logo com esa aposta.Então ele foi bem mandado,untou o pau com o creme e foi colocando a cabeça no meu cú até aquele momento virgem,e enfiou e foi fazendo um movimento de vai e vem devegar.Comecei a gemer e olhei pra meu 2 amigos eles estavam sendo errabados também e a gente gemia,gritava e de repente comecei a sentir um prazer enorme naquele movimento dentro do meu reto,e quando olhei pra nossos pais, eles estavam todos se masturbando e pela primeira vez vi o pau do meu pai e o quanto ele era dotado.Mas fomos surpreendidos com os pais dos nossos comedores.Seu Nilton,pai de Marcos,meu comedor,veio e pediu ao filho pra tirar da minha bunda e enfiou o pau dele de uma vez e gritei,mas comecei a pedir mais.Carlos e João estavam sendo fodidos pelos pais de Williams(Seu Ferreira) epelo pai de Wilson(Seu César).Mas senti um tesão muito forte quando vi meu pai pedindo ao pai de Williams pra foder o Carlos.E meu pai enfiou no cú do Carlos e vi que o filho da puta tava gostando da rola do eu pai.Não suportei e pedi ao meu pai:--Pai,mete em mim também.Ele não teve dúvida e enfiou firme em mim e gritei num gozo delicioso.Senti que meu pai também tava gozando dentro de mim.Paramos pra um descanso e ficamos de longe vendo a foda daqueles machos num troca-troca de suor e esperma e ficamos ouvindo de longe os gemidos de prazer daqueles machos em delírio.Nossos pais nos foderam a todos....no final eles gozaram em nossas bocas e ordenaram que nos beijássemos pra selarmos nosso pacto e que uma vez no mês aquilo iria se repetir e que nós seríamos também machos de foda entre machos.

Partimos no outro dia pela manhã com a certeza de que fizemos a coisa certa mas tudo entre machos.Palavra de Homem!

Pescaria

Esta é uma continuação do conto INCESTO INESPERADO. Depois de ter tomado aquele banho de bica com meu cunhado e minha irmã,tentei seduzir meu vovô e sempre sentava nas pernas dele.Adora fazer isso quando eu estaca de cuequinha e ficava brincando de cavalinho nas coxas dele até isso me dá sono e ele me colocar na cama pra dormir.Nessa noite ,meu vovô me colocou pra dormir na cama dos meu pais e durante a noite toda fiquei abraçado com meu paizinho e sentindo o pau dele na minha bundinha de menino;minha mãe dormia inocente ao nosso lado.Adormeci sentindo o cheiro do meu paizinho.

Acordamos cedo e meu avô inventou de irmos pescar e minha mãe não quis ir conosco.Partimos cedo pra o sítio de meu avô e chegando lá ,eles arrumaram as coisas pra pescaria e eu só observava aqueles dois homens fortes,um parecido com o outro,só que um mais novo que outro.Vestimos nossos calções de banho e fomos pro rio que ficava próximo da casa.Chegando no rio, pegamos o barco e meu avô me deu uma vara pequena e veio me ensinar a pescar e notei ele muito perto de mim e de vez em quando se encostava na minha bundinha e senti que tava me excitando com aquilo.Ao meio dia ,meu paizinho assou uns peixes e comemos na beira do rio mesmo;quando acabei de comer fui brincar em cima de uma árvore e rasguei meu calção de banho bem na bundinha,meu avô tentou dar um jeito no calção mas como não conseguiu me mandou ficar pelado mesmo e falou que ali só tinha a gente eu era um menino e me mandou tomar banho de rio.Entrei no rio e chamei os dois pra tomarem banho comigo... Entraram no rio e comecei a pular no pescoço dos dois para pular na água.Depois perguntei ao meu pai porque só eu estava pelado e eles estavam de calção?Meu avô respondeu porque o calção deles não tinha rasgado.Aí respondi que se eles não tirasse os calções eu ia voltar pra casa do sítio,saí do rio e sentei na beira do rio fazendo cara de bravo.Foi quando meu avô me chama e diz:---Pára com isso,menino,olhe aqui eu estou tirando o calção também ;e quando levantei vi aquele coroa pelado com o pau balançando em minha direção me mostrando o calção na mão.Meu pai também fez o mesmo.Ambos estavam pelados ali só comigo e tive um pensamento bem safado.Meu avô me pegou no colo e me levou pra dentro do rio e notou meu pauzinho de menino durinho;fiquei deitado na água nos barcos do meu avô como se estivesse boiando;meu paizinho também veio pra perto de nós e colocou os braços por baixo da minha bundinha;começaram a me beijar os peitinhos e coloquei os braços no pescoço de cada um.Meu avô sugeriu que me levasse pra beira do rio,forrou uma toalha na areia e meu avô me ditou sobre ela.De repente,meu avô fala:--Vamos te ensinar tudo,fica tranqüilo,filho!Eu nem pensava nisso, só pensava naqueles dois homens só pra mim sem a presença de ninguém.Depois se ajoelharam e me ensinaram a chupar os dois paus que pra mim eram grandes pois eram de homens maduros.O pau do meu pai babava muito e eu gostava do gostinho salgado,eu me deliciava com aquilo mas quando olhei pra cima vi os dois se beijando e gostei quando via aquilo;depois meu paizinho se abaixou e chupou meu pauzinho de menino e meu avô começou a punhetar ele.Enquanto meu pai em chupava ,ao mesmo tempo ele colocava o dedo no meu cuzinho.Eu gemia baixinho.Depois meu pai parou de me chupar e foi chupar meu avô,me assustei,mas meu avô falou:---Não se assuste meu neto,seu paizinho sempre fez isso com seu vozinho.Meu pai me colocou de quatro e os dois começaram a explorar meu cuzinho com os dedos grossos e grandes deles.Eles queria relaxar meu cuzinho.Quando sentiram que eu estava relaxado,meu avô foi o primeiro a melar meu cuzinho de cuspe e enfiar me fazendo gemer de dor,mas meu pai veio me beijar e meu avô foi colocando devagar e fui relaxando com os carinhos de meu pai.Meu pai ordenou ao meu avô:--Vá devagar com meu menino!Meu avô continuou bombando na minha bundinha e começou a beijar meu pai.Depois ouvi meu pai pedir a meu avô pra enfiar também, e meu avô tirou o pau e meu pai colocou o dele,mas meu avô não parou de beijar meu pai e isso me excitava mais ainda, eu não queria que aquilo nunca terminasse.Quando meu pai cansou,pediu ao próprio pai pra foder ele.Fiquei ao lado dos dois vendo.Meu pai de quatro e meu avô enfiou tranqüilo e tive a certeza que eles já estavam acostumados a foderem juntos.Meu avô não perdoava e enfiava forte no cú do filho e vendo aquilo coloquei minha bundinha pra meu pai lamber..Depois meu avô me mandou também ficar de quatro e fiquei ao lado do meu pai e meu avô tirou o pau do cú dele e cravou no meu e meu pai me beijava e u gemia dentro da boca de meu pai, depois ele tirou e colocou no cú do meu pai e revezou várias vezes.Ele dava conta de nós dois magistralmente.Quando sentimos que meu avô ia gozar ,meu pai falou que queria beber a porra dele,se virou e meu avô gozou na boca dele e ele me beijou com a porra do pai;senti aquele gosto da força daquele macho que tinha nos dado prazer.Gozei com meu avô me masturbando e meu paizinho enfiando um dedo no meu cuzinho,gozamos juntos.

Chegamos na casa do sítio e encontramos o caseiro,um senhor de 55 anos,nativo do local que pediu ao meu avô pra dormir na casa porque a casa dele estava em construção.Meu avô concordou,piscou pra nós dois.O caseiro não entendeu,mas a gente entendeu....e isso fica pra um próximo relato.

Cio entre machos

..Tudo o que vou contar,realmente aconteceu.Sempre gostei de freqüentar a periferia do lugar onde moro.E nesses passeios comecei a freqüentar uma boite de reggae, e de tanto freqüentar,acabei me tornando amigo do dono,um cara muito interessante de uns 32 anos,todo forte,músculos naturais e com uma barba rente sempre bem feita.O nome dele é Josenildo(mas o chamo de Jó).Numa noite ,fiquei a sós com ele e aconteceu que dei uma bela chupada no pau dele ,mas ficou só nisso.

Passou um tempo e não freqüentei mais a boite,mas um belo dia estava chovendo torrencialmente aqui na minha cidade, e eu em pleno trânsito e quando me dei conta eu estava perto da tal boite do meu amigo.Dei uma parada pra esperar a chuva diminuir e vi que a boite estava fechada,pois ainda era cedo pra começar o movimento.Quando menos espero, o meu amigo sai de dentro da boite e me vê e me perguntou o que eu estava fazendo lai naquela chuva e respondi que estava esperando a chuva passar.Ele me convidou pra entrar um pouco pois ele estava arrumando as bebidas no bar.Aceitei.Quando chegamos no dancing da boite vi que tinha outra pessoa por dentro do balcão do bar;Era o irmão do Jó,Genilvaldo(chamo ele de Gê).Jó me apresentou ao irmão e pude notar o quanto seu irmão era gostoso.Ele estava com uma bermuda branca bem colada e sem camisa com os peitos peludos bem penteados;pela aparência tinha uns 30 anos.Meu amigo Jó,me pediu licença e tirou a camisa e ficou apenas de bermuda e me disse que ia tomar um banho,mas que voltaria logo.Fiquei a sós com seu irmão e ele me falou que o Jó era muito safado e mulherengo e que fodia todo mundo.Nisso meu amigo Jó entra só de toalha enrrolada na cintura e pude ver seu caeté balançando dentro da toalha;me ofereceu uma cerveja e tirou a toalha ficando peladão e notei também seu irmão excitado.Gê se retirou e foi tomar um banho.Como eu já tinha uma certa intimidade com Jó, fui logo alisando seu cacete que já tava com baba na cabecinha.tirei minha roupa toda e Jó não perdeu tempo, colocou uma camisinha,lubrificou meu cú com saliva e foi enfiando.Bombou várias vezs em efalou que não queria gozar ainda. Tirou a camisinha e me mandou chupar,foi quando nessa hora seu irmão Gê entrou e falou que sabia que o Jó não ia perder tempo e se aproximou da minha bundinha e começou a roçar o caeté no meu cuzinho,forçando uma entrada rápida,então ele colocou uma camisinha e enfiou bombando num vai e vem gostoso.Depois , ele pegou o pau do irmão e tirou da minha boca e colocou o dele e comecei a chupá-lo.O que me intrigou foi o fato de Jó ter deixado ele pegar no pau dele e não falou nada.Nesse momento Jó passou a me foder como um animal ,passando a barba nas minhas costas e falando o quanto eu era gostoso..As vezes ele tirava o pau todo de dentro de mim e olhava ele saindo e entrando....uma loucura de tesão entre 3 machos.Depois Gê pediu ao irmão pra me foder,tirou o pau Del do meu cú e enfiou todo cacete dele no meu cú já relaxado pelo Jó.Foi nesse momento,que ouvi um barulho de alguém chegando no salão da boite e Gê falou: --É o pai.Foi quando vi um homem maduro com seus 54 anos entrar no salão com uma grade de cervejas nos ombros,sem camisa e com uns peitos fortes e bem torneados,de calça jeans bem apertada que desenhava suas coxas de homem trabalhador braçal.Nesse momento eu estava chupando o Jó e Gê me fodendo e nãotive tempo de sentir vergonha ou receio de nada,pois só tinha cheiro de sexo ,de suor e putaria no ar daquele ambiente.Foi quando o Gê chamou o pai pra participar da nossa brincadeira e o coroa não perdeu tempo e tirou a calça e ficou pelado me aapresentando aquele monumento de cacete meio bomba.E foi logo ordenando:--Jó,tira a rola da boca desse safado que agora ele vai sentir o que é um caralho de macho maduro.E o coroa tinha razão, eu nunca tinha visto um cacete daqueles e cheio de veias,deveria ter uns 20 cm e tinha veias por toda extensão,minha boca se tornou pequena pra engolir aquele mastro.Foi quando Gê veio até nós e pegou no pau do pai e tentou enfiar de vez na minha boca,senti um certo espanto do coroa ao ver o próprio filho pegando no seu pau mas não questionou o fato e pediu uma camisinha ao filho pra me foder.E falou:---Me dê uma camisinha,que quero meter no rabinho desse macho puto agora.E foi enfiando no meu cú e fui sentindo o quanto era maior que o dos filhos e me preenchia por completo,eu não queria que aquilo acabasse nunca.. eu gemia ,urrava e ele se mostrava um macho de verdade que sabe fazer outro macho sentir prazer.Jó se masturbava ao lado,enquanto o Gê foi na cozinha e voltou com um pote de manteiga,besuntou o próprio cú,tirou o caeté do pai do meu rabo e implorou ao pai que o fodesse.Ele falou:--Não sabia que vc gostava de rola,mas se gosta,fica de quatro que vou te foder.Gê ficou de quatro e o pai enfiou no rabo dele sendo facilitado pela manteiga que ele tinha passado.Gê deu um grito e mandou o coroa o foder forte.Ele só falva que ia foder ele todo dia. Enquanto isso eu chupava o Jó que suava em cima de mim e me beijava molhando meu rosto com saliva e lambendo num tesão louco....Era só urros naquele ambiente vazio só da gente.Jó me fodia de frango-assado,mas notei que ele estava excitado pela cena de ver seu pai fodendo o seu irmão;Foi quando o coroa notou que o Jó estava com tesão no que via e perguntou: Você também quer experimentar o cacete do pai?E Jó respondeu que se fosse com carinho ele toparia pois nunca tinha feito.Então o pai tirou o cacete do cú de Gê.Eu e Gê,ajeitamos o Jó para receber aquele monumento de cacete que não baixava nunca;melamos o rabinho virgem de Jó de manteiga e pegamos o cacetão do coroa e com Jó de quatro fomos enfiando devagar,mas mesmo assim ele urrou de dor e tesão,nisso o pai quis desistir mas Jó não deixou e empurrou as nádegas pra tra´s de encontro ao cacete do pai arrombando a si mesmo.Parou pra se acostumar com o tamanho do mastro,mas o coroa começou a bombar e Jó pedia mais.

Em seguida,o coroa pediu que eu e Gê deitássemos na mesa de quatro que ele ia foder todo mundo de uma vez; metia em mim,tirava ,metia no Gê e depois no Jó.Enquanto isso a gente se beijava um ao outro e quando o coroa tirava a rola do cú de um,sentíamos um vazio e gritávamos pra ele colocar logo.Ele nos chamava de machos putinhas,de viadinhos,nisso falou que ia gozar e ficamos de joelhos de bocas abertas pra receber o leite daquele macho que nos deu prazer e que a partir daquele momento conheceu seus dois filhos através de mim.

Depois que gozamos ele falou:--agora é hora de trabalho,amanhã fodo vocês mais uma vez e quanto a você(comigo)se quiser pode voltar amanhã nesse horário.Me tornei freqüentador assíduo e sempre chegava adiantado.Era meu happy hour!

Tesão

Sentado ao lado do Rick, minhas lágrimas rolavam silenciosas. Rick não conseguia articular uma frase inteira. Abracei-o e minha boca foi de encontro à dele, nossas lágrimas juntaram-se e nossos corpos envolvidos num instante, procuravam desvencilhar nosso sexo. Ficamos ali nos olhando até os primeiros raios de sol tocar nossos rostos. Dirigimos-nos a apartamento do Rick. Com o sol aquecendo nossos corpos, chegamos, sentamos na sala, Rick colocou uma música da Dido – Life For Rente e nos olhando, nossas bocas mais uma vez uniram-se, fomos tirando as roupas sem perceber, era natural, sentia que ele se entregara a mim de verdade, suas mãos percorriam meu corpo, e minha boca procurava vasculhar todo seu corpo, sugava seus mamilos enquanto Rick, cravava suas unhas nas minhas costas, e com a outra mão procurava a entrada do meu ânus, com a minha ia acariciando o seu cacete que naquele momento já pulsava de tão duro. Ali no tapete, possicionei-me de quatro e pude sentir a delicadeza dele ao introduzir seu cacete devagarzinho, pude sentir cada centímetro, enquanto ele me falava ao ouvido o que qualquer pessoa apaixonada gostaria de ouvir, dizia-me que queria ficar sempre ao meu lado, que nunca mais faria algo que me magoasse, e não saberia o que faria e Tiago me procurasse novamente, pedi que ele não falasse mais nisso, deitei-o e sentei em cima do seu corpo, senti no fundo o seu pau preencher-me, sentia espasmos, e todo meu corpo tremia, subia e descia lentamente, via os olhos do Rick revirando de excitação, ainda em cima dele, Rick se ajeitou, sentou e eu fiquei escanchado nele, beijávamos e seus braços fortes me envolviam me levantava pela bunda e me socava forte, minha respiração cada vez mais ofegante, estava alucinado e o suor brotava de nossos corpos, sua língua passeava pelo meu rosto, orelhas e voltava a minha boca, senti sua porra inundar-me por inteiro, tratei e friccionar meu pau em sua barriginha até gozar, ficamos ali esparramados no tapete, eu por cima daquele corpo exausto e suado, fiquei contemplando aquele sorriso de menino que tinha ganho o brinquedo tão sonhado; beijando sua face avermelhada do nosso amor.

Nossa história durou um ano e meio e nunca acabou. Moramos meio que juntos pois sempre dávamos um jeito de dormirmos juntos. Na última vez em que ficamos juntos, percebi que Rick estava estanho, após fazermos amor, na madrugada, com os olhos marejados Rick me fitou, e disse baixinho: eu foi promovido...eu, fui logo todo feliz, dando-lhes parabéns, mais ele soltou uma lágrima; fiquei apreensivo e perguntei o que se tratava, e ele soltou mansinho e choroso: é que vou ter que parti dentro de uma semana, pra outro estado, vou morar com minha irmã, e ela não aceita nosso relacionamento, como você sabe; mais te prometo que em pouco tempo quanto se estabilizar mando te buscar. Esbocei um sorriso sem graça, disse que esperaria que ele não ficasse triste que passaria rápido, mais no fundo sabia que estava mais uma vez perdendo um amor.

A semana passou depressa, passei os dois últimos dias junto a ele, arrumando suas coisas e no intervalo de um caixa e outra entregávamos ao no amor. Chegada a hora meu coração apertado, sabia que perderia Rick, se não fosse para uma outra pessoa seria o tempo o responsável. Fui embarcar-lo, coração triste, mais não poderia demonstrar ao Rick que estava triste, tinha que encoraja-lo a ir, pois era a sua vida que estava em jogo, pois por diversas vezes ele tentou desistir pra ficarmos juntos. Tinha a minha vida, não poderia assumir um amor homossexual aos 25 anos, e não tinha coragem de enfrentar a família, nem por um grande amor. Fui covarde. Quando Rick me abraçou e foi anunciado o seu vôo soou longe...

Meu amo, meu grande amor modificou meu ser, meu viver... a música que marcou nossas vidas Por amor do catedral, pela última vez tocou para nós dois. Virei e sem olhar para trás deixei o aeroporto, e mesmo me esforçando pra não chorar as lágrimas saltavam dos meus olhos.
Como falei antes, ficamos juntos um ano e meio, e depois que Rick mudou-se falava-mos todos os dias por telefone ou msn, e com o passar do tempo foram tomando espaços de tempo até que cessaram. Fiquei sabendo depois que Rick casara com uma amiga de sua irmã, a bruxa da irmã dele nunca engoliu nosso relacionamento, e eu sabia que tinha sido ela que tinha arrumado aquela promoção para nos separar.

Foi duro esquece-lo, mais a vida seguiu, Tiago ainda me procurou, mais eu tinha escolhido o amor.

Às vezes me pergunto nasci pra amar? Nunca desistir, por isso compartilho minhas histórias e busco uma grande novo amor.

O Advogado

Eu trabalhava numa empresa de São Paulo que passava por um processo de aquisição por uma outra estabelecida no Rio de Janeiro; como ocupava cargo de Gerente da área contábil-financeira estava sendo muito requisitado para prestar informações à nova matriz; esses contatos eram feitos através do Dr. Sandro, Diretor Geral da área jurídica.

Dentro dos novos padrões de economia estabelecidos pela nova empresa foram suprimidos todos os telefonemas, substituídos por contatos via Skype com web cam; acabei conhecendo o Dr. Sandro dessa forma; era um coroa prematuramente grisalho, muito educado, charmoso, inteligente, conhecedor profundo das rotinas de aquisição e fusão de empresas; extremamente afável e educado.

Os nossos contatos foram ficando mais fraternos, francos e chegando quase até a intimidade; eu já sabia que ele havia sofrido uma profunda decepção no casamento, estava solitário, carente; ficava a maior parte do seu tempo dentro da empresa para preencher o seu dia; não tinha namorada, pois dizia que havia perdido o interesse nas mulheres, para ele falsas, interesseiras, infiéis.

Eu entendia perfeitamente o seu estado, pois também havia perdido o interesse nas mulheres, mais por culpa da minha esposa do que por qualquer outra coisa; hoje ela somente se preocupava em atividades beneficentes com suas amigas do que comigo; assim o Dr. Sandro e eu tínhamos muito em comum.

Durante um desses contatos via web cam notei sobre a sua mesa uma edição da revista Sexy, com uma dessas pseudo-atrizes famosas na capa; perguntei-lhe sobre a revista, a pseudo-atriz e quanto valeria uma noite com ela; ele disse-me que pra ele nada, pois preferia bater uma punheta do que se deitar com uma mulher; concordei com ele e essa conversa levou-nos a uma maior intimidade sobre diferenças entre homens e mulheres, fidelidade, respeito, exigências, possessividade, frustrações sexuais, experiências na infância, troca trocas, e inevitavelmente, experiências atuais com o mesmo sexo; não tínhamos experiências recentes mas o nosso interesse nisso estava óbvio, a flor da pele; ele e eu estávamos desejando um homem, chupar um pau, entregar nossos corpos a alguém que tivesse interesse, carinho, desejo, respeito; ele disse-me estar terrivelmente excitado; então pedi-lhe que me mostrasse o seu pau; imediatamente baixou as suas calças junto com as cuecas e exibiu um espetacular pau; ereto, não muito grosso, cabeça brilhando, uma jóia. Manifestei as minhas impressões e ele começou uma punheta, lentamente, acariciando-o, balançando o saco; pediu-me que mostrasse a bunda para excitá-lo ainda mais; atendi prontamente. A minha bunda é linda, musculosa, redonda, moldada por academia, poucos pelos; no chuveiro do clube vejo claramente olhares desejando-a, alguns querendo iniciar conversação sobre ela e não tendo coragem; na sauna então, mesma coisa, vejo paus em processo de ereção; faço questão de exibi-la em todo lugar; o desejo dos outros homens pela minha bunda me excita.

Assim caprichei na frente da web cam para o Dr. Sandro; ouvi-o claramente gemendo, pegando um lenço de papel e depositando nele o seu gozo; a sua respiração ofegante no microfone era muito audível, recompondo-se agradeceu-me seguidas vezes; disse que tinha sido a imagem mais linda que havia visto na vida, que eu era o que ele sempre procurou e nunca havia encontrado; eu agradeci-lhe, disse claramente quanto o seu pau tinha me deixado excitado, louco para acariciá-lo, chupá-lo, senti-lo na minha bunda; disse-lhe bem devagar que gostaria de vê-lo pessoalmente e fazer tudo o que estava dizendo.

Depois desse dia falávamos todos os dias, muitos e muitos sem nada a ver com a empresa e nossas funções; sempre sobre os nossos desejos, fantasiando um encontro.

Até que um dia ele me disse que precisava vir a São Paulo cuidar de uns processos judiciais; o sangue afluiu no meu rosto, o coração disparou, o desejo acendeu-se ainda mais, o cuzinho piscou. Estava chegando a hora.

Depois de alguns dias ele chegou; instalou-se num hotel próximo à Avenida Paulista e marcamos um encontro para depois do expediente; às 18:30 horas pontualmente cheguei na recepção e fui encaminhado ao apartamento do Dr. Sandro; a porta estava entreaberta. Entrei, fechei-a e me anunciei em voz alta; ele saiu de robe pós banho do banheiro e veio em minha direção; acomodei a minha pasta no chão aos meus pés e fiquei sem palavras admirando-o e sendo admirado; ele chegou-se em frente a mim e sem dizer nada abriu o robe exibindo o seu corpo, sem nada por baixo, principalmente a sua pica dura apontando pra mim; aproximei-me ainda mais e o abracei; desci a minha mão e segurei aquele magnífico pau, quente, duro, pulsante, perfumado; ele suspirou profundamente e comecei a beijá-lo no rosto, pescoço, mamilos, axilas e fui descendo; em alguns minutos estava ajoelhado no meio das suas pernas beijando suavemente a cabeça do seu pau, acariciando o seu saco; uma das minhas mãos passou no meio das suas coxas, alcancei-lhe a bunda, acariciei o rego; o seu pau ficou ainda mais duro, mais quente; minhas mãos acariciavam ora as coxas, ora o saco; a boca engolia aquele pau maravilhoso, que esbarrava no céu da boca, no fundo da garganta. Todos os meus desejos ocultos se materializavam naquele momento, naquele pau todinho na minha boca, nos meus dedos que acariciavam o seu rego buscando o seu cuzinho. As suas mãos acariciavam os meus cabelos, lentamente fazendo o movimento de uma foda, o seu pau entrando e saindo suavemente da minha boca. Ele conduziu-me para a cama deitando-se de costas, pernas dobradas oferecendo a virilha, a bunda atrás do saco, as coxas; chupei, beijei aquele macho como a uma fruta madura; senti o perfume da sua virilha, o diâmetro do seu cuzinho, a rigidez da sua bunda; com uma das mãos alcancei o tubo de lubrificante que havia levado na minha pasta e lubrifiquei o seu cuzinho; sua respiração estava totalmente descontrolada, o coração batendo descompassadamente; penetrei um dedo, depois dois; o Dr. Sandro urrava, dizia coisas sem nexo, estava totalmente a meu dispor e eu me servi daquele macho tesudo, carente, adorável. Lambi, suguei, chupei.

Até que ele me implorou;

- Por favor, me deixa te comer.

Tirei as roupas que me restavam e me deitei; ele veio sedento, totalmente dominado pela paixão; deitei-me e o recebi me abraçando, me beijando no rosto, levantou os meus braços e chupou meus mamilos, axilas, orelhas, pescoço; senti a sua pica dura esbarrando na minha, nas minhas coxas, e foi descendo, descendo até chegar no meu pau. Abocanhou carinhosamente, acariciou, abriu as minhas pernas, alcançou o meu cuzinho com o dedo, lubrificou e introduziu um dedo sem dó nem piedade; gemi surdamente ao receber o seu dedo médio, em seguida o indicador e o médio juntos; sem dó nem piedade, apenas movido pelo desejo, pela paixão seus dedos me possuíam; me submeti àquele macho carente e tesudo; colocou mais lubrificante e novamente os seus dedos me penetraram, com ansiedade, desejo, desavergonhadamente; transformou-me numa puta a ser comida, destinada a saciar todos os seus desejos; virou-me de bruços, travesseiro na minha barriga, minha bunda levantada, exposta, a ponta da sua língua penetrou no anelzinho, o meu cuzinho mais e mais implorava pelo pau que chegou logo em seguida, duro como pedra, carente pelo meu anelzinho; forçou várias vezes até que o recebi; a cabeça passou e o resto do seu pau também; senti a sua cabeça batendo no fundo do cuzinho, o calor do seu hálito no meu pescoço, os seus lábios me beijando, ele totalmente descontrolado, um garanhão no auge do desejo. Bombou, bombou, tirou o pau, colocou novamente e novamente e novamente; eu estava inerte aos seus caprichos recebendo o seu desejo acumulado em anos de frustração, de espera, aguardando aquele que o saciaria. Entreguei-me totalmente; fique de quatro, ele endoidou de vez; seu suor escorria pela testa, pelo peito, virilha; penetrou-me violentamente, seu pau foi até o fundo do meu cuzinho novamente, várias vezes, lubrificou, colocou, tirou, pos, tirou; senti o seu saco batendo na minha bunda, os seus pentelhos roçando no meu rabo, até que explodiu num gozo quente, jatos e jatos de esperma fervendo no meu cuzinho, escorrendo para fora, nas minhas coxas, na bunda; senti o liquido quente dentro de mim, deitei-me de bruços e o recebi sobre as minhas costas, resfolegando, esperando a sua respiração voltar ao normal; tirou o pau de dentro do meu cuzinho, virou e me acolheu nos seus braços. Passados alguns minutos conseguimos falar, quase que simultaneamente:

- Você é meu, sou todinho teu.
walterlobato@hotmail.com

Tio quase Pai

...Hoje tenho 35 anos, sou um cara casado e tenho uma família liberal;praticamos swing,incesto e não temos tabus com nada.

O que vou contar aqui aconteceu logo após a morte de meu pai.Ficamos só eu e minha mãe,como nossa casa era bastante grande,minha mãe resolveu chamar um tio meu, irmão de meu pai que era casado e tinha uma filha de 18 anos,prestes a casar.Em dois meses eles estavam morando conosco o que me fez esquecer um pouco da morte de meu pai. Na época, eu tinha 10 anos de idade e esse meu tio começou a me tratar como um filho querido dele,fazendo todos os meus gostos.

Ele ,na época, estava com uns 54 anos,era um homem forte, com um pouco de barriga e tinha um bigode que mantinha sempre bem aparado e andava sempre bem perfumado.Ele estava sem trabalhar, e como eu estudava em uma escola particular, minha mãe conhecia a diretora da escola e arrumou pra ele um trabalho de motorista de micro-ônibus da escola.Fiquei contente, pois eu ia permanecer sempre com meu tio,preenchendo a falta de meu pai.Eu estudava pela manhã e a gente sempre ia junto e voltávamos juntos da escola.Na volta pra casa, ele sempre me colocava em seu colo pra brincar com a direção do ônibus;e numa das vezes eu brinquei tanto que cansei e quando me recostei no seu peito notei que ele tava com a camisa aberta e senti seu suor no meu pescoço.Aí ele falou: -Beto, seu tio ta suado.! E foi logo passando a mão no meu pescoço pra me enxugar e nesse dia senti algo estranho com aquela mão alisando meu pescoço.Chegando em casa,fiquei pensando naquilo e fui dormir sem entender!

Passaram-se 3 anos e eu já estava com 13 anos, quase 14,já conhecia um pouco de sexo pelas revistas e sempre me excitava melando minha cuequinha.E meu tio continuava motorista da escola que eu estudava.Nunca mais ele tinha me chamado pra brincar no volante do ônibus,mas eu não pedia...

Num sábado pela manhã,ele me acordou e perguntou se eu não queria ir na garagem dos ônibus da escola pra ajudar a ele a lavar o ônibus que ele dirigia.Aceitei e ele falou que já tinha falado com minha mãe e que ela tinha deixado pois elas iriam fazer compras pro casamento da minha prima.E lá fomos nós;eu estava muito contente pois eu ia passar o dia inteiro com meu tio que eu admirava tanto.Chegando na garagem,pegamos o material pra lavar o ônibus e começamos. Eu de calçãozinho e ele de bermuda sem camisa..Nesse momento entrou outro ônibus na garagem e vimos que se tratava de outro motorista chamado Romildo,um senhor de seus 56 anos,bem cuidado,barba bem feita,estava de bermuda e camiseta.Veio falar com meu tio e disse que também ia lavar o ônibus dele.Ele estacionou distante da gente e víamos ele lavando o ônibus bem longe.

Quando acabamos de enxugar o ônibus,meu tio ( O nome dele é Douglas),falou:--Agora vamos tomar um banho ir embora pra casa.E entramos no banheiro onde estava os chuveiros,e vi que os Box de banho dos motoristas não tinha porta e ficavam um de frente pro outro.

Ache solteiros sexy em sua cidade!!!

Meu tio me mandou tirar o calção;nessa hora ele estava tirando a cueca toda suada dele e pela primeira vez eu via meu tio pelado e pude ver a diferença de uma homem pra um menino.Vi o pênis de meu tio,mole e era grosso e muito grande.Ele notou minha admiração, veio até mim e tirou meu calção e me mandou entrar no box.Obedeci a ele e comecei a me molhar,mas ele notou que eu não tava me ensaboando e saiu do box dele veio até o meu e falou assim:--Não fique com vergonha de seu tio,vou te ensaboar.Pegou o sabonete e começou pelas minhas costas e fez muita espuma e foi espalhando pelo meu corpo e me colocou dentro do chuveiro.Depois,começou de novo,na parte da frente de meu corpo e passou sabonete nos meus peitos e desceu pro meu pauzinho de uma garoto de 13 anos,lavou, ensaboou,passou nas minhas coxas e voltou pra minha bunda e passou o sabonete entre as nádegas,alcançando meu cuzinho.Senti aquela mesma sensação quando sentei no colo dele a anos atrás.Fiquei com meu pauzinho durinho e ele notou falando que era normal.

Foi quando olhamos pra porta do box,o outro motorista(Romildo)estava parado olhando e falou:=--Ensinando ao garoto, Douglas?E meu tio falou: Já ta na hora,pois já ta ficando um homenzinho,olhe os pélinhos dele,já estão nascendo.Nisso,Romildo tirou a roupa,ficando pelado e entrou no box,se aproximou de nós dois e foi examinar meus pélinhos e alisou meu pauzinho.Meu tio me colocou nos braços e me aproximou do Romildo e ele chupou meu pauzinho e senti um arrepio dentro de mim e me encostei no ombro do meu tio.Romildo era um homem carinhoso e falou;--Não se assuste,menino,nós dois vamos te ensinar a sentir e a dar prazer.E olhou pro meu tio sério e falou;--Douglas, que isso fique entre nós e deu um beijo na boca do meu tio que foi correspondido.Fiquei louco quando vi aqueles dois homens grandes se beijando como namorados.Se afastaram,meu tio me pegou nos braços e Romido falou que queria chupar meu cuzinho, e meu tio abriu minha bundinha e Romildo começou a chupar meu cuzinho.Eu gemia baixinho e meu tio ia me beijando..Não sei quanto tempo ele chupou meu cuzinho,perdi a noção de tempo, eu queria que aquilo nunca acabasse.Depois, meu tio me colocou nos braços de Romildo e começou a me chupar todo.Eles se beijavam e me chupavam.Foi quando meu tio falou que queria tirar o cabaçinho do meu cú,foi quando o Romildo falou que não,que meu tio tinha tirado o cabacinho do filho dele e que agora ele ia tirar o meu e ele ia ver.Meu tio Douglas concordou.Meu tio pediu a Romildo que fosse com calma,pois eu nunca tinha feito nada com meu cuzinho.Romildo pegou a bermuda dele e tirou uma camisinha,vestiu o pênis e pediu ao meu tio que molhasse meu cú com sabonete e cuspe.Quando eu tava bem lubrificado, Romildo foi colocando a cabeça do pau(18x05cm),gemi alto e abracei meu tio quase chorando;meu tio só dizia que no começo doía um pouco mas depois eu ia gostar;e Romildo não parou,foi furando mais ainda meu cuzinho de menino virgem.Ele foi me orientando pra eu fazer força como se fosse defecar que eu assim relaxaria.Quando eu fazia isso, ele enfiava mais,foi quando ele chamou meu tio e mostrou;--Tá vendo, Douglas? Entrou tudo,igual ao que você fez com meu filho; e foi bombando.Comecei a gostar e a mexer a bundinha de encontro ao pau do Romildo,e ele falou: Olha Douglas, seu sobrinho viadinho já ta gostando da minha pomba,olha como rebola no meu cacete. E começou a bater na minha bundinha.....Foi quando meu tio pediu a ele pra me penetrar também.Romildo tirou o pau da minha bundinha e mostrou a meu tio o estrago que tinha feito.Meu tio falou:--Você arrombou o cuzinho do moleque, seu filho da puta!E meteu na mesma hora me tirando um gemido alto...Romildo se aproximou de mim e chupou meu pauzinho e ao mesmo tempo lambia o saco do meu tio.Eu gemia alto e Romildo falou pro meu tio:---O moleque vai gozar..mete forte! E meu tio acelerou e eu gozei uma aguinha rala....Meu tio tirou a rola do meu cuzinho e mandou em me lavar.Enquanto eu me lavava, vi os dois se atracarem num longo beijo;depois meu tio se baixou e chupou o cacetão do Romildo.Não houve penetração ente eles,quando anunciaram que iam gozar,se aproximaram de mim e esporraram em cima do meu corpo e começaram a lamber a porra que tinha em cima do meu corpo;Romildo pegou um pouco no dedo e enfiou na minha boca e falou que era pra eu sentir o gosto de um macho.E me falou que isso seria um segredo entre nós 3 e que breve iríamos acampar,só que desta vez o filho dele iria e seria uma brincadeira a 4.

O relacionamento com meu Tio Douglas mudou: Ele era Tio quase Pai,e se tornou Tio-quase-Pai-Amante.

Espere a segunda parte....

Cinema

Olá Pessoal, esse é meu primeiro conto, ele é verdadeiro, realmente aconteceu em meados de fevereiro deste ano.

Moro em uma cidade não muito grande, porém, ano passado, fechou o cinema daqui... e eu queria ver muito um lançamento com o qual sou muito fã, um amigo meu socorreu-me, ele mora em uma cidade perto da minha,em que o filme estava em cartaz, então me convidou para passar o finde na ksa dele, dai eu poderia assistir esse filme.Ele tinha 21anos na época, tanquinho, olhos verdes lindos,magro... e eu tinha 16 anos,185cm, braco, olhos e cabelos castanhos e eu era virgem.

no sábado fui para lá... cheguei ao meio dia.. ficamos por sua casa conversado e dando risada.. eramos amigos a 2 anos e só tinhamos nos encontrado 1 vez um ano antes... intão tinhamos bastante coisa para compartilhar q apenas por msn n dava hehe..

fomos ver o filme, jantamos, e fomos para o pc dele... até ai tudo bem.. quando um amigo dele no msn manda um video porno gay para nós, ambos tinhamos conhecimento da sexualidade do outro.. mas nunca passou pela minha cabeça fazer algo com aquele Deus.

Assistimos o video, eu já tava de tico duro..e pelo q eu vi, o volume da Bermuda dele era enorme, até q ele começa a me contar q o penis dele é daqueles bem babão, que logo q se excita começa a sair aquele "melzinho", falando isso ele tira só a cabeça ( LINDAAA) pra fora da bermuda e passa o dedo nela e lambe seu próprio mel.. quando eu vi aquilo, meu pau que ja tava duro, enlouqueceu e eu perdi a cabeça e decidi que iria perder minha virgindade com aquele meu amigo maravilhoso.

papo vai papo vem, ele me mostra outros videos... e continua com a cabeça de seu pau pra fora da bermuda.. e toda vez q saia uma gotinha ele passava o dedo e lambia.. até que eu perdi a cabeça.. e quando eu vi q saiu uma gotinha prontamente levei o dedo ao encontro no pau dele e perguntei...

- Posso experimentar?

ele n esperava isso.. ele ficou meio gago e responde..

-C-claro q pode!

passei o dedo.. e me admirei do gosto bom que tinha.. ele ficou me olhando.. e pediu:

-gostou?

-Sim, gostei muito

Então ele tira todo o pau pra fora ( 19 cm) e me pede

-vc n quer tirar esse melzinho direto da fonte?

Tremi horrores quando ele me pediu aquilo, mas como minha decisão de perder a virgindade com ele já estava concretizada apenas peguei no penis dele e lambri a glande... nunca vou esquecer do gosto daquele pau enorme...

Eu chupei por mais ou menos 10 minutos e ele falava...

-Isso, assim mesmo. chupa.. lambe, isso até o talo..

e começou a apertar minha cobeça cntra o seu pau.Não conseguia colocar nem metade na boca.. mas me esforçava. Ele intao fica de pé.. me levanta, me da um beijao..lambe meu pescoço e se ajoelha na minha frente.. NOOOSAAA foi lindo aquele deus grego abrindo minha bermuda, tirando meu tico pra fora que não era tão garnde ( 15 cm) e chupar inteirinho... com uma ferocidade que eu nunca mais encontrei...

Ele me chupou por deliciosos 5 minutos e pediu se eu não queria ir para o quarto dele( estávamos na sala do pc)

Disse que adoraria...

fomos para o quarto dele.. tiramos a roupa e eu vi pela primeira vez ao vivo aquele homem perfeito,que naquele momento era apenas meu, pegar no pau e pedir pra mim chupar ele mais... NOOOSSSAA.. deitei ele na cama e chupei ele bastante.. até q vo subindo por akele caminho de pelos q vai pro umbigo e deito em cima dele pra beija sua boca maravilhosa,fina,porem muito bem desenhada.Quando eu volto pro seu pau ele meio q consegue colocar seu pau na porta do meu cuzinho... mas lógico q não entrou nada.. e doeu muito.. eu tava seco ainda.. ai ele pergunta pra mim

-Posso tirar esse cabacinho?

-ele já é teu....

Qaundo eu falei isso ele me beija muito.. saiu de baixo de mim.. me vira de bruços e me deixa com a bundinha empinadinha... ele abre minhas nadegas e começa a passar a barba mal feita na minha bunda.. nossa.. sensação maravilhosa... ate q a barba da lugar a sua lingua molhada.. que me enlouqueceu.. eu já passava a rebolar.. tirando a lingua ele começa a pincelar aquele pauzão no meu cu... forçava um pouco... pincelava... batia na entradinha... pasasva as bolas na minha bunda... INCRIVEL...

ele sai de cima de mim vai até o guarda-roupa e volta com um gel e com camisinhas. ele vai para traz de mim.. e passa o gel no dedo e paça a colocar bem vagarosamente no meu cuzinho virgem q vai se abrindo pra ele... vagarosamente.. quando entrou o primerio ele coloca o segundo.. e o terceiro... Ficamos nessa brincadeira por um bom tempo para eu acostumar, pois o tico dele era bem grande.

Quando ele ve que eu jah to querendo a pica dele.. ele vai pra minha frente e coloca o tico na minha boca.. q chupo só a cabeça.. dai ele abre uma camisinha e pede pra mim por no pau dele.. coloquei ela.. e ele vai pra tras de mim.. e começa a forçar... doeu MUITO!! n entrava.. mas a presão doia no meu cu.. até q ele pede pra mim fazer força q entra.. dai eu forço pra baixo.. e eu sinto a cabeça entrar subitamente...

Queria sair dali.. era muita dor.. sentia akele tico groço me rasgar.. e era só a cabeça.. mas ele me segurou e beijava minha nuca.. falou que passava... dai eu pedi pra ele trar de novo.. dai ele tira.. mas fica pincelando no meu cu até eu pedir pra ele colocar de novo.. na segunda vez a cabeça n tem dificuldade pra entrar...n doeu tanto assim, porem ele começa a impurrar.. e impurrar e eu decidido a brigar aquilo tudo.. tranco a respiração e forço pra baixo de novo.. até que sinto as bolas dele na minha bunda e como se meu cu estivese com um ferro quente dentro.. ele ficou parado por algum tempo.. até q começa a tirar um pouco e colocar.. e mais rapido.. e mais rapido....

Como eu estava de bruço.. logo quando as estocadas ficaram mais fortes a cama fazia muito barulho.. e para n acordar ngm.. fomos para o chao.. em que fiquei de quatro e ele me comeu vagarosamente por quase quinze minutos.. e foi maravilhoso.. ele mordia minha orelha e falava..

- Que cuzinho apertadinho, tah maravilhoso.. eu arrebentei teu cabacinho.. fui o primeiro a entrar nesse cuzinho apertadinho que agora tah arrombadinho...

Eu gemia muito... e ele falou que ia gozar... eu tiro o pau dele do meu cu... tiro a camisinha e coloca a cabeça na boca.. ( ele ficou surpreso.. mas já que eu tinha gstado do melzinho dele...queria experimentar a porra) então ele bate uma punheta com a cabeça na minha boca e goza na minha boca... confeso q o gosto n é muito bom.. mas n me arrependo de ter bebido cada gota...

ele intao me puxa pra cama e me abraça forte... ate q começa a passar a mão no meu pau.. vai decendo e começa a chupa ele.. até eu gozar na sua boca tbm... que tbm engoliu tudo..


Foi maravilhoso... até hj transei muitas vezes mais.. e vou compartilhar com vcs..

Isso tudo foi verdadeiro.. hj eu tenho 17 e ele 22 e somos amigos ainda.. ele em sua cidade, eu na minha.. e nunca mais tocamos no assunto...

Abração a todos.. esperem q curtam meu conto!

Velhino Bêbado

TUDO COMEÇOU NO INTERIOR, DESDE PEQUENO CRESCI NA FAZENDA, ONDE MORAVA VARIAS FAMILIAS QUE SOBREVIVIA DA LAVOURA. TUDO BEM! QUANDO JÁ TINHA MEUS 15 ANOS VI QUE AQUELA FAZENDA PARECIA MAIS COM SODOMA E GOMORRA. POR QUE? ALI NA FAZENDA ERA UM TAL DE UM MARIDO SAIR E O RICARDÃO COMER A MULHER DO OUTRO, ALI NÃO SALVAVA NEM MINHA MÃE! POIS QUANTAS VEZES CHEGUEI DA ESCOLA E ENCONTREI MINHA MÃE E O DONO DE UMA VENDA DA CIDADE QUE IA ENTREGAR COMPRAS. ACHO QUE ELES PERCEBIAM QUE EU ESTAVA CHEGANDO E SE ARRUMAVAM E DISFAÇAVAM E O CARA SAIA FORA MAS O CHEIRO DE SEXO NO AR ENTREGAVA, EU SÓ FICAVA PENSANDO SE MEU PAI PEGASSE OS DOIS. AS COISAS FOI FICANDO RUIM NA LAVOURA E AS FAMILIAS QUE MORAVAM ALI COMEÇOU A IR MORAR NA CIDADE POIS LÁ TINHA MAIS CHANCES DE EMPREGO, E POR LÁ FICOU UM CASAL QUE RELUTOU EM NÃO SAIR DA FAZENDA. JÁ TINHAM SEUS 60 ANOS, VOU DAR NOMES FICTICIOS, SEU MANOEL E DONA MARIA, QUE GENTE BACANA. APESAR DE TERMOS IDO MORAR NA CIDADE NUNCA DEIXEI DE IR NA FAZENDA ERA MUITO BOM ANDAR A CAVALO, NADAR, PESCAR. NESSA ÉPOCA EU JÁ TINHA 19 ANOS, QUANDO FOI UM DIA ACORDAMOS COM A NOTICIA QUE DONA MARIA TINHA FALECIDO E PAROU A CIDADE POIS ERAM CONHECIDOS DE TODOS. E DEPOIS DE PERDER A ESPOSA SEU MANOEL CONTINUOU NA FAZENDA AGORA TRISTE SEM SUA COMPANHEIRA E A PEDIDOS DE MEUS PAIS FUI FAZER COMPANHIA A SEU MANOEL, FIQUEI LÁ QUASE UNS DOIS MESES. QUASE TODOS OS DIAS SEU MANOEL PARA AFOGAR AS MAGUAS TOMAVA UMA PINGUINHA, VARIAS, E TINHA DIA QUE EU TINHA QUE LEVAR SEU MANOEL PARA CAMA DESMAIADO E TIVE QUE TIRAR A ROUPA DELE. FOI QUANDO MEUS OLHOS ME TRAIRAM E ME ASSUSTEI COM QUELE VOLUME POR TRÁZ DA CUECA, UMA ROLA QUE EU NÃO TINHA VISTO ANTES, POIS EU JÁ TINHA VISTO UM MONTE NA FAZENDA. E AQUILO FOI ME DANDO UMA COISA QUE NÃO SABIA DIZER O QUE ERA, SÓ SEI QUE DEPOIS DE VER ATÉ SONHEI COM A ROLA DO SEU MANOEL, TUDO BEM! CERTA NOITE DEPOIS QUE ELE FICOU CHAPADO, QUE FUI COLOCA-LO NA CAMA E TIRAR A ROUPA DELE, SEU MANOEL ESTAVA DESMAIADO, EU FALAVA COM ELE E ELE SÓ RESMUNGAVA, MAS SEM AÇÃO, SEM SABER ONDE ESTAVA. ERA A MINHA OPORTUNIDADE DE VER A ROLA DELE, PUXEI A CUECA E VI AQUELE PAU GROSSO DE CABEÇA ENORME, PARECIA UM TOMATE A CABEÇA DO PAU DO SEU MANOEL. FUI TOMADO POR UMA LOUCURA! PEGUEI O PAU DELE E POR ESTINTO COLOQUEI NA BOCA, ELE RESMUNGOU, MAS SABIA QUE NÃO ACORDAVA, E FUI SALIVANDO AQUELA CABEÇA E CHUPANDO E POLINDO ELA COM A LINGUA, CERTAS VEZES EU LEVAVA AQUELA CABEÇA ATÉ A GARGANTA E ENDURECER, NADA MAS FICOU MEIA VIDA! GOZAR NÃO TINHA COMO! E EU APROVEITAVA. MAS POR ELE JÁ TER UNS 60 ANOS, BEBADO! ELE ESTAVA MELHOR DO QUE MUITOS JOVENS. E TODOS OS DIAS EU NÃO VIA A HORA DE SEU MANOEL CHAPAR DE CACHAÇA PARA EU CHUPAR AQUELE PAU. E O TESÃO POR AQUELA ROLA AUMENTAVA. CERTO DIA, FUI A CIDADE PASSEI NO AÇOUGUE E COMPREI MEIO KILO QUE LINGUIÇA CALABREZA, E FUI NA FARMACIA E COMPREI UM GEL LUBRIFICANTE E SEGUI PARA A FAZENDA. NAQUELE DIA EU ESTAVA DECIDIDO QUE QUERIA ALGO MAIS UMA PENETRAÇÃO.iMAGINEI QUEM SABE A CALABREZA NÃO APAGA UM POUCO DO MEU FOGO! E NOVAMENTE CAIU A NOITE E NOVAMENTE SEU MANOEL BEBADO. E REPETI A CHUPETA, MAS DESSA VEZ EU PEGUEI UM GOMO DAQUELA CALABREZA E ENCAPEI COM UMA CAMISINHA, LAMBUZEI ELA DE GEL, LAMBUZEI MEU CU DE GEL E ALI CHUPANDO O PAU DELE DE 4 EM CIMA DA CAMA, COM UMA MÃO PINCELANDO A CALABREZA NO MEU CU E A OUTRA PUNHETANDO E CHUPANDO O CACETE DO SEU MANOEL. MEU CU ESTAVA FAMINTO QUANDO DEI POR FÉ EU JÁ ESTAVA COM MEIA CALABREZA DENTRO DO MEU RABO E FAZENDO UM VAI E VEM COM ELA, MAS NÃO DEU CERTO EU NÃO GOZEI, FUI DORMIR FRUSTRADO EU QUERIA MESMO ERA SENTIR A ROLA DELE. E FOI PASSANDO O TEMPO E EU NAQUELA FURIA,DORMIA E SONHAVA COM AQUELE VELHO ME COMENDO. UMA CERTA NOITE INVESTI MAIS, QUANDO FUI COLOCA-LO PRA DEITAR, TIREI TODA A ROUPA INCLUSIVE A CUECA, TIREI A MINHA ROUPA, FIQUEI NUZINHO ENCHI O RABO DE GEL, VIREI SEU MANOEL DE LADO E DEITEI COM A BUNDA VIRADA PRA ELE DE CONCHINHA E PEGUEI O PAU DELE E PINCELAVA A PORTA DO MEU CUZINHO, MAS O PAU MOLE IMPEDIA DE ENTRAR, MAS MEU CUZINHO PEDIA. FOI QUANDO SENTI QUE O PAU DELE COMEÇOU A DAR SINAL DE VIDA, E EU FORÇAVA PRA ENTRAR. EM DETERMINADO MOMENTO EU APERTEI O PAU DELE E FORCEI, DESSA VEZ COM SUCESSO, A CABEÇA ENTROU! EU PRECISAVA DAQUILO! EU FICAVA COM MEDO DE SAIR! MAS NÃO IA DEIXAR POR NADA AQUELE FALO SAIR DE DENTRO DE MIM! DERREPENTE EU EMBEBEDADO POR AQUELE TESÃO IMENSO, COMECEI ANOTAR QUE A CADA MINUTO AQUELE PAU FICAVA MAIS DURO! EU NÃO ME CONTIVE, COMECEI A REBOLAR, QUERIA CHEGAR AO GOZO. COMO FICOU DURO O PAU DELE, EU FORCEI A BUNDA NELE E CONSEGUI QUE MINHA BUNDA COLASSE NAS BOLAS DELE. QUE DELICIA! AQUELA ROLA TODA DENTRO DE MIM!. DERREPENTE ACONTECEU O INESPERADO. DO NADA, SENTI AS MÃO DE SEU MANOEL JUNTAR A MINHA SINTURA E ME PUXAR PARA ELE SOCANDO TUDINHO! NÃO SABIA SE ERA POR INSTINTO OU SE ELE TINHA ACORDADO, MAS ELE TINHA ACORDADO!, LEVEI UM SUSTO! QUANDO ELE COMEÇOU A FAZER UM VAI E VEM BEM DE LEVE. E ELE ME SUSURROU BAIXINHO: VAI! REBOLA PRO VOVÔ!, AI FIZ O QUE MAIS QUERIA, REBOLEI MUITO NAQUELE CACETE! HORA ELE TIRAVA TUDO, HORA ENFIAVA TUDO!. NÃO IMAGINAVA QUE MEU UZINHO AGUENTARIA AQUELA ROLA GROSSA. SEU MANOEL ME DIZIA: PALAVRAS LOUCAS COMO: "QUE CUZINHO GOSTOSO"! "FAZIA TEMPO QUE O VOVÔ NÃO FAZIA ISSO"!, "MINHA PUTINHA"! E EU DELIRAVA! SEU MANOEL NEM DAVA SINAL QUE IRIA GOZAR!.MAS NOTEI QUE EU REBOLANDO ESTAVA A CAMINHO DO GOZO EQUERIA GOZAR NAQUELE PAU, E COMECEI A REBOLAR COM FORÇA E CONSEGUI, GOZEI COMO NUNCA TINHA GOZADO. FOI QUANDO SEU MANOEL ME PEDIU PARA FICAR DE BRUÇOS, PEGOU DOIS TRAVESSEIROS E COLOCOU EMBAIXO DE MIM ME DEIXANDO TOTALMENTE EMPINADO A MERCÊ DAQUELE CACETE SEM PODER FUJIR, ELE GUIOU A CHAPELETA NO MEU ANEL E EMPURROU COM FORÇA, ENTERROU TUDO! E COMEÇOU A SOCAR COM FORÇA E COMEÇOU A BOMBAR! E DIZIA: DELICIA DE RABINHO, TOMA O QUE VC QUERIA, GOZA NO PAU DO VOVÔ! SEU MANOEL DEPOIS DE UM TEMPO NÃO AGUENTOU! VI QUE ELE PAROU E ENTERROU FUNDO E SEGUROU! E SENTI QUE FERVEU MINHAS ENTRANHAS COM AQUELE JATO FORTE E QUENTE AS ESGHICHADAS ERA INTERMITENTES, ATÉ QUE SENTI A ULTIMA ESGUICHADA O PAU DELE ESTREMECIA! SEU MANOEL TIROU O PAU DO MEU CUZINHO E CAIU DO LADO DESFALECIDO. QUE DELICIA! FICAMOS ALI CALADOS E DERREPENTE SEU MANOEL ME DISSE QUE JÁ FAZIA VARIOS DIAS QUE SENTIA EU CHUPANDO SEU CACETE MAS FINGIA QUE ESTAVA DORMINDO, MAS DEIXOU PARA VER ONDE IA DAR AQUELA BRINCADEIRA. EU PARA AGRADECER VOLTEI A CHUPAR SEU PAU NOVAMENTE MAS SEM CHANCE DE LEVANTAR , DORMIMOS PELADOS. E ESSA BRINCADEIRA COM SEU MANOEL DUROU POR MUITO TEMPO. ELE DEIXOU DE BEBER PARA METER NO MEU CUZINHO ATÉ QUE CASEI E VIM MORAR NA CAPITAL E DEPOIS DE UM TEMPO RECEBI A NOTICIA QUE SEU MANOEL FALECEU! FIQUEI MUITO TRISTE E AS LEMBRAÇAS E SAUDADES DAQUELA ROLA ME ACOMPANHAM ATÉ HOJE! COMO EU QUERIA TER OUTRO AMIGO COMO SEU MANOEL PARA EU REBOLAR NO PAU DELE DE LADINHO PARA GOZAR! MEU CUZINHO SENTE SAUDADES E IMPLORA QUE APAREÇA OUTRO. ENQUANTO ISSO VOU QUEBRANDO O GALHO COM UM VIBRADOR A PILHA QUE COMPREI, MAS NÃO É A MESMA COISA QUE UMPAU DE VERDADE E DUAS MÃO SEGURANDO A MINHA CINTURA! SÓ DE ESCREVER MEU CUZINHO PEDE! ATÉ MAIS

Hetero?

Quando finalmente a minha ficha caiu e percebi que o que havia com o Rick tinha acabado, fiquei deprimido, sentia um vazio enorme, me interrogava a cerca da minha vida, estava disposto a deixar de ser gay, resolvi ser hetero. Comprei roupas novas menos justas e mais sóbrias, deixei minha barba crescer e não freqüentei mais lugares gls. Saí a procura de uma namorada, queria transar com uma mulher, pois fazia tempo que não transava com uma, até tive experiências com algumas garotas, esse lance de ser bi é massa.

Foi a um barzinho que tinha fama por ser freqüentado por essas piriguetes que, adoravam ver um cara bem arrumado e com a chave do carro balançando. No inicio me senti um idiota, até que uma mulher me chamou a atenção ela tinha cara de safada, e parecia que tava a perigo, ela era gostosa, com uma micro saia, uma blusa mostrando os ombros e um salto altíssimo, ela me olhou e deu mole, seria ela mesmo. Me aproximei e ofereci-lhe uma bebida, pegou a longe neck, e com um gesto sensual passou a língua no gargalo e solveu o líquido devagarzinho. Caraça: fiquei de pau duro na hora! Enchia a cara pra ficar mais desinibido. Começamos a dançar juntinhos, esfregava meu cacete em sua bunda e uns caras começaram a olhar e se aproximar; no escurinho da pista de dança três caras se juntaram a nós; um ficou olhando enquanto o outro ficou atrás dela e outro encostou em mim; eu já estava alto e senti que ele friccionava seu pau na minha bunda, já não ligava mais queria ela putaria!

Sua respiração em meu ouvido, seu cacete duro quase pra me foder ali mesmo na pista, beijava a Luna (esse era o nome dela, 26 anos, morena, baixinha mais um corpo bem torneado e muito safada), enquanto era encoxada pelo outro cara. Ela veio ao meu ouvido se eu queria ir ao seu apartamento, ela, eu e os caras, inclusive o que estava olhando. Topei na hora! Continuávamos a dançar com uma mão apertava a cintura da Luna pra encaixar a minha pica na sua boceta, enquanto massageava o pau do rapaz que estava grudado na minha trazeira.

Chegamos ao seu apartamento completamente zonzos. Os três eram uma delícia, numa média de idade de 22 anos e sedentos por uma sacanagem. Começam tirando a roupa e ficando só de cuequinha, e que sena linda, cuequinhas cavadas, com seus cacetes já pulando pra fora. Minha foda com uma garota ia por água a baixo; mais não tava nem aí. O Sérgio um banquinho de altura mediana, cavanhaque, uns olhos negros e enigmáticos, e um corpo de jogador de futebol de salão vei me pegando pela cintura e me beijando, enquanto o Vinícius ( um negro, com cabelo raspado, um brinquinho e um sorriso lindo veio tirando minha roupa e pincelando minha bunda com seu pau. Enquanto me entregava a essa sacanagem, Luna estava atracada com o Leo que já estava com a mão fuçando a sua buceta. Fui em direção a Luna que usava uma calcinha minúscula, baixei-a e comecei a chupa-la, icentivado pelos caras que falavam: vai cara mostra que é macho e chupa essa safada, Luna contorcia o corpo, enquanto o Sérgio sugava meu anel, me levando a loucura.Luna chupava o pau negro e torto do Vinícius, que fechava os olhos de tanto tesão o Leo só olhava e tocava uma, ele adorava ficar olhando. Introduzi um, depois dois dedos na buceta, molhada e inchada da Luna, enquanto senti o pau do Sérgio entrar de uma vez em mim, gemi alto, foi quanto o Leo me colocou pra chupar-lo lambia aquele pau roliço e pulsante com vontade, me faltava o ar, mais continuava com os dedos na Luna, que a essa altura a melava muito minha mão. Sérgio pediu que penetrasse ela, obedeci, e logo ele veio por traz enfiando o seu cacete em meu rabo, que já aberto facilitou a entrada!Que ironia, no dia que eu queria virar hetero descobri que não tinha jeito, também gostava de homem. Vinícius pediu pra comer a Luna, saí e fui pro soja cama dela, pois estávamos no soja de seu quarto. Sérgio deitou e eu sentei de uma vez, cravando meu anel em sua vara melada, deitei meu corpo sobre o seu, e ele levantando o quadril pra me socar gostoso. Leo já cansado de olhar, passou lubrificante no dedo e do introduzindo no meu rabo junto ao pau do Sérgio, depois tentou meter seu caralho. Não agüentei, e Sérgio pediu que eu relaxasse que ele iria me ajudar, ele poxou minhas nádegas para abrir ao máximo meu rabo e o Leo foi metendo devagar. Senti uma dó alucinante, mais o tesão falou mais alto, tinha duas picas no meu rabo e via um negrão enrabando uma mulher; a Luna me chamava de safado e guloso, veio em nossa direção segurando a tora preta do Vinícius e dando pra mim chupar, depois nós dois passamos a dividir aquela delícia que logo jorrou jatos de esperma em nossas bocas, não agüentei e gozei na Barriga do Sérgio, e percebendo aumentou o ritmo e gozou, enchendo meu cú de leite, sem o Sérgio tirar o pau de dentro Leo soltou um gemido gostoso e também gozou dentro de mim. O Sérgio com a não em sua buceta a fazia gozar ainda mais; quando os dois paus amoleceram e saíram do no cú, escorreu também esperma. Estávamos suados e cansados, mais só era o começo e fodemos ainda mais até dormimos todos nus no tapete do quarto da Luna.

Acordei cedo, e fiquei olhando aquela cena; três caras bonitos uma mulher maravilhosa e eu, que continuava sentindo um vazio. E além do vazio uma baita ressaca e um cú arrombado e ardido.

Foi uma orgia, mais preferi contar aqui. bjos.

Pau moreno

Depois que desci do ônibus, noite dessas, pelas 8h30, mais ou menos, em que fui ao dentista, não sabia pra que lado deveria ir pra voltar pra casa, já que aquele consultório fica em um bairro um tanto distante do meu. Ao sair, caminhava na calçada e notei alguém bem próximo, um sujeito moreno, nem magro, nem gordo e perguntei:

— Sabes pra que lado fica a rua WWW? — e ele:

— Olha, eu vou pra lá. É só me acompanhar.

Andei então ao lado desse cara. De vez em quando sentia um perfume forte, vagabundo, vindo dele. Ele me falou que trabalhava em um prédio ali próximo. Quando chegamos na frente do edifício, ele me explicou pra onde deveria ir pra chegar na rua pra onde eu queria ir. Então perguntei:

— Não dá pra eu ir contigo? Preciso de um banheiro pra tirar água do joelho. — no que ele disse:

— Tudo bem.

Chegamos ao prédio, que tinha uns 14 andares e ele disse pra eu o acompanhar pela escada, segundo ele, pra que eu fosse em um banheiro reservado, porque assim seria melhor pra que ele não fosse prejudicado, caso algum conhecido dele lá do prédio nos visse e ele não queria problemas. Eu tava me sentindo bem animado com essa situação. Então seguimos pela escadaria. Depois de ter subido uns andares, chegamos em um trecho em que algumas luzes da escada estavam queimadas, deixando ali certa penumbra. Foi aí que ele parou e ficou me olhando meio cínico. Quando olhei o volume na calça dele entendi tudo. Ele só me olhou e disse:

— Quer chupar?

Eu fiz que sim com a cabeça e fui logo imprensando ele na parede. Desci a mão no cinto, baixei a calça, a cueca preta e eis que surgiu um pau não tão grosso, não tão longo, mas bem feito e bastante duro, já meio lubrificado. Meti na boca. Passava a língua nele como se fosse sorvete. Chupava a cabeça da pica, chupava as bolas dele e continuava sentindo aquele cheiro de perfume vagabundo. Baixei minha calça e fiquei de camisa polo, cueca e tênis, abaixado diante de um caralho cada vez mais duro, cada vez mais lubrificado. Ele trincava os dentes, gemia, até que deu um gemido mais forte e gozou na minha boca. Deixei escorrer a porra pelo canto da minha boca e a esfregava nas bolas dele, no pau dele que continuava duro, apesar de ter gozado. Passaram-se uns minutos e ele me puxou pra me beijar. Foi quando virei a cara. Ele me segurou com firmeza, meteu a mão na minha cueca e a abaixou. Meu pau pulou de rijo. Ele olhou minha pica acesa, olhou pra mim e me virou, de costas pra ele. A cabeça da pica dele encostava em minhas pernas, procurando entrada, até que conseguiu. Foi entrando devagar. Primeiro só a cabeça daquele caralho endurecido como pedra. Depois, não demorou e ele já tava todo enterrado em minha bunda. Sentia o saco dele batendo com força na entrada da bunda. Gostoso. Não aguentei e gozei antes que quisesse. Gozei bastante porra naquela hora e ele continuava metendo o pau em mim. Me segurava firme e metia a pica. De repente ele me virou de frente pra ele, no mesmo instante em que tirava a pica da minha bunda em um só golpe e me forçou a me abaixar. Gozou de novo na minha cara. Já menos porra que da primeira vez, mas, pela cara dele, vi que tava bem satisfeito.

Humilhado e enrabado na inspeção Militar

Até então durante todo o Liceu sempre escapara das aulas de Educação Física com os atestados passados pelo médico de família. Mas agora que ia fazer 20 anos, e tal como todos os cidadãos masculinos da minha idade, tinha sido convocado para a Inspecção Militar que me iria apurar ou não para a tropa, não tinha como escapar de me despir na frente de todos. E como tal perspectiva me aterrava. Eu bem queria ser moça para não ter de prestar tal dever mas sabia bem que nesse dia não teria meio de me furtar a exibir perante todos os outros rapazes, muitos meus conhecidos, o meu corpo todo nu e o consequente pendente e o saco dos ovos bastante curtos e diminuídos. Mas como se não comparecesse ia preso como refractário e a minha situação pioraria muito, lá compareci no Centro de Selecção do Exército no dia e hora marcados.

Aquilo começou mal pois logo de manhã na colecta de sangue quase desmaiei o que fez o sargento e a maioria dos rapazes chamarem-me de améliazinha. Quando chegou o momento de nos exibirmos nus perante a Junta Médica, todos em frente uns dos outros, aconteceu o que esperava. O tamanho liliputiano do meu piçalho e bolas fez com que todos os mancebos me começassem a gozar indiferentes à presença dos médicos e enfermeiros. Os primeiros a verem foram os que estavam do lado de frente da parede, que começaram a comentar malévolos, rindo-se muito e apontando para mim com os dedos procurando chamar a atenção dos outros.

Hei, que pilinha pequenina aquele gajo tem. Aposto que se deve ver fodido para a pôr em pé. – ao que os meus colegas do Liceu que comigo tinham sido igualmente convocados retorquiam compreender agora porque nunca me despia em sua frente, nem nunca arranjara namorada.

- Ele até deve ter vergonha que uma miúda lhe descubra as curtas dimensões da coisa e deve contentar-se com esfolá-las à mão - comentavam, cruéis.

Os responsáveis pela Junta Médica lá impuseram ordem naquilo mas eu bem vi que habituados a inspeccionarem diariamente dezenas de rapazes nus também nunca tinham visto nenhum caralho e tomates tão mal formados como os meus, pois na expressão das suas caras lia-lhes o ar trocista. Além disso parecia-lhes dar prazer expor as minhas escassas dimensões masculinas pois não paravam de me manusear a piroca várias vezes, com a ajuda de uma vara de vime que usavam com esse fim. Verdade que também fizeram o mesmo a todos mas a mim pareceu-me que muito mais tempo e sempre com um ar muito escarninho. Eu também tão assustado ia com aquele momento que tenho a certeza minha pila estava ainda mais minguada e com aspecto muito mais murcho nesse dia do que costume.

No dia seguinte realizavam-se provas psicológicas e por isso tínhamos de dormir nessa noite no quartel. Na hora do recolher deixei que todos fossem tomar banho primeiro pois a área dos chuveiros era comum, sem divisórias, e eu não queria passar por outra humilhação. Não me adiantou nada, evidentemente. Como todos sabiam o meu problema trataram de me caçoar mais. Aliás durante todo o dia passara constantemente a ouvir piadas sobre o meu caralhinho.

- Ó piça de gato – gritou-me um – porque não vens tomar banho connosco? Não vale a pena esconderes o que já todos viram, por mais vergonha que tenhas.

- Fica descansado que com uma piroca desse tamanho e um parzinho de tomates mais pequenos que bolas de ping- pong, fiques livre da tropa como as meninas, que isto aqui é só para homens de colhões grandes.

Entre os rapazes que mais me gozavam pela minha falta de atributos genitais destacava-se um mulato, com quase 2 metros de altura, cabelo cortado à escovinha, e um peito à Tarzâ, que efectivamente se destacara na Inspecção Militar pelo seu caralho enorme pois mediria muito próximo dos 30 cms e ainda mais escuro do que o restante tom de pele, com uma glande circuncidada rosa- vivo. Eu mirara-lhe bem o caralho durante toda a Inspecção, não com qualquer secreta intenção, apenas admirado como pudessem existir caralhos daquele tamanho, ainda para mais possuindo eu um tão pequeno, e ele apercebera-se disso. Quando no final do jantar fomos conduzidos às camaratas o mulato procurara um beliche para dormir junto ao meu e agora no final do duche pavoneava-se todo nu em frente de todos gabando muito seu dote descomunal, brincando com ele e procurando esfregá-lo em mim:

- Quanto darias para ter um caralho como o meu, branquinho? Durante toda a Inspecção não tiraste os olhos dele. Porquê? Porque és um paneleiro de piça curta e admiras muito um caralhão enorme como o meu, não admiras?

Os outros incentivaram-no a esfregar-me a pila na boca e a dar-me na testa com os tomates que mais pareciam os badalos de um sino. Conseguiram mesmo puxar-me as calças e as cuecas para baixo cuspindo desta vez, desdenhosamente, no meu aparelho reprodutor. Assustado como me achava nem me atrevia a gritar por socorro e a minha pilinha cada vez apresentava um porte mais escasso, meus próprios balõezinhos pareciam sumir-se mais ainda dentro do saco. Aquele primeiro dia de tropa começava muito mal para mim.

- Piça de panasca sem préstimo – exclamavam entre gargalhadas – nunca conseguirás foder com uma coisa assim. Ao menos sente na boca a força de um caralho.

- No cu! No cu! – gritavam outros – No cu é que um picinhas destes devia provar um cacete com os colhões cheios.

Felizmente a algazarra que faziam atraiu as atenções do cabo de noite, que entrando de rompante com o pelotão de serviço intimou com ameaças de castigos, que deixassem as bolinhas da amealizinha que quase desmaiara ao tirar sangue. Também o cabo de noite troçava de mim por causa dos centímetros que me faltavam, ainda que graças à sua intervenção e às luzes da caserna que se apagaram pouco depois, tenha cessado o tumulto.

Sendo verdade que durante toda a humilhação verbal a que fui sujeito e durante o tempo em que estive nu perante todos minha pilinha ficou sempre flácida e morta, o facto é que depois de me ter deitado, relembrando todas as cenas anteriores e o caralho insuflado do mulato ela começou ficando tesa e a desenhar seu relevo por sobre o cobertor do beliche, como um prego enfiado ao alto. Nunca pensara em provar pila no cu mas aquela deixara-me fascinadíssimo. Ou talvez fosse por ainda ser virgem pois como muito bem tinham dito meus colegas eu ainda me consolava exclusivamente na base da ordenha manual. Sabia que uma vez voltado à terra no final da Inspecção Militar todas as miúdas da minha rua saberiam a causa da minha castidade pois o Pedro, um dos mancebos que ia comigo, não sabia guardar um segredo e passava a vida achincalhando-me antes mesmo de me ter visto o que viu. Sempre sentiria vergonha quando falasse com uma delas ou quando me cruzasse com qualquer um deles, e isso curiosamente entesou-me imenso. O volume do meu caralho era agora razoável, muito mais razoável do quando eu me punheteava em casa vendo vídeos porno, e como feliz ficaria se o tivesse visto ostentando pelo menos aquele tamanho quando os médicos militares, sem cuidar de pudores, nos mandaram tirar a roupinha toda na frente uns dos outros. Era muito agradável senti-lo teso assim. Privado toda a adolescência de um corpo feminino, sempre gostei muito de me masturbar e como já bastantes ressonares se ouvissem no amplo dormitório, comecei coçando-me com a mão. Estive mais de 15 minutos brincando com a piça, sem nenhuma vontade de dormir, procurando não molhar os lençóis nem a cueca com os pingos de esperma que estimulada ela ia vertendo pela cabecinha. De vez em quando, muito lentamente para não chamar as atenções de ninguém, limpava-a com um lenço de papel que guardava debaixo da almofada imaginando como seria maior a minha humilhação se na manhã seguinte alguém desse pelos lençóis conspurcados com o meu sémen, quando senti que a pressão da esporra para sair começava sendo incontrolável. Não quis correr riscos e sorrateiramente tratei de às escuras me encaminhar para a casa de banho onde debaixo do chuveiro com as pernas bem abertas, procurei concluir o que começara no beliche da tropa, deixando a água morna correndo.

Como ali não corria o risco de despertar ninguém masturbei-me com todo o gosto e quase posso dizer que ouvia o leitinho saindo dos meus colhões balouçando-se, em direcção à racha da minha piroca. OOOH, QUE BOM! Mas meu prazer não durou muito tempo. Ainda não me viera quando ouvi a voz de desdém do mulato nas minhas costas. Quando me voltei vi-o de boxeurs e na zona da abertura o desenho pormenorizado do mastro erecto, muito mais imponente do que o meu.

- Paneleiro branquinho! Eu logo vi que o único contentamento que consegues dar a essa piça tão clandestina é esganando-lhe o tesão à mão. Ficaste excitado com tanta piça que viste durante a Inspecção, não foi? E em especial com a minha pois tanto a miraste. Não me admira pois todos os paneleirinhos como tu se excitam muito com a minha piroca. – Nesse momento introduzira a mão por dentro do boxeur e afagava o seu instrumento. - Vou então dar-te a provar o que tanto te excitou. A menos que queiras que acorde todos e lhes diga o que te apanhei a fazer aqui na casa de banho, vais-me chupar o cacete antes de te enrabar.

Não queria que ninguém na caserna soubesse dos meus pecados solitários, isso não. Já me bastava a vergonha de ter sido forçado a mostrar-lhes a minha pila, não queria mais vergonhas. E a ideia de provar aquele caralho como uma fêmea no cio, embora parecesse capaz de me rasgar todo, agradava-me imenso algo que eu próprio só nessa noite estava descobrindo. O meu caralhito murchara quando ele me interrompera mas agora estava outra vez todo de pé em riste com a ideia de me ir ao cuzinho. Ele percebeu-o pois não notando nenhuma objecção da minha parte ordenou numa voz enérgica de comando:

- De joelhos, bichona. Quero-te ver rastejando de joelhos até mim.

Aquele tom de comando hipnotizava-me. Tratei assim de lhe obedecer imediatamente. Atirara com as minhas cuecas ao chão quando começara a tocar à punheta e foi inteiramente nu que rastejei no chão frio de cimento uns dois ou três metros até chegar onde ele se achava.

- Vou-te transformar num paneleirinho obediente que foi para isso que a Natureza te destinou embora não o soubesses, meu colhõezinhos de bebé. – disse apertando-me as bolas nas suas mãos gigantescas e torcendo-mas vigorosamente. Gemi de dor mas meu tesão afrouxou bastante – Não quero ver a tua coisa de pé. Pelo menos por enquanto. Uma bichinhha obediente só se entesa com a permissão do seu macho, ouviste bem?

Aconselhando-me a conter meus gemidos se não queria ver a minha condição de paneleiro evidenciada a todos ordenou que o chupasse.

- Quero um broche bem feito com a tua boca de puta. Uma bichinha como tu, na hora de servir seu macho, começa por lhe mamar no pau e nas bolas, que é isso que me vais começar por fazer.

Nunca mamara nem fora mamado mas já vira muito disso nos vídeos do X-Vídeo e de outros sites. Baixei-lhe por isso os boxeurs com os dentes iniciativa que apreciou dizendo que estava aprendendo depressa a servi-lo com um bom paneleiro, e comecei mamando-o procurando imitar as actrizes porno. Quando passei minha língua das bolas para o caralho introduzi-o na boca com as mãos e tocar-lhe, tomar-lhe o peso, envolvê-lo e senti-lo rijo como nunca sentira o meu, foi uma sensação nova que me fez sentir um novo ser. Afinal aquele primeiro dia de tropa não acabava nada mal.

- Sorve o meu caralho, bichona porca – exortava-me apertando as têmporas e fazendo-me sentir mais seu – sorve o meu leitinho que te quero tanto encher-te a boca com a minha porra como te vou encher o cuzinho de donzel.

Chupava-o e o seu caralho ia-me penetrando fundo. A esporra saía dele já em quantidades apreciáveis, e ele mandava-me engoli-la todinha coisa que eu fazia ainda que com algum custo. Mas apesar da chuva de esporra que me deixou na boca seu caralho não baixou o tesão, nem se mostrou mais mole do que antes. Aquele era mesmo um macho pensei com admiração.

- Esfrega-me bem o pau com o sabão, se o queres ver escorregando fácil pelo teu cuzinho acima – ordenou – De outra maneira vais acordar toda a gente com os teus gritinhos de fêmea sendo arrombada quando te furar o olhinho.

Com o sabonete que nos fora distribuído a cada um esfreguei-lhe o cacete duríssimo sem esboçar qualquer reacção. O seu caralho enfeitiçara-me, eu faria tudo o que me mandasse, o mulato estava apreciando muito o toque de minhas mãos lubrificando-o e dava-me constantemente com ele na cara e no peito dizendo que uma bichinha miudinha como eu não devia só provar com caralho no cu e na boca, mas em todo o corpo.

- Deita-te no chão, pilinhas – mandou quando achou já estar bem ensaboado – Vais sentir o peso de um macho vazando-te o olhinho e comendo-te todo.

Prontamente me submeti na posição exigida e o matulão forçando-me as pernas no sentido da cabeça – e oh, com que prazer senti seus músculos prendendo-mas, bíceps duros de macho, tão duros e fortes eram os seus músculos como o vigor do seu caralho – e me mandou arreganhar as bordas do cu.

- Abre bem esse olho, maricas, e cerra os dentes com força que quando a cabeça da minha piça entrar nele até vais sentir estrelas.

Tratei de o abrir ao máximo pois só a cabeçorra era bem capaz de o entupir todo. O mulato contudo não meteu logo. Aproveitando-se da minha posição de frango no churrasco deu-me um minete ao cu que me deixou mais relaxado chegando mesmo a meter sua língua fundinho nele e dando-ma a provar na boca. Minha pilinha empinada batia na barriga dele, melando-a com algum do meu líquido que ia saindo.

- Então não é só a tocares punhetas que o teu caralhinho se entesa, panasquinha – comentou – Também o fazes quando tens um macho por cima.

Com meu olhinho bem arreganhado, aquele soberbo exemplar de macho cuspiu dentro dele, penetrando-me longamente com o seu dedo. Em seguida deu uma cuspidela no membro, e tapando-me a boca com força enfiou-mo pelo rego acima. Fechei os olhos porque me doeu muito, a sua outra mão apertou-me o nariz:

- Caladinha, bichinha – ameaçou – Nem um pio se tens amor ao teu cuzinho.

Mesmo que me quisesse debater seu peso sobre o meu anularia qualquer efeito. E a pressão daquele caralho penetrando-me ia-me alargando todo o anel pelo que quanto mais ele metia mais fácil e mais saborosa me ia sabendo a penetração, até me bater no troço e me despertar sensações novas de prazer que nunca experimentara tocando apenas à punheta. A pressão das suas mãos na minha boca e nariz aliviaram, primeiro destapou-me o nariz permitindo-me respirar, depois a boca, deixando-me gemer baixinho e as mãos uma vez libertas foram-se passeando pelo meu corpo muito lentamente, fazendo-me rebolar todo como uma putazinha húmida. Minhas mãos continuavam arrebanhando as bordas do meu cu para que o seu caralho não encontrasse muito obstáculo em entrar e sair, e o mulato enrabou-me longamente. As suas mãos apertavam-me os seios, aii, aiii, que bom, suspirava eu apenas com medo de não poder gritar à vontade, foram descendo pelo meu peito abaixo, afagaram-me a barriga e o púbis, até me envolverem o saco e o pilau e me começarem a masturbar procurando que a minha cabeça com o prepúcio todo puxado para trás lhe fosse lambendo a barriga e os pelinhos.

- Vem-te paneleirinho branquinho – dizia-me – Esporra-te todo enquanto sentes o meu pau vazando-te o cu.

Não eram apenas os seus movimentos de mãos que eram rápidos e vorazes. Seus movimentos de ancas, seus tomates e seu cacete dando-me no cu sem dó, seu peito de macho abatendo-se sobre o meu, também. Uma das suas mãos voltou a abafar-me a boca quando meus gemidos ecoaram mais alto, pouco antes de eu cuspir todo meu tesão. Só então ele se veio como uma corrente. Quentinho seu gozo. Mesmo depois de ter gozado sua tora ainda permaneceu entalada no meu cuzinho pois aproveitando todo aquele sémen como lubrificante, o mulato ainda se entreteve muito tempo metendo e tirando até a sentir irremediavelmente murcha.

- Vou-te comer o rabinho mais vezes – disse-me no fim no duche que tomámos juntos. – A partir de agora comer-te-ei o rabinho sempre que quiser, pois vais-me deixar o teu contacto e passares a ser o meu paneleiro. Nunca vi uma piça tão pequena como a tua e ela deixa-me cheio de tesão pelo cuzinho que há atrás.

Cumpriu a promessa. Eu próprio cuidei que a cumprisse pois prontamente lhe deixei o meu contacto. Afinal a sessão de humilhação tinha-me valido uma experiência nova que muito apreciei. Se a tropa era aquilo, prometia. Graças pela minha pilinha pequenininha e meus colhões subdesenvolvidos que me valeram aquela deliciosa enrabadela, pensei pela primeira vez antes de me deitar. Mas não consegui dormir com o olho a arder.

Nota Final: o pouco tamanho da minha pila e tomates não me isentou de ir à tropa. Fiquei apto para todo o serviço na Inspecção Militar.

Na praia com Militar

Quando recebi a ligação de um amigo no início da quinta-feira para ir à sexta pela manhã para a praia não imaginei que viveria momentos tão intensos. Esse amigo que fez o convite já foi um peguete que dá outro conto, mas após um período ficamos amigos e trocamos idéia sempre, saímos, dividimos situações e momentos. Entrei de férias do serviço nesse mês de setembro e já tinha comentado com esse amigo que estaria livre e não poderia viajar por motivos financeiros, há momentos na vida que precisamos pesar fatos e entre sair de férias gastando igual louco e depois ficar com a cabeça quente e pesada cheio de dividas, decidi ficar aqui pela cidade mesmo. Nosso Estado é o Espírito Santo, somos capixabas da gema. Nessa semana esse amigo que ministra aulas passou mal de inflamação de garganta e estava de atestado. Ocorre que na área da educação aqui no Estado quando tem atestado passa por um médico da pericia do governo para ele avaliar e trocar o atestado por um aceito pelo ensino público para abonar esses dias e não ter problemas com pagamento penso ser isso meio absurdo, pois se um profissional viu a necessidade de dar um atestado como outro profissional com mesma competência precisa se decidir se isso está certo ou errado? E pior, muitas vezes desacatar a decisão do médico plantonista. Enfim, coisas de política. Então o mesmo se sentindo melhor me ligou informando que na sexta seria o último dia de passar pela pericia e mesmo que o médico decidisse que ele deveria voltar aquele dia pra trabalhar ele não iria. Pediu que eu fosse o acompanhar e de lá fossemos a uma praia muito boa que tem aqui no nosso litoral de nome Manguinhos já que tinha um bom tempo que não nos víamos e precisávamos conversar, por o papo em dia. De primeiro momento relutei um pouco por vários motivos, preguiça, depois por que sou um pouco noiado quanto a sair só dois homens ainda mais em praia e ficarem comentando e por ai vai. Sou daquele tipo que rola muitas vezes de se pegar, ficar com um cara mais mantém a descrição, nego até a morte quando perguntam e penso o seguinte:

- Melhor acharem do que terem provas concretas ou alguém vir, a saber, da minha boca.

Liguei o foda-se e já que estou de férias sem nada pra fazer mesmo, minha mãe mesmo me animou então disse ao meu amigo que iria. Marquei portando na sexta as 08h20min para nos encontrar, eu me chamo Leandro nome viridico e irei chamar esse amigo de Jorge. Jorge é um cara que não possui aquela beleza que se diga um deus, porém tem em seu jeito de ser pontos fascinantes, às vezes paro pra pensar no que vi nele quando ficamos mais entendo que muitas vezes não se trata somente de beleza mais de atitudes e fantasias, mesmo que Jorge não esteja incluso na história picante acho que vale ressaltar suas características um negro de aproximadamente 1,87 m, magro seus 72 kg, mais cabelo raspado, definidinho vamos combinar que sempre olhando pra um negão rola aquele tesãozinho nem que seja pra uma transa.

Como combinado as 08h: 25min paramos em uma padaria próxima pra tomarmos café e partimos destino a sua pericia e depois praia. Ainda bem que estávamos juntos, pois pegamos um trânsito de aproximadamente 02h: 30min ficamos ali engarrafados e conversando, passamos momentos de tensão quando o combustível começou a acabar depois o relógio correndo contra o tempo e a pericia tinha hora, mas chegamos ao local em cima do horário, porém a tempo de Jorge passar pelo perito, pra variar encontramos seu ex que é doido pra voltar e ele não quer. Até então não conhecia seu ex, mas quando vi nem acreditei que ele está dispensando o cara. Lindinho ele, branquinho, todo playboy, óculos escuros, calça jeans clara, cuequinha aparecendo, camisa clara, cabelo surfista, altura e peso no grau, segundo Jorge ele dá muito bem e hiper educado em uma oportunidade que ficamos a sós após Jorge ter nos apresentado me pediu que tentasse mostrar a ele o que estava perdendo. Após todo esse estresse da manhã eu já voltando a pensar se deveria ter ido mesmo por volta de umas 11h: 20 min. saímos em direção à praia, já que tinha ido resolvi aproveitar. Jorge é do tipo encafifado com o corpo, então vai pra praia de bermudão e foi um custo pra convencê-lo a tirar a camiseta mais no meio do caminho consegui, paramos pra abastecer e prosseguimos. Quando chegamos à praia comecei a ver que valeu a pena mesmo, por ser dia de semana a praia estava vazia mais as poucas pessoas que tinham eram muito atraentes tantas mulheres quanto homens e que HOMENS. Céu azul e apesar do vento sol quentinho sexta-feira bem perfeita. Estacionamos o carro, verificamos que por decisão do governo os quiosques estão sendo demolidos e será feito um processo de reurbanização dessa orla. Isso tem desanimado demais o pessoal de permanecer na praia, pois os quiosques animavam, tornavam mais fácil o consumo e agora a galera tem que ir pra restaurante ou bar do outro lado onde acaba lotando, atendimento lento e esses tipos de dificuldades, porém queria dizer isso por que reclamamos às vezes de barriga cheia das coisas. Primeiro não queria ir, depois o trânsito intenso mais tudo justificava, creio que destino, pois justamente quando chegamos um cara nos viu e percebi que estava preparando as coisas pra ir embora. Após nossa chegada permaneceu um pouco mais depois fui saber da sua própria boca que ele chegou por sempre gostar daquela praia, porém quando viu sem quiosque não achou nada interessante e ia partir pra outro local, porém alega que com a nossa chegada a praia se tornou interessante. Mas voltando a história se não perde a graça.

Chegamos, Jorge comentou dos caras, comentei também, coloquei meus óculos escuros, mesmo sendo magro eu uso sungão tranqüilo, fui tirando a camiseta, a bermuda fiquei de sungão e boné, Jorge comentou que eu estava gostosinho sentamos e ficamos conversando sobre nossas vidas, trocando idéia, dando conselhos. Entrei na água voltei e Jorge foi comprar uma água de coco pra nós, nesse momento que ele saiu de perto de mim chega próximo a mim esse cara que comentei acima, agora posso falar melhor dele, vou chamado de Marcelo. Começou um diálogo com um sorriso perfeito:

Marcelo: - Oi moreno.

Leandro: - Tudo bom?

Marcelo: - Melhor agora.

E daí veio o comentário.

Marcelo: - Sabia que cheguei aqui no seu Estado ontem à noite e vim a essa praia por gostar muito dela mais percebi que demoliram os quiosques o que me desanimou não tinha mais nada interessante aqui eu ia pra outra praia, porém com a sua chegada a praia se tornou interessante.

Nem preciso comentar que fiquei hiper sem graça não é? Pois como já expliquei sou tranqüilo, discreto e nessa hora nem sabia qual reação tomar, só rir.

Jorge voltou, apresentei Marcelo a ele e ficamos conversando, descobri que Marcelo tinha vindo para ajudar na elaboração de uma prova de concurso aqui no Estado, era militar e ia embora ao próximo dia no sábado, foi uma viagem rápida. Agora creio que seja a hora de descrever. Sempre tive tara por caras mais velhos, mais aqueles bem cuidados, os trintões, quarentões. Acho que são mais cabeças, elegantes e quando nem aparentam melhor ainda e Marcelo continha essas características. Um moreno claro, de 37 anos, 1,80 m, 77 kg mais bem distribuídos, por ser militar bem em seu porte físico, cabelo pretinho, olhos pretos intensos, cabelos pelo corpo na medida e não preciso comentar que só por ser militar a fantasia aumentava. Eu sou moreno claro, magro mais bem distribuídinho, 62 kg, 1,77 de altura, cabelos cortados estilo militar escuros, olhos escuros, nem preciso dizer o quão difícil foi controlar minha excitação não é?

Jorge percebeu nosso clima caiu na água, pois o turista estava pra ir embora, o meu desanimo surgiu ao saber sobre ele ser casado, sempre fico com a cabeça pesada em rolar algo com alguém já comprometido, afinal não gostaria de ser a outra pessoa, não gostaria que fizessem isso comigo ele já tinha dona, mais muito tarado comentou comigo que estava com amigos de serviço mais em quartos separados em um hotel na capital e que eles eram chatinhos e sugeriu que a noite fossemos visitá-lo no hotel. Jorge voltando da água Marcelo explicou a ele a situação e reforçou o convite. Jorge disse que não daria, pois o namorado estava passando mal que inclusive estava ligando pra ele toda hora e após a praia iria levá-lo ao médico e a noite ficar com ele, mais que me levaria lá se eu quisesse e me buscava, Jorge é foda. Resisti um pouco e Jorge saiu novamente para ir comer algo e eu não queria, Marcelo ficou na minha companhia e foi quando olhou pra mim com aquela voz grossa, cara de macho pidão e disse:

Marcelo: - Vai me vê a noite, eu quero conversar mais com você.

Nessa hora senti um calafrio e disse que iria, trocamos celular e ele ficou de me retornar quando chegasse do serviço no hotel.

Ele foi embora estava de carro e eu e Jorge ficamos conversando mais um pouco, comentando das beldades da praia e depois pegamos estrada também. Abastecemos de novo, ficamos de olho no frentista, que malão, que sorriso, meio barrigudinho mais nada que uma academia não resolvesse viemos embora.

Cheguei a casa comi, tomei um banho, descansei e toca o celular as 20h: 00min verifiquei ser DDD do Estado de Marcelo, gelei mais atendi, ele sempre muito educado, eu ainda resistindo ele disse que sabia que eu estava cansado e que era importante isso pra ele eu ainda não entendia se ele viu em mim um bom amigo ou se queria algo mais. Conversamos, ele me explicou que achou que estaria livre aquele horário mais os meninos do serviço tinham o chamado pra jantar e que provavelmente só umas 22h: 00min estaria livre. Expliquei que não queria incomodar o Jorge e que aqui temos horário de ônibus e que se ficasse tarde demais não iria querer ficar no hotel pra pagar uma diária e não teria como voltar mais disse que iria e umas 23 h: 00min viria embora. Ele ficou de me dar um toque assim que estivesse de volta ao hotel. Pra evitar falatórios em casa de estar saindo tarde sem justificativa, sai mais cedo e fui pra casa de uma amiga jogar conversa fora, local esse que fica próximo ao hotel onde Marcelo estava hospedado então ficaria mais fácil se deslocar quando ele me ligasse e não perderia tempo de sair até chegar ao hotel. Porém deu 22 h: 00min, 22 h: 30min, 23 h: 00min e quando vi que se aproximava de 23 h: 30min eu puto fui pro ponto imaginando ter levado o bolo e falei pra mim mesmo que se ele ligasse ou mandasse torpedo pedindo desculpas não daria retorno. O ônibus demorou a passar e eu sabia que era o último. Lá vinha meu ônibus e eu chateado de estar moído da praia e ter se deslocado pra capital que dá uns 40 minutos de ônibus da minha casa, entrei, paguei a passagem e as 23 h: 40min toca meu celular, vi que era ele, não atendi já fiquei pensando nas desculpas dele parou de tocar e ele retornou a ligação não resisti e atendi. Ele perguntou onde eu estava, expliquei que tinha ido à casa de uma amiga pra ficar mais próximo mais que já estava indo embora, pois era o último ônibus, ele pediu mil desculpas, disse que os caras o enrolaram e que era pra eu não fazer isso, pra voltar. Expliquei que não dava, pois não teria mais ônibus e eu não tinha grana pra taxi. Daí me perguntou como seria meu dia no sábado expliquei que já tinha compromisso e como ele iria viajar mais cedo também não daria, ele ficou doido no celular e novamente ele me fez agir por impulso, com aquela voz grossa e estilo pidão disse:

Marcelo: - Leandro, não faz isso, quero ficar com você hoje.

Caralho desculpe pessoal o palavreado mais fui às nuvens e voltei nesse momento um carinha deu sinal pra descer e eu fui ao impulso e desci junto com ele, ele me disse que se quisesse pegar um taxi ele pagava, só disse a ele que me esperasse na entrada do hotel que eu já ia chegar. Nessa hora nenhum taxi, ônibus sabia que não ia ter mais, então me atentei que de onde saltei tinha uma ponte que andando rápido eu chegaria lá em uns 15 minutos e fui, fiquei pensando na loucura, pois não viro noitadas fora com balada, dormir fora é coisa rara, então minha família não está acostumada com isso, dei um toque na minha mãe inventei uma desculpa de que tinha encontrado com uns amigos que iriam me levar depois que estávamos comendo algo.

Cheguei próximo ao hotel eu tremia iria rever o homem dos meus sonhos e agora eu sabia pra que eu iria lá, nesse momento esqueci que ele era casado, esqueci de tudo. Cheguei e respirei fundo ele me viu e veio me receber de havaiana, bermudão camuflada de tecido e camisa manga curta clara. Eu de calça jeans preta escura com lavagem especial, camisa de linho gola apolo branca e sapato camurça. Quando me percebeu abriu aquele sorriso e foi me chamando pra entrar, pegamos o elevador, chegando ao corredor de acesso ao seu quarto pediu silêncio, pois os amigos estavam no quarto ao lado, percebi que ele tinha bebido umas cervejas acho que foi de onde tirou coragem. Ao entrar no quarto dei um sorriso sem graça e ele deu aquele sorrisão e disse:

Marcelo: - Ah moleque!

Não deu tempo de pensar nem fazer nada só senti aquele mega abraço, apertado, com fungada no pescoço, um sussurro de prazer e algo se encostando a mim duro entre suas pernas. Tentei resistir mais seguido veio um beijo de língua que há muito tempo eu não sentia, me beijou com intensidade e ali eu me entreguei, ficamos minutos nos beijando e quando ele me largou não agüentei e disse:

Leandro: - Esperei por isso o dia todo.

Foi à carta branca que dei pra ele continuar.

O quarto possuía duas camas de solteiro, frigobar um armário, ar condicionado e banheiro. Ele apagou a luz do quarto e deixou somente uma das lâmpadas do banheiro ligada o que deixou o quarto na penumbra o que nos deixou mais excitado. Jogou-me sobre uma das camas, tirou as havaianas e se deitou também, dali me passou por cima dele e nos beijamos muito, galera não sei decifrar o sabor daquele beijo, quente, molhado, com língua, gostinho fundo de cerveja, nossos corpos quentes, pau duro por cima da roupa, abraços e muitas juras e confissões de desejos.

Comecei a abrir o cinto da sua bermuda, o bichinho só me olhava com cara de safado, respiração ofegante, abri o botão e tirei sua bermuda deixando somente de camisa e cueca preta da zorba que valorizava mais suas coxas grossas. Ele levantou da cama ficou em pé tirou a camisa e puxou minha camisa, nisso levantei, tirei meus sapatos e minha calça e fiquei somente de sunga boxer branca, sentei e fiquei na frente dele. Puxei-o em pé e comecei a cheirar morder e chupar seu pau por cima da cueca percebi que o pau dele era grande uns 20 cm, aquilo ele gemia fiquei bons momentos assim e enfim com ajuda dos dentes e com as mãos baixei sua cueca até os joelhos e comecei a dar um trato no saco, peludinho mais cheiroso, limpinho. Peguei o pau dele duro e fui dando lambidas no mastro só instigando até que abri o bocão e abocanhei tudo e ele deu um gemido e disse:

Marcelo: - Que boca moleque! Que boca gostosa.

Chupei muito ouvindo gemer e dizer safadezas do tipo chupa, ele é todinho seu hoje sua putinha, caralho, porra entre outras sacanagens. Sentamos e conversamos um pouco, ele comentando sobre estar sendo bom e comentei com ele sobre não curtir muito ser passivo, já rolou mais sinto muita dor ainda mais com aquele pau enorme e grosso, até o momento somente dois caras tinham me feito sentir prazer sendo passivo. Daí ele me explicou que tudo depende de saber fazer, de ser carinhoso e me pediu que permitisse ele me mostrar isso e eu decidi confiar nele e tentar. Conversamos também sobre doenças ele me explicou que sempre faz exames por ser militar, de 3 em 3 meses precisa fazer, expliquei que faço exame também periódico e sempre me previno mais isso não justificava deixar de se prevenir, ele concordou e disse que era apenas uma conversa. Voltamos a nos olhar, tudo muito intenso eu sentia que ele queria estar dentro de mim e eu dentro dele, foi forte demais e voltamos a nos beijar, creio que o papo da doença foi mais pra chupar tranqüilo e após isso tudo ficou mais intenso. Ele tirou minha cueca com tudo e abocanhou meu pau. Imagina um homão, militar, ombros largos, coxão, altão, falando grosso e te chupando, passava a lingüinha, abocanhava tudo, chupava tudo eu fiquei louco, pois nem sempre consigo por tudo na boca mais gosto quando conseguem fazer com o meu. Ele batia com meu pau em seu rosto e comentava que tinha um bom tempo que não se pegava com outro macho que sua mulher não deixava fazer tudo aquilo e muito menos comer o cuzinho e eu só ficando louco. Chupei mais um pouco ele e beijei sua boca e disse:

Leandro: - Sente o gosto do seu pau.

Ele ficou louco e pediu que eu ficasse com a boca fechada e começou a passar o pau nos meus lábios eu deitado e ele por cima e apertava seu pênis de forma que saia uma baba viscosa e daí ele vinha e me beijava o gosto do seu pau mais forte. Depois me pôs em cima dele de novo e ficou me chupando de forma que eu colocava as mãos na parede fazendo tipo flexão e meu pau entrava e saia da sua boca. Ficamos nessa brincadeira por um tempo, muitos sussurros, muitos apertos, chupadas e daí ele me deitou de novo e foi descendo levantou minhas pernas e chupou meu pau novamente, passou para meu saco e com tudo passou a língua no meu cú. Eu fui ao CÉU galera, literalmente, dei aquele gemido eu mesmo tapei minha boca por que foi bom demais, eu já curto que façam isso, mais da forma que ele fez, e não imaginava que ele iria fazer, um linguão, molhado, quente, áspera, ele não chupava, mais lambia meu cú, lubrificava e metia a língua ficou por um bom tempo fazendo isso e eu ficava louco pela fantasia de um cara tão másculo fazendo aquilo, ativo mais liberal, bom demais.

A partir deste momento ele começou a mostrar o macho que era me pegou com tudo me levantou e pressionando-me na parede esfregando o pau na minha bunda, puxou pelo braço me levou até o banheiro. De frente ao espelho e começou a me abraçar por trás olhando pro espelho eu que não presto e queria deixá-lo mais louco comecei a fazer cara de tesão, nos beijávamos, agarrávamos ferozmente. Baixei o chupei, olhava pra cima com carinha de safado, olhava pra ele através do espelho e chupava e nisso perdi a noção de tempo relógio trabalhando, horas passando, entramos a madrugada nessa safadeza.

Ele me pegou no colo me levou de volta pro quarto me jogou na cama e disse como homem mandão:

Marcelo: - Vira esse cuzinho pra mim vira.

Virei de bruço e abrir as pernas de forma que ficasse mais aberto ele caiu de boca de novo pra lamber meu rabo, pediu que eu ficasse de quatro me puxou mais atrás e chupava e cuspia no meu cuzinho já umidificado e querendo levar rola, passava o dedo brincou e me relaxou bastante, pedia pra eu abrir e cuspia mais. Foi até a mesinha de cabeceira pegou a camisinha, colocou, cuspiu no pau me disse pra ter calma e eu deitei de bruço novamente, nisso ele deitou por cima de mim, batia o pau na minha bunda, esfregava, beijava meu pescoço e falava sacanagens ao meu ouvido e mesmo com medo cedi. Foi colocando, empurrando, entrou a cabecinha, ele sentiu a dificuldade que não sou de dar então estava apertadinho, fechado, ficou tentando daí fiquei em pé ele sentado na beira da cama comecei a tentar sentar de frente, brincamos um tempo assim. Depois fiquei de costas e sentei de novo mais sempre entrando a cabecinha, o que me impressionou e me deixou feliz foi à palavra dele ter se cumprido, ele era paciente, carinhoso.

Então ele deitou na cama e eu comecei a sentar em cima do seu pau com ele deitado e ele ia se curvando e me chupando, eu tinha que me segurar pra não gozar, pois a chupada dele era boa demais. Quando eu começava a querer cavalgar ele pedia pra eu esperar, pois iria me machucar, que primeiro a cabecinha e que só cavalgasse quando estivesse tudo dentro. Muito preocupado comigo e carinhoso isso me deu confiança, fui sentando, sentando até entrar tudo abaixei e o beijei. Quando levantei as respirações estavam ofegantes, ele me chamando de putinha, de gostoso, eu apertando o peito dele e rindo nem eu acreditava que tudo tinha entrado e sem dor, com prazer esse era o terceiro que me faria sentir prazer sendo passivo.

Conclui também naquele momento que essa de ter medo de pau grande não tem nada a ver, pois já fiquei com caras de pau pequeno que senti dor demais o negócio é o ativo se garantir e ser bom no que faz saber fazer mesmo e isso ele sabia. Creio que o primeiro passo pra isso é o ativo não querer só bombar e ter prazer e sim pensar no prazer do parceiro.

A parti desse momento comecei a cavalgar, levantava um pouco as pernas como agachado em cima da cama e ele ia bombando quando eu sentava e deixava o pau dele ir lá fundo ele gemia e dizia que eu era safado, suávamos era muito bom ver aquele macho bonito sentindo tesão em mim, me sentia valorizado.

Ele me virou e deitei, ficamos na posição de ladinho tipo conchinha, quando ele meteu tudo levantei um pouco a perna e ele foi metendo, me virei pra trás eu sempre quis isso ficar abraçadinho e beijando enquanto o cara metesse e nunca imaginei que faria o que fiz, comecei a falar e pedir:

Leandro: - Mete vai, bomba, não para. Toma posse desse cú que é só seu.

Ele respondia.

Marcelo: - Hum, delicia, toma, cuzinho gostoso, apertado, quentinho e nos beijávamos.

Ficamos assim por um tempo, ele estava impressionado que meu pau sempre estava duro ele pegava e falava:

Marcelo: - Ta de pau duro não é safado?

E ficava batendo pra mim enquanto metia e eu só delirando.

Pedi que me pegasse de quatro, ele ficou na beirada da cama, me puxou com força e foi metendo, bombando eu gemendo eu queria mais daquele macho. Novamente ele deitou e pediu que eu cavalgasse fiquei mais um tempo assim até que ele disse que não agüentava mais tirou o pau arrancou a camisinha do pau e começou a bater me puxou mais pro seu rosto e me chupava e disse:

Marcelo: - Goza no meu rosto.

Começamos freneticamente a nos punhetar até que ele gozou foi tão lindo ouvir aquele gemido, ver aquela cara de prazer, respiração acelerada e explodi num misto de prazer, tesão, fogo e gozei em seu rosto, pescoço e peitoral e ele dizendo:

Marcelo: - Delicia, delicia.

E eu dizia:

Leandro: - Porra, caralho.

Cai por cima dele, nos beijamos e ficamos ali sentindo nossos corações pulsando.

Acalmamos-nos ele ficou quieto eu meio sem saber o que ele estava pensando, ele levantou e foi pra debaixo do chuveiro demorou um pouco levantei e fui até a porta do banheiro olhei aquele homem através do Box se banhando, que homem bom, tesudo, mais estava preocupado dele estar arrependido, não dizia nada, daí falei pra ele:

Leandro: - Está tudo bem?

Ele respondeu:

Marcelo: - Melhor impossível, pensei que não viria, vem.

Entrei debaixo do chuveiro, começamos a nos abraçar, beijar, que homem carinhoso, após a transa continuava o mesmo e eu impressionado comigo por que depois que gozo costumo morrer, quero mais nada, mais engraçado quando estamos a fim da pessoa tudo muda não é? Eu queria mais dele, fiquei excitado, ele percebeu e já estava de pau duro de novo, me beijava, roçava pau com pau, me virou de costas pegou o sabonete e começou a esfregar minhas costas, passou o sabonete e foi descendo até chegar a minha bunda, deu aquele trato especial e meteu o dedo. Gemi de tesão, ele começou a me beijar o pescoço e me agarrar por trás e foi ai que fizemos nossa maior loucura mais no tesão muitas vezes não se pensa e nessas horas que temos que tomar cuidado e hoje entendo por que tantas mulheres cedem a fazer sem preservativo e acabam grávidas ou doentes.

Ele posicionou o pau e eu não fiz nada, entendeu que tinha sinal verde e meteu, agora sem calma, com tudo eu já estava relaxado, a fim, aberto e entrou fácil, o que me tranqüiliza foi nosso papo sobre doença antes, mais até onde isso pode ser verdade não sei, porém não me sinto arrependido e sei que homem quando quer conduz mesmo.

E Marcelo foi metendo, metendo, freneticamente e eu sentindo um prazer indescritível, gemendo, sentindo aquele pau grosso, duro novamente, quente me invadindo e ele sentindo meu cuzinho quente agasalhá-lo. Era bonito olhar pra trás e ver aquelas coxas grossas batendo nas minhas, juntinhas, ele tirou o pau e sentou meio que deitado no chão enquanto a água quente escorria por nossas cabeças, nossos corpos eu fui cavalgando, cavalgando e gemendo e se entregando até cansar. Ficamos em pé novamente e ele foi batendo e eu também até gozarmos novamente outra explosão de tesão e se deixasse iria rolar mais.

Ele saiu se enxugou, eu sai depois me enxuguei e ele pôs uma sunga massa, uma camiseta amarela machão marcando seu corpo e uma bermuda tactel clara e deitou, eu me vesti e ele disse:

Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!

Marcelo: - Já vai? Ta cedo?

Eu disse:

Leandro: - Seu louco, já é de madrugada preciso ir.

Ele disse:

Marcelo: - Só mais um pouco vem aqui.

Eu sorri e fui até a cama, pegamos um na mão do outro, senti vontade de chorar, pois sabia que seria o último momento naquela manhã Marcelo iria embora, ele até citou que infelizmente teria que voltar a sua realidade, ficamos conversando, eu deitado em cima da sua barriga, nos beijando até que ligamos para o taxi como tínhamos combinado ele me deu a grana pra pagar e nos beijamos pela última vez, desci, peguei o taxi liguei pra um amigo taxista que sabe de mim e curte também comentei com ele da loucura de como foi bom e como queria aquele homem de novo. Mandei torpedo desejando boa viagem mais não obtive resposta e ao vê-lo on-line no MSN não me respondeu nem veio falar comigo agora é aguardar pra saber se para ele também valeu a pena o que acredito que sim e se algum dia terei a oportunidade de tê-lo novamente.

Dar o Rabinho não dói não

OLÁ PESSOAL! VOLTEI!

ESTOU DEVENDO O CONTO DO JANTAR MAS DE TANTO ME PERGUNTAREM VOU TER QUE RESPONDER ESSE PRIMEIRO!

TODOS PERGUNTAM COMO ME INICIEI? SE É VERDADE O QUE SINTO EM MINHAS TRANSAS? SE NÃO SINTO DOR NA HORA? COMO CONSIGO ADMINISTRAR ESSA DUPLA PERSONALIDADE SEXUAL?, ENTÃO VOU RESPONDER!.

OLHA! DEPOIS QUE VC COMEÇA NÃO PARA MAIS!, COMO DIZEM MECHEU FEDEU!.

TUDO COMEÇOU NA ÉPOCA DA FAMOSA TROCA-TROCA E A GENTE NUNCA ESQUECE VOLTA E MEIA VEM AS LEMBRANÇAS, A GENTE CRESCE E O TESÃO VEM JUNTO. MAS A VERDADEIRA TRANSA VEIO QUANDO EU ESTAVA NAQUELA FASE DO ALISTAMENTO MILITAR ONDE HOMEM NENHUM CONSEGUE EMPREGO E A GENTE FICA DOIDO SEM EMPREGO, SEM DINHEIRO, VEM AS COBRANÇAS DOS PAIS. ATÉ AI TUDO MAL! MAS MEUS PAI TEM VARIOS AMIGOS E UM CERTO DIA MEU PAI CHEGOU EM CASA DIZENDO QUE UM AMIGO DELE QUE TEM UMA FIRMA DE MONTAGEM DE ESTRUTURAS (VOU DA UM NOME FICTICIO SEU JOCA) ESTAVA PRECISANDO DE AJUDANTE MAS O SERVIÇO IRIA SER EM OUTRO ESTADO, E O SERVIÇO IRIA DURAR MAIS OU MENOS UM MÊS, E QUE SE EU QUISESSE GANHAR DINHEIRO ERA O MOMENTO!. AINDA MAIS, QUE SEU JOCA DISSE QUE EU NÃO FICARIA NO ALOJAMENTO JUNTO COM OS OUTROS QUE IRIAM FAZER PARTE DO GRUPO QUE IRIA TRABALHAR, E SIM IRIA FICAR NO HOTEL COM ELE. ESSE MICRO-EMPRESÁRIO AMIGO DO MEU PAI VOLTA MEIA ESTAVA EM CASA EM CHURRASCO E ERA NORMAL. TUDO BEM! CHEGOU O DIA EU VIAJEI COM ELES. TRABALHAMOS O PRIMEIRO, SEGUNDO, TERCEIRO DIA, MAS NO FINAL DO DIA EU E ELE IA PRO HOTEL TOMAR BANHO DEPOIS IAMOS EM UM BARZINHO PROXIMO BEBER UMA CERVEJINHA E DEPOIS JANTAR E DORMIR AQUILO VIROU UMA ROTINA DE TODOS DIAS. MAS DENTRO DO QUARTO NÃO TINHA MUITA FRESCURA, TANTO EU QUANTO ELE NA HORA DO BANHO ANDAVAMOS PELADO. AI VEM A LEMBRANÇA DA TROCA-TROCA SEM QUERER VC ACABA SE TRAINDO, QUANDO VI O PAU DELE PELA PRIMEIRA VEZ, FOI NORMAL, MAS DEPOIS QUE DORMI, SONHEI QUE ESTAVA CHUPANDO AQUELE PAU QUE NÃO ERA GRANDE NÃO, ERA NORMAL UNS 16CM POR 5CM DE GROSSURA. AI O TESÃO DEPOIS DO SONHO FOI AUMENTANDO ATÉ QUE MEU CORPO PEDIA, ERA COMO SE FOSSE NESCESSIDADE DAQUELE HOMEM CINQUENTÃO ME FODESSE MAS SABIA QUE ERA IMPOSSIVEL. NO QUINTO DIA FIZEMOS AS MESMAS COISAS DEPOIS DO TRABALHO, SÓ QUE NAQUELE DIA O MEU PATRÃO SE ESCEDEU NA CERVEJA E FICOU ALEGRE E BRINCALHÃO DEMAIS. CHEGOU UMA HORA QUE EU DISSE A ELE QUE QUERIA IR DORMIR, MAS ELES ME DISSE: "CALMA A NOITE SÓ COMEÇOU"! MAS RELUTEI E FOMOS PRO HOTEL CHEGOU LÁ ELE COMEÇOU COM UMAS BRINCADEIRAS ESQUISITAS!, DEPOIS QUE TIROU A ROUPA, ELE TIROU O PAU PRA FORA DA CUECA E COMEÇOU A SE EXIBIR, ARREGASSAVA O PAU E DIZIA QUE TAVA LOUCO PRA DAR UMA FODA! ALI ESTAVA MINHA GRANDE OPORTUNIDADE! QUANDO FUI TIRAR A ROUPA EU FIQUEI SÓ DE CUECA VIRADO COM A BUNDA PRA ELE. O CARA ENDOIDOU! E NÃO FICOU NEM VERMELHO DE DIZER:"PUTA QUE PARIU! TU TEM UMA BUNDINHA GOSTOSA"! EU JÁ TAVA ALTO DE CERVEJA, ME INCLINEI E ABAIXEI A CUECA E DEPOIS PUXEI PRA CIMA NOVAMENTE AI ELE FICOU LOUCO! E ME PEDIU PARA FAZER AQUILO DE NOVO!, IMAGINA ELE DEITADO EU EM PÉ NA PORTA DO BANHEIRO, OLHA! NÃO SEI O QUE DEU EM MIM! ABAIXEI A CUECA DE NOVO. ELE ME PEDIU PARA QUE EU FICASSE NAQUELA POSIÇÃO, DEPOIS PEDIU PRA EU ABRIR A BUNDA E EU FUI OBEDECENDO E ELE LÁ NA CAMA COM O PAU PRA FORA SE MASTURBANDO. O PAU DELE CRESCEU MAIS 2 CENTIMETROS. E VI QUE ELE SE LEVANTOU E PARTIU PRA CIMA DE MIM, NAQUELA HORA NÃO TINHA MAIS COMO DESISTIR DA BRINCADEIRA A QUAL EU TOPEI! EU EM PÉ INCLINADO, ELE VEIO E JÁ FOI LOGO ENFIANDO O DEDO NO MEU REGO, ESTREMECI! GENTE! VCS NÃO SABEM O QUE É UM TESÃO A ESPERA DE SER SACIADO! ELE ME LEVOU ATÉ A CAMA E ME PEDIU PARA QUE EU FICASSE NA POSIÇÃO DE FRANGO ASSADO E CAIU DE BOCA NO MEU CUZINHO, ENFIOU A LINGUA NO MEU RABO, ME CHUPOU DE CABO A RABO SEM PRECONCEITO, HORA NO CU, HORA CHUPAVA MEU PAU. QUASE GOZEI. ELE PAROU FOI NA BOLSA DELE PEGOU UMA CAMISINHA E O TUBO DE GEL E ME ENCHEU DE GEL. ERA ASSIM ENFIOU UM DEDO, DOIS DEDOS, TRES DEDOS, EU ESTAVA COMO UM BOLO UNTADO DE CHANTILY. ELE AMEÇOU DE SUBIR EM CIMA DE MIM!, PULEI FORA!, AI ELE PERGUNTOU POR QUE PAREI?, EU DISSE: NÃO PAREI!, AGORA É EU QUEM DOMINO A BRINCADEIRA!. FIZ ELE FICAR DE BARRIGA PARA CIMA NA CAMA, JÁ FUI LOGO MONTANDO, E PINCELEI O PAU DELE NA PORTA DO MEU CUZINHO, MAS TENTANDO ENFIAR LOGO AQUELA PICA NO MEU RABO, SENTI MEU CORPO EXPLODIR QUANDO A CABEÇA ESTOUROU MEU ANEL, VIXI! AI DEI UMA PARADA! DOEU E ME MANTIVE COM ELE DENTRO!, É O VELHO DITADO!: "PASSOU A CABEÇA PASSA O RESTO"!, MAS TEM UM POREM!, TEM QUE SER AOS POUCOS. A SORTE É QUE UM PINTO SEMPRE TEM DUAS BOLAS NO FINAL E PARA NELAS. OLHA! O MEU PATRÃO METEU AQUELA NOITE!, ACHO QUE ELE NUNCA FEZ UM SEXO AQUELE COM A ESPOSA DELE DAQUELE JEITO. RESUMINDO, DEPOIS QUE O MEU RABO JÁ ESTAVA BEM LACEADO EU TREPEI EM TODAS AS POSIÇÕES COM ELE, E EU TENHO UM PROBLEMA SÉRIO! SÓ GOZO NA POSIÇÃO DE LADINHO COM O PAU TODO DENTRO E REBOLANDO, REBOLANDO E CADA VEZ MAIS FORTE, AI SIM!, EU GOZO DE LAMBUZAR SEM ME MASTURBAR. GENTE COMO EU GOZEI COM AQULE COROA, QUANDO LEMBRO MEU CUZINHO PISCA. DE MANHÃ ACORDEI NA CAMA COM ELE AGARRADO EM MIM, COM O PAU E A CAMISINHA CHEIA DE PORRA NO MEU REGO. JURO ACORDEI COM MUITA VERGONHA, MAS JÁ TINHA ACONTECIDO. DESSES 30 DIAS TENHO QUE SER JUSTO A CADA 2 OU 3 DIAS EU ERA FODIDO PELO COROA.

Enrabando o Ingênuo II

...Após ter enrabado Júlio, meu vizinho ingenuo na noite passada sou acordado por ele com um sorriso de orelha a orelha:

Julio:--- Ei preguiçoso acorda, a tia ta chamando pa tomar café, que daqui a pouco ela vai er de sair até a feira!

Eu:--- Tá bom mas que horas são?

Julio:--- Ora são 4:30 da manhã! Por que?

Eu:--- Fala sério ninguem merece acordar tão cedo!

Me levanto e vamos escovar os dentes ao lado da casa onde tem uma pia improvisada para lavar roupas, pegamos água de um balde e lavamos o rosto, entramos e vamos até a cozinha pela porta dos fundos e começamos a tomar café, que por sinal estava uma delicia, me recosto na janela que fica de frente ao fundo do terreno e um som me chama a atenção ao longe, um pouco distante uma garota loira se banha com uma cuia, ela está de camisola daquelas que as vovós usam no interior uma peça só como vestido, mesmo ela se molhando todinha e olha que estava frio , daí deduzi que ela ja estava mais que acostumada com aquilo, bom mesmo assim não dava pra ver seu corpo que com certeza devia estar todo desenhado por debaixo da camisola molhada, meus pensamentos safados nem se iniciam a D.Martha chega ao meu lado e diz:

Martha:---Cuidado que o pai da Andreza e bem brabo viu? Daqueles que só vendo!

Então ela sai do meu lado, e vai fazer cafuné no Júlio e diz:

Martha:---Vê se voces dois não ficam "brincando até tarde hoje, por que lá do meu quarto deu pra ouvir tudo, só consegui dormir depois que pararam a zoadeira!

Júlio--- tá bom Tia, a gente não vai brincar até tarde hoje não!

D.Martha pega sua bolsa e uma sacola de feira e diz pra aproveitarmos para tomarmos banho no lago, e pegar baldes de água pois está acabando a água do tanque de lavar roupa e louça, Júliio ficou bem alegre e eu também pois a a´gua do lago sempre está uma delicia pra mergulhar.

Nos aprontamos fomos até o lago deixamos os baldes de lado, e fomos mergulhar, nossa foi uma zoação só´, demos pirueta, salto mortal e brincamos de pega pega, mas este pega pega nos lembrou da noite passada pois sempre que eu pegava o Júlio era pulando e atracando ele num forte abraço por trás, nisso meu pau foi ficando duro e ufi cada vez mais demorando no abraço e roçando meu pau em seu shortinho de futebol bem na brecha de sua bundinha durinha, o Júlio dizia isso continua vai! Eu não resistindo mais mandei ele sair da água rpa não ficarmos enjilhados e logo que saímos, tirei meu pau pra fora , não sei se por instinto talvez mas olhei ao redor como se alguem podesse aparecer, mas não vi ninguem então disse pro Júlio chupar meu pau de 14 cm que já estava duríssimo, ele se negou mas disse que se ele chupasse meu pau direitinho e engolisse todo o leitinho ele ficaria bem forte mais rapido ainda , nisso não se fez de humilde e fez o que hoje eu sei que se chama uma "gulosa" nisso ele chupa divinamente até desconfiei se ele já não tinha chupado alguem, mas não quis atrapalhar pois estava muito gostoso, meu gozo estava chegando a cada chupada forte que ele dava quando notei um movimento por detrás das arvores a minha esquerda , bem de onde é a trilha para chegar até o lago, ma so gozo já estava vindo, fechei os olhos e gozei gostoso na boquinha de Júlio ele engoliu com dificuldade e disse que salgado e quente, mas eu engoli tudinho! Eu olho pras árvores de novo e vejo um vulto correndo de rumo contrário ao nosso, mas um detalhe deu pra saber, nosso observador tinha cabelos longos e loiros...(CONTINUA).

Enrabando o Ingênuo

Bom pra começar sou moreno alt 1,74 barrigudinho mas nada exagerado peso 70 kg e tenho cabelos castanhos curto mulheres sou até casado mas sou tarado por cu de machos, principalmente os virgens.

Tudo começou quando eu tinha 14 anos na época e meu vizinho Julio tinha 14 também ele não saia de casa por causa da pressão dos pais e só saia mesmo quando ia pro interior, pra vcs terem uma ideia os pais dele não deixavam ele ver televisão pois diziam que era coisa do demo, mas eles assistiam hehe.

Como eu ia sempre bem na escola, os pais do Julio sempre aprovaram nossa amizade e eu era o único que podia brincar com ele, claro que era por que eu era da idade dele e morava do lado, bom o Julio tirava suas duvidas sobre tudo comigo pois tinha medo de levar bronca dos pais dele, então um certo dia ele como era todo meninão pois não andava com a galera me disse que viu uma revista de homens enfiando o "piu piu", nos outros ele até me disse que devia ser brincadeira de gente grande, eu ri abessa mas pra ele não ficar com vergonha e ja maliciando a bundinha arrebitada dele, disse que era brincadeira sim mas que eu não falasse dela pros seus pais pois eles iriam ficar umas feras, pois so gente da galera e que gosta daquilo, ele fez segredo e eu disse pra ele que aquilo era treino pra ser homem forte e poderoso quando crescer, ele então com brilho nos olhos pois era fraco de corpo mas muito bundudo por sinal sorriu e me perguntou, você me ajuda a ser forte e viril?

eu aceitei na hora, mas quando iamos até atras da casa de pássaros dos pais dele, era onde brincavamos de bolinha de gude, a mãe dele grita e diz que a tia dele a Martha estava lá e queria ver o sobrinho!

ele entra e eu vou pra casa,no outro dia ele vem e me diz que vai passar o fim de semana no interior com a tia e me perguntou se eu queria ir junto, eu disse que sim mas ia conversar com os meus pais primeiro, meu pai deixou logo mas minhamãe relutou mãe coruja sabem, mas enfim ela deixou nossa como eu estava feliz ja havia ido até lá umas três vezes mas com nossos pais junto e era demais cachoeira, lagoa nossa que bom, então dessa vez era bem diferente iriamos só eu o Julio e sua tia Martha que por sinal era uma coroa bem enxuta viúva a coitada, chegando lá estavamos exaustos enão fomos tomar banho e a tia do Júlio disse pra tomarmos banho juntos pois tinha pouca agua no tanque, nos fomos nos despimos voces acreditam que eu tinha esquecido da idéia de enrabar o Júlio, bom mas ele tratou logo de me lembrar pois não tirava os olhos do meu pau que na época tinha 14 cm e ainda tém pois de lá pra cá meu pau só engrossou tem uns 6 cm de grossura, eu então disse pega nele se vai ver ele crescer e ficar duro que nem nas revistas, ele então soltou essa, a tá que nem nas revistas da tia Martha!? é é Julio que nem lá, ele então na hora H em que ia pegar dona martha chama pra irmos logo pra comer e dormir, saimos, jantamos e depois fomos até os quartos foi quando lembrei que iriamos dormir no mesmo quarto, mas novamente tinha saido da minha cabeça a ideia de enrabar o Júlio mas novamente quando eu estava pra dormir de short de futebol e camiseta branca hering e o julio igual, vejo o Julio se levantar olhar pela porta e me diz vem logo levanta me faz ficar forte!

eu levanto sonolento, rio um pouco e digo então primeiro ajoelha e poe meu pau na tua boca ele prontamente se ajoelha eu baixo o short e ele sem vergonha ou nojo algum abocanha meu pau mole que fica durinho e lambuzado abessa, hoje sei que ele chupava bem mal mesmo, daí mando ele ficar de quatro ele fica, abaixo seu short e esfrego a cabeça do meu pau no seu anel, ele ri diz que faz cócegas peço pra ele não falar alto pois sua tia estava dormindo ao lado e casa de madeira e fogo, forço, forço e de repente minha cabeça entra com tudo ele tranca o cú com força começ a lagrimar e serra os dentes com muita força sussurrando um agoniante uuuUUUiiiii!!!!

eu paro mas não tiro o pau e digo desculpa foi sem querer ele diz e que não tava entrando dai eu relaxei um pouco, eu então digo la vai mais tá bom, ele diz vai mete logo agora tá ficando gostoso. eu começo a entrar o resto do meu pau nele ele geme e baba na cama um cheiro de merda invade o recinto um pouco só e eu continuo até encostar as bolas comfesso que doeu um pouco era muito apertado eu então cuspi pois meu irmão uma vez disse que assim facilita, e comecei um vai e vem e ele dizia ta gostoso mano ta gostoso continua eu não demorei a esporrar dentro dele meu gozo ele riu um pouco e relaxou dizendo nossa que quentinho e gostoso dentro de mim, eu tiro o pau dele e vou junto com ele lavar minha pica que só está merda e sangue ele se lava e pergunta eu tenho de fazer mais vezes?

eu digo que sim claro assim vc vai ficar bem fortão, ele pergunta e vc não quer , eu respondo que não, pois já sou forte o bastante nasci assim , ele diz é eu vi foi muito forte no meu bumbum gostei, e fomos dormir!

Até o proximo conto!

Rick, Velho Amor

Estava solteiro, mais feliz! Andava sempre com muitos amigos e pegava um carinha gostoso ou mesmo uma safada pra dar uns pegas!

Era um domingo, fim de tarde, tava muito calor então resolvi ir a pracinha tomar um sorvete. Logo me veio a lembrança do Rick, mais desta vez essa lembrança não me trazia tristeza, sentia um carinho gostoso e meu peito se encher de boas recordações! Comecei a tomar meu sorvete, e como de costume o de chocolate, meu preferido, senti uma brisa de leve no rosto, e uma mão tocando meu ombro; meu corpo estremeceu! Parecia loucura, mais sabia que era ele!

- Sempre tomando sorvete de chocolate, vai engordar!

Sem ter reação respondi ainda de costas!

- Sei bem como queimar calorias!

Virei-me! Era e ele! Mais lindo que nunca, já fazia cinco anos que não olhava naqueles olhos! Cabelos curtos tipo executivo, barba por fazer, um ar mais sério!

- Esse é meu filhão João Gabriel, e essa é minha esposa: Dalva! Disse ele.

- Prazer, tem uma família linda Henrique!

Meus olhos marejaram e eu tentei disfarçar!

- Podemos sentar, matar a saudade de um velho e grande amigo? Disse-me tentando conter as lágrimas que faziam seus olhos brilharem!

Não deu tempo responder, sentou-se a minha frente, enquanto sua mulher se dirigia ao play pra brincar com seu filho!

- Kleber, que saudade! Não pude evitar, minha irmã me cercava de todos os lados e ela também! Acabei me envolvendo; não queria! Ainda o amava e amo! Mais eles são minha família; mais quero você, nunca o esqueci! Você ta diferente, um semblante pesado, sério! Fala alguma coisa!

Não me contive e soltei o sorvete e falei friamente!

- Henrique...

- Porque não me chama de Rick? Por acaso tem outro? Esqueceu-me? E...

- Deixe-me falar! Você Henrique foi muito especial pra mim! Lutamos por um sentimento juntos, que me machucou muito no inicio, mais tava disposto a enfrentar, foi duro entender que com o passar dos dias não recebia mais suas ligações, e não agüentava mais deixar recado, pois você nunca respondia, foi pior ainda quando soube por outros que você iria casar e ser pai, você não sabe o que passei! Agora você tem uma família e eu tenho outra vida! Passou

Uma lágrima caiu de seus olhos, e sua mulher tava chegando, eu também tava visivelmente emocionado, quando ela perguntou: o que ouve tão chorando?

- É amor ficamos emocionados em relembrar o passado, respondeu ele.

- Então Henrique, vou indo pra casa de sua mãe e vou deixar vocês a sós pra matarem a saudade, pois dois amigos assim é difícil de se ver!

Despediu-se e saiu em seguida com o filho!

- Estou com ela pelo meu filho, não a amo é você quem eu quero, fica comigo...

- Nunca serei a pessoa que vai fazer a Dalva e o seu filho infelizes...

- Você não me ama mais? Tem outro cara na parada?

- Você não me deixa responder nada! Calma Henrique!

Batendo as mãos contra a mesa, ele exclama em voz alta: Não me chama assim!

- Fala baixo, as pessoas tão olhando! Ta vendo aquele correto! Sabe quantas noites passei ali sentando lembrando de um Rick que não existia mais, sabe o quanto sofri, bem não sabe, tinha a sua mulher!

- Vamos a sua casa, lá podemos conversar se não tiver alguém é claro!

Disse-lhe que não tinha ninguém lá, mais que iríamos conversar! Seguimos e chegamos em minha casa, quando entramos continuamos a conversa, Rick passou a mão no meu rosto, o que me fez esquivar instantaneamente!

- O que foi? Não quer meu carinho? Você ta bem mudado, perdeu o ar de menino mais o olhar ainda te entrega, você me quer o quanto eu quero você!

Levantei-me, queria quebrar aquele clima, o meu corpo ardia de desejo, queria mesmo telo dentro de mim! Pegando no meu braço, ele perguntou:

- Vai pra onde! Ta fugindo? Olha nos meus olhos e diz que esse desejo é só meu?

Encostando-me na parede, sinto o seu corpo se encostar ao meu sua mão na minha nuca, e sua boca tão próxima a minha que sentia sua respiração quente! Deixei rolar e sua boca tocou levemente a minha, e mais uma vez estávamos nos braços um do outro, não me contive e chorei e mais uma vez nossas lágrimas me misturam e meio a tanto tesão. Tirava a sua camisa enquanto ele desabotoava a sua calça, depois tirou minha roupa e caiu sobre mim no sofá, fiquei por cima e agarrei seu cacete pulsante e comecei a chupalo desde a base até a cabeça! Rick ficou descontrolado dizendo-me que nunca outra pessoa tinha feito aquilo nem mesmo a sua mulher! Sentei em seu membro e fui descendo, olhando ele se contorcer de prazer! Mordia aquele peitou másculo, e beijava demoradamente a sua boca, sentindo o ritmo cada vez aumentar, e sentir seu pau ir mais fundo; cavalguei aquele macho com tanta saudade e ele estremeceu e gozou, fiquei por cima do seu corpo, beijando, e friccionando meu pau naquele abdome definido até gozar. Logo depois ele me olhando disse-me:

- Tava com tanta saudade! Do teu cheiro, da tua boca, do teu corpo! Quero ficar com você, estamos aqui de férias, mais vou pedir o divórcio e vamos morar juntos!

- Não faça isso, não se precipite! Tem seu filho, e tem minha vida!

- O João continuará sendo meu filho, mais é você quem eu amo! Fica comigo Kleber!

- Olha, nossas vidas tomaram rumos diferentes! Tenha calma se um dia for pra ficarmos juntos vamos!

- Você ta triste? Conheço-te Kleber, o que acontecendo?

- Nada não é nada! E já são dez horas a sua mulher deve ta preocupada, amanhã não posso te encontrar, mais depois venho te ver novamente!

Rick vestiu-se e sai olhando para trás, o que ele não sabia é que eu tinha ganho uma bolsa de estudo em Madri e que viajaria no dia seguinte! Chorei, mais dessa vez não perderia uma oportunidade, pois podei ser a última!

Arrumei minhas coisas e tarde do dia seguinte parti! Deixei um amigo em meu apartamento, que me contou que no dia seguinte Rick andou lá, e soube que tinha ido, e que passaria dois anos estudando informática em Madri. Hugo meu amigo disse-me que Rick, sentou-se e chorou como uma criança e só repetia que era sua culpa e que faria o possível pra me ter de volta!

Fiquei mal, mais não tinha tempo pra sentir nada, apenas estudava e trabalhava!

Depois conto como foram esses dois anos e o que aconteceu em Madri! Pra mim foi uma deliciosa surpresa!

Bjus.

A volta de um velho amor II

Ufa! Cidade nova, vida nova. Tava disposto a modificar a minha história, mais não tirava o Rick da minha cabeça; mais de uma coisa eu tinha certeza! Não fugi, nem quis me vingar dele, mais ali teria oportunidade de conhecer novas pessoas, novos lugares e quem sabe me apaixonar e ser correspondido!

Passara-se um 10 meses que tinha saído, e sempre falava com alguns amigos, e eles sempre davam um jeito de falar do Rick, foi ai que um deles me falou que ele tinha separado e tinha ido embora, e ninguém sabia onde ele estava. Foi quando meu amigo Hugo disse:

- Preciso te falar uma coisa, ele me procurou várias vezes, e tava muito arazado!

- Quem? Perguntei, mais sabia de quem se tratava!

- O Rick! Respondeu ele.

- Mais você não falou onde eu estava? Ou falou?

- Kleber, me desculpa mais deu pena dele, o cara tava péssimo, magro, desgrenhado, e ele me contou que havia dito toda a verdade a sua mulher!

- Hugo, você não poderia ter feito isso!

- Amigo quem sabe foi pro bem do amor de vocês?

Bati o telefone e fiquei pensando! E se o Rick fosse me procurar? O que eu deveria fazer? Mil coisas passavam por minha cabeça. Até que pensei: ele não será louco de vir atrás de mim aqui! Relaxei!

Passaram-se 25 dias e numa manha de primavera, quando descia a rua e admirava as violetas nos canteiros na rua, ouvi ao longe meu nome:

- Kleber!

Não poderia ser ele tava ficando louco! Parei fiquei anestesiado! Não poderia acreditar que o Rick seria tão louco a ponto de largar a sua vida a ponto de vir atrás de mim!

- Meu amor! Espera; vim em busca de nossa felicidade! Fica comigo, eu te amo e nada mais importa a não ser ficar ao tem lado!

Escutei algo cair ao chão! Rick soltou a sua mochila e colocou as suas mãos em meus ombros! Uma lágrima aqueceu meu rosto naquela manhã fria, era ele sim, reconheceria aquele toque dentre tantos outros. Virei-me e não contive o pranto ao ver o seu rosto cansado, e envolto em lágrimas.

- Meu amor, te achei! Por que me deixou! Sei que merecia, eu iria entender se tivesse me contado e poderíamos combinar de nos encontrar. Não me deixa olha nos meus olhos mais uma vez e diz pra eu partir que parto, mais preciso ouvir de sua boca me pedindo pra sair da sua vida! Não me deixa nessa angustia! Diz algo!

Solucei e sorri!

-Se você me deixar falar! Eu não poderia pedir pra você largar a sua família, sofri mais sofreria mais ainda se tivesse feito isso! E deixa de ser ansioso e bobo, que nunca deixei de amar você, e já que ta aqui não vou te deixar partir a menos que queira!

Seu semblante mudara! Abraçou-me com força, falando ao meu ouvido o quando eu significava pra ele. Chamei-o a meu apartamento, ele foi me falando que depois que partir ele contou a sua mulher toda a nossa história, que não deixaria passar novamente entre seus dedos esse amor, que gostava dela como mãe de seu filho mais que me amava. Contou-me os maus bocados pra me achar e a noite que passou no frio em frente ao meu apartamento tomando coragem pra falar comigo! Falei o quanto eu também o amava e que tava disposto a ficar ao seu lado, falei-o da minha vida corrida de estudo e trabalho, e ele disse-me que iria trabalhar e iríamos morar juntos. Pedi que descansasse. Rick dirigiu-se ao banheiro, ligou o chuveiro e tomou um banho quente, gritou e pediu uma toalha. Fui deixar, o banheiro tava embaçado por causa do vapor da água mais pude ver o contorno daquele corpo por trás do boxe!

Falei ta aqui a toalha, vem logo tomar café. Rick abriu a porta do Box e mais uma vez aquele homem que tanto amava tava na minha frente como veio ao mundo. Pegou a toalha da minha mão e a largou no chão, pegou na minha nuca e foi me conduzindo até a sua boca, quando dei por mim já estava todo molhado em baixo do chuveiro e nos corpos já estavam unidos! Era tanta vontade que Rick literalmente arrancou a minha camisa, rasgando-a inteira, desabotou a minha calça enquanto a sua boca vasculhava as minhas costas. Senti o seu caralho firme encostar entre minhas nádegas e procurar entrada, Rick foi forçando lentamente e gemendo ao meu ouvido! A água quente, incendiava ainda mais os nossos corpos e num suspiro e uma estocada, pude sentir mais uma vez aquele homem dentro de mim! A cada bombada, sentia meu corpo estremecer, suas mãos percorrendo o meu corpo e as minhas procurando apoio pra não desfalecer de prazer! Mandei-o que sentasse no chão e sentei em cima dele de frente, senti cada centímetro de sua vara me invadir mais uma vez, e olhar seu rosto molhado e cheio de desejo, ficamos ali encaixados, eu fazendo movimentos leves de subir e descer e beijando-o loucamente! Sua respiração foi aumentando conforme o meu ritmo até que senti jatos quentes de porra me encher ainda mais de prazer; fui beijando-o e mastubando-me até gozar! Ficamos ali um bom tempo até que fomos pra cama, tava frio e ficamos debaixo das cobertas até que senti o seu pau duro novamente, ele disse-me que era culpa da saudade! Então foi encaixando de ladinho e me fodendo mais uma vez!

Passamos o dia inteiro na cama dando uma pausa apenas para comer algo! Matei alta e dei uma desculpa pro chefe e fui matar a saudade do meu velho e maior amor!

Bjus galera espero que gostem, depois conto foi a nossa vida juntos!

meu msn dip_lovelly@hotmail.com, podem mandar email com sugestões ficarei grato! Valeu.

Amizade é assim

Olá a todos...

Eu gosto de escrever e gosto mais ainda de falar de sexo, mas o tempo e a correria me impedem de deixar aqui minhas experiências.

Já faz um tempo que eu gostaria de contar isso e na verdade é simples: ter um amigo sério pra fuder gostoso é muito bom. Esse amigo é Maciel.

Como relatei em outro conto, Maciel é meu amigo de trabalho e isso me transmitiu confiança pra poder realizar minhas fantasias. Sei que elas parecerão estranhas a muitos de vocês, mas não consigo conter minhas vontades quando estou com ele.

Ele tem uma namorada, mas quando quer comer um cuzinho é a mim que ele procura. Ficamos tão amigos que até no trabalho, damos algumas escapadinhas...

Bem, vou contar hoje, a última vez que nos encontramos e foi demais. Combinamos na minha casa, não haveria ninguém por lá por 3 dias. Isso me daria o tempo que quisesse pra ficar com ele. Ele arrumou sua desculpa e foi pra lá.

Maciel havia comprado um consolo, grande, de uns 20 cm e razoavelmente grosso pra brincar comigo e achei super legal...

Como estou acostumado, me aprontei e esperei por ele. Quando chegou, tomou banho e eu super ansioso. Fomos para o quarto e começou a safadeza. Deitamos na cama já pelados e ficamos a nos esfregar... senti a vara dele me cutucando e fui verificar se estava como eu gosto... ele me abraçava e me chupava o pescoço enquanto apertava minha bunda e a abria deixando à mostra meu cuzinho... vez ou outra seu dedo encontrava o buraquinho e entrava... Já estávamos acostumados àquela putaria... então eu comecei a descer e fui chupar aquela rola... mamava gostoso e engolia como as mulheres fazem nos filmes, até o talo... dava vontade de vomitar, mas aguentava. Adoro ver a cara de Maciel, louco de tesão...

Virei minha bunda pra ele e ele começou a brinca com meu cuzinho... ficamos quase num 69... ele lambia, enfiava os dedos, chupava e alargava meu rabinho. Isso era delicioso. Ele fingia que ia colocar e não colocava... me deixava doido.

Ele enfiava dois ou três dedos em mim e me fazia chupá-los... eu adoro fazer isso, sentir o gosto do meu rabo em seu pau e em seus dedos.

Então ele pegou o consolo e me fez chupa-lo e lambe-lo pra enfiar no meu cuzinho... eu apenas obedecia. Deixei ele fazer o que queria comigo... depois de lubrificado ele começou a enfiar o consolo em mim... colocava e tirava e eu não tirava o pau dele da boca. Ele, de vez em quando tirava o consolo do meu pau e me mandava chupar dizendo: "Chupa seu cu, seu puto! sente o gosto dele!" E eu obedecia. Meu cuzinho ficou todo abertinho e ele enfiava sua lingua la dentro...

Então ele me deitou de bruços e ficou sobre mim. Posicionou seu pau na entrada e enfiou com força, me chamando de puto, de vadio... adoro isso...

Me fudeu depois de lado, me fez sentar em seu pau... certos momentos ele parava e me fazia chupar seu pau. Eu já não tinha mais vontade própria e fazia o que ele queria. Chupava e lambia, deixando o pau limpinho e lubrificado pra entrar de novo. Então ele me colocou de 4 e meteu com força até gozar lá dentro, mas ainda de pau duro, o tirou e me fez chupa-lo e sugar as últimas gotinhas de seu gozo...

Transamos muito mais naquela noite e ele estava realmente disposto a me humilhar e eu fiz tudo... fomos depois ao banheiro tomar banho e ele me pediu pra me ajoelhar à sua frente... não imaginava o que ele queria e então ele me disse: "quero urinar na tua cara!"... achei estranho mas deixei e ele me deu aquela chuva dourada... aquilo me deu um tesão que não aguentando abocanhei sua rola e fiz com que urinasse em todo meu corpo... terminamos aquela cena com um boquete e um belo gole de porra na minha garganta...

Quem tiver experiências como essas e quiser compartilhar, fique à vontade pra me adicionar no msn.

Forte abraço a todos.

secretosempre@hotmail.com

Coisas de Crianças - Solidariedade






Face Boys








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Blonde Way







Nudismo natural



A partir de 1989, a prática do naturismo deixou de ser uma contravenção penal, quando foi abolida a "lei do escândalo público". Em teoria, o nudismo é permitido em qualquer praia, embora não seja recomendável. A legislação municipal costuma regulamentar o uso das praias. Às vezes, como aconteceu na cidade de Sitges, a legislação do município pode determinar uma multa para o nudista que estiver em uma praia inadequada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Por Amar diferente

O Direito de ser Gay

Day to day

Black in White

Gay Boys

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Black Long

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